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O que fazer em Florianópolis: veja roteiros de 1 a 5 dias pelas praias, Lagoa e Centro
A ilha tem cinco regiões de perfis bem diferentes, três fortalezas abertas de terça a domingo e uma ponte que fez 100 anos em maio. Veja o que ver, onde ir com crianças, o que fazer na chuva e como circular.

O que fazer em Florianópolis depende muito de onde você acorda. A capital de Santa Catarina ocupa uma ilha de praias, lagoas e morros, mais um pedaço de continente. No mesmo dia dá para cruzar uma ponte centenária, comer ostra tirada da baía e ver o sol se pôr numa vila açoriana.
Este guia do Ouviram organiza a ilha por regiões, reúne horários e preços oficiais dos passeios e propõe roteiros de 1, 3 e 5 dias. As praias, uma a uma, estão no guia completo das praias de Florianópolis.
Por que Floripa atrai tanta gente
Florianópolis tinha 537.211 moradores no Censo 2022 e deve chegar a 598.370 em 2026, segundo estimativa do IBGE. O município soma 674,8 km², contando a ilha e a parte continental. No verão, a população flutuante muda o ritmo de bairros inteiros.
O aeroporto da cidade passou de 5 milhões de passageiros pela primeira vez em 2025: foram 5,1 milhões, segundo a concessionária que o administra. Desse total, 1,2 milhão viajou em voos internacionais, o que coloca Florianópolis em terceiro lugar no país, atrás de Guarulhos e do Galeão. Santiago, no Chile, e Buenos Aires são as rotas mais movimentadas.
A mesa também explica a fama. Em 2014, Florianópolis entrou na Rede de Cidades Criativas da Unesco, na categoria gastronomia. Foi a primeira cidade brasileira reconhecida nessa área e chegou à rede junto com Curitiba, escolhida em design. A ostra é a estrela: o município produziu 1.336 toneladas em 2023, segundo a Epagri, empresa de pesquisa agropecuária do governo catarinense.
Fonte: Epagri/Cedap, dezembro de 2024
Como calculamos: o Ouviram dividiu a produção de Florianópolis (1.336 toneladas) pelo total do estado na safra 2023 (1.731,8 toneladas). Os dois números são da Síntese Anual da Agricultura de Santa Catarina, da Epagri. O resultado é 77,1%. Os cultivos ficam sobretudo nas baías, em bairros como Ribeirão da Ilha e Santo Antônio de Lisboa.
As cinco regiões: escolha a sua antes de reservar
A ilha tem cerca de 54 km de norte a sul, e o trânsito do verão pesa. Por isso, escolher a região certa vale mais do que qualquer roteiro. A tabela resume o perfil de cada uma.
| Região | Perfil | Onde fica | Combina com |
|---|---|---|---|
| Norte | Mar calmo, protegido pela Baía Norte, e muita estrutura | Jurerê, Canasvieiras, Ingleses, Santo Antônio de Lisboa | Famílias com crianças e quem quer conforto |
| Leste | Lagoa da Conceição, dunas e ondas fortes | Lagoa, Barra da Lagoa, Joaquina, Praia Mole | Surfistas, jovens e vida noturna |
| Sul | Vilas de pescadores, trilhas e mata | Campeche, Armação, Pântano do Sul, Ribeirão da Ilha | Quem busca sossego e natureza |
| Centro | História, comércio e as duas baías | Centro Histórico, Beira-Mar Norte, Mercado Público | Cultura, compras e passeios a pé |
| Continente | Bairros residenciais com vista da ilha | Coqueiros, Estreito, Itaguaçu | Pôr do sol e vida de bairro |
Para comparar bairros em detalhe, veja onde ficar em Florianópolis.
Norte: mar de piscina e pôr do sol açoriano
As praias do Norte são viradas para a Baía Norte ou protegidas por ela, por isso a água costuma ser calma e menos fria. A Daniela é rasa e quase sem ondas, ao lado dos manguezais da Estação Ecológica de Carijós, área federal protegida. Em Jurerê, o mar manso divide a orla entre o bairro tradicional e Jurerê Internacional, conhecido pelos beach clubs.
Canasvieiras tem passeios de escuna e virou endereço preferido dos argentinos, que lideram as visitas estrangeiras a Santa Catarina: foram 464.690 em 2025, segundo a Embratur. Mais a leste, Ingleses alterna trechos calmos e trechos de onda. No Santinho, o costão guarda inscrições rupestres de povos que viveram na ilha há milhares de anos.
Do lado da baía, Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui preservam casario dos colonos açorianos. Os primeiros 461 chegaram em 22 de fevereiro de 1748, segundo o Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC. Até 1756, cerca de 6 mil açorianos vieram para o litoral catarinense. É ali que muita gente janta ostra vendo o sol cair atrás da Baía Norte.
Leste: a Lagoa, as dunas e as ondas
A Lagoa da Conceição é o coração do Leste. O centrinho reúne bares, restaurantes e feirinhas, e a Avenida das Rendeiras lembra a renda de bilro, herança açoriana. Do Terminal Lacustre, no centrinho, saem os barcos coletivos para a Costa da Lagoa, comunidade sem acesso por carro. A viagem até o fim da linha leva cerca de 55 minutos.
A Joaquina, a 17 km do Centro, recebeu campeonatos mundiais de surfe e tem dunas onde se pratica sandboard. A Praia Mole atrai surfistas e um público jovem. A Barra da Lagoa, onde o canal encontra o mar, é o maior polo pesqueiro da ilha, segundo a prefeitura, e abriga o centro de visitantes do Projeto Tamar.
Para quem gosta de natureza sem estrutura, a Galheta é praia de naturismo desde 1986, mas tirar a roupa não é obrigatório. Já o Moçambique, com 8 km de areia, fica dentro do Parque Florestal do Rio Vermelho e não tem prédios na orla.
Sul: vilas de pescadores, trilhas e a Ilha do Campeche
O Sul é a parte mais preservada da ilha. O Campeche tem mar aberto, boa estrutura e a vista da Ilha do Campeche, logo em frente. Na Armação, os barcos de pescadores dividem a areia com os que levam visitantes à ilha, e uma trilha curta leva à Praia do Matadeiro.
A Lagoa do Peri é a maior lagoa de água doce do litoral catarinense, com cerca de 5 km² de espelho d'água. Ela fica dentro de um monumento natural municipal, com área de banho, trilhas e atividades sem motor. Mais ao sul, o Pântano do Sul é vila de pescadores. Dali sai a trilha de 2 km para a Lagoinha do Leste, segundo o portal de turismo da prefeitura.
No lado da Baía Sul, o Ribeirão da Ilha concentra fazendas de ostras e restaurantes à beira d'água, num dos casarios açorianos mais bem conservados da cidade. No extremo sul, a trilha de Naufragados tem 2.621 metros a partir da Caieira da Barra do Sul e chega a uma praia com farol de 1871. Detalhes de cada caminho estão no guia de trilhas de Florianópolis.
Centro e Continente: a cidade antes da praia
O Centro Histórico se percorre a pé numa manhã. A Praça XV de Novembro tem a figueira centenária, a Catedral Metropolitana e o Palácio Cruz e Sousa, sede do Museu Histórico de Santa Catarina. A poucos quarteirões, a Casa da Alfândega, na Rua Conselheiro Mafra, vende artesanato local. Para uma pausa entre um museu e outro, veja os melhores cafés de Florianópolis.
A Beira-Mar Norte é a pista de caminhada e de bicicleta da cidade, com vista para a baía e para a ponte. Ali o passeio é na calçada. Os três pontos monitorados na orla estavam impróprios para banho em 2 de outubro, segundo o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA). No Continente, Coqueiros e Itaguaçu oferecem um pôr do sol de frente para a ilha.
Os cartões-postais que valem o desvio
Ponte Hercílio Luz. Inaugurada em 13 de maio de 1926, a ponte completou 100 anos em 2026. São 821 metros, com vão central suspenso de 339,5 metros, a maior ponte pênsil do Brasil. Depois de quase três décadas interditada, foi reaberta em 30 de dezembro de 2019.
Nos dias úteis, a ponte recebe ônibus, táxis e carros, e pedestres e ciclistas usam as passarelas laterais. Nos fins de semana e feriados, a pista fecha para veículos e o tabuleiro inteiro fica para quem está a pé ou de bicicleta, segundo o governo de Santa Catarina. À noite, a iluminação colorida é um dos melhores cenários de foto da cidade.
Mercado Público. Inaugurado em 1899, na Rua Jerônimo Coelho, 60, o mercado mistura peixarias, lojas e bares tradicionais. A administração informa estes horários:
| Dia | Peixarias | Lojas | Alimentação |
|---|---|---|---|
| Segunda a sexta | 7h às 19h | 8h às 19h | 10h às 22h |
| Sábado | 7h às 14h | 8h às 14h | 10h às 17h |
| Domingo | 7h às 12h | Fechadas | 11h às 17h |
Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha. As duas antigas freguesias açorianas, uma em cada baía, são o melhor lugar para provar ostras e mariscos. Vá no fim da tarde em Santo Antônio, para o pôr do sol, e no almoço no Ribeirão, quando as casas à beira d'água abrem as varandas. Sugestões de mesa estão no guia de onde comer em Florianópolis.
Fortalezas. A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) administra três fortalezas do século 18. Elas formavam o "triângulo de fogo", idealizado pelo brigadeiro José da Silva Paes para proteger a entrada norte da ilha, segundo a UFSC. A de São José da Ponta Grossa, na Praia do Forte, tem acesso por terra. As de Santo Antônio de Ratones e de Santa Cruz de Anhatomirim ficam em ilhas e dependem de barco, contratado com empresas de transporte náutico.
| Item | Regra em 2026 |
|---|---|
| Dias e horários | Terça a domingo, das 8h30 às 18h30, inclusive feriados; entrada até 18h |
| Inteira | R$ 20 |
| Meia-entrada | R$ 10 (estudantes, pessoas com deficiência, professores da educação básica, entre outros) |
| Ingresso duplo (Ratones e Anhatomirim) | R$ 30 inteira e R$ 15 meia |
| Grátis | Último domingo de cada mês, de março a novembro |
| Pagamento | Antecipado no site de ingressos da UFSC ou na portaria (Ratones e Anhatomirim só aceitam dinheiro; Ponta Grossa aceita dinheiro ou Pix) |
Os valores seguem resolução da UFSC de 11 de junho de 2026. Anhatomirim, que fica no vizinho município de Governador Celso Ramos, passa por obras de restauração, segundo a UFSC. Em 2026, os próximos domingos gratuitos são 25 de outubro e 29 de novembro.
Ilha do Campeche: como visitar dentro das regras
A Ilha do Campeche tem água transparente e areia branca. Também guarda a maior concentração de oficinas líticas (rochas onde se poliam ferramentas de pedra) e inscrições rupestres do litoral brasileiro, segundo a prefeitura. Tombada pelo Iphan em 2000, virou em 2025 o Monumento Natural Municipal da Ilha do Campeche. Por isso, a visita tem limite diário e regras rígidas.
Como fazer
- Faça o cadastro no site oficial da Ilha do Campeche, mantido pela Prefeitura de Florianópolis. Brasileiros usam o CPF, e há cadastro para estrangeiros.
- Entre na área de reservas, leia as regras e escolha a forma de travessia: uma das associações credenciadas ou a opção "Outros ou próprios", para caiaque, prancha ou barco particular.
- Escolha a data, inclua os acompanhantes e emita o documento de pagamento. O voucher é liberado 24 horas depois da compensação. Na temporada 2025/2026, ele custou R$ 15 por pessoa.
- Leve o voucher, impresso ou no celular, e um documento de identidade. O barqueiro confere os dois antes do embarque.
Os barcos saem principalmente da Armação, do Campeche e da Barra da Lagoa, e a travessia é paga à parte, com preço que varia conforme a saída e a época. O desembarque só acontece das 9h às 17h, e a ilha fecha com mar perigoso ou sem monitores.
Não há reagendamento nem devolução do valor se o tempo virar, avisa a prefeitura. Também é proibido levar som, animais (exceto cão-guia), plantas e churrasqueira, e todo o lixo volta com você. As 800 vagas diárias foram divididas por portaria municipal entre as formas de travessia:
- 410 para a associação de pescadores da Armação;
- 135 para a associação de transporte náutico da Barra da Lagoa;
- 73 para os barqueiros da Praia do Campeche;
- 62 para a associação de preservação da ilha;
- 120 para outros transportadores e meios próprios.
O que fazer de dia, à noite, com crianças e na chuva
De dia. Além das praias, suba ao mirante do Morro da Cruz, no Centro, para ver as duas baías. Faça o passeio de barco à Costa da Lagoa e almoce num dos restaurantes da comunidade. Quem gosta de esporte encontra escolas de surfe na Joaquina, no Campeche e na Praia Mole.
À noite. O centrinho da Lagoa concentra bares e música ao vivo. Santo Antônio de Lisboa tem restaurantes de frutos do mar com vista para a baía. No Centro, o Mercado Público serve chope e petiscos até as 22h nos dias úteis.
Com crianças. As praias calmas do Norte, como Daniela, Jurerê e Ponta das Canas, são as mais tranquilas para os pequenos. O Projeto Tamar, na Barra da Lagoa, apresenta as tartarugas marinhas e o trabalho de conservação. Abre de quarta a segunda, das 9h30 às 17h. A inteira custa R$ 44, a meia R$ 22, e crianças até 5 anos não pagam. A Lagoa do Peri tem água doce e área de banho sem ondas.
Na chuva. O Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC, no campus da Trindade, abre as exposições de terça a sexta, das 7h às 19h, com entrada até 18h30. O acervo inclui obras de Franklin Cascaes sobre as lendas da ilha. Às quartas-feiras em período letivo, o Planetário da UFSC abre a partir das 18h30, com sessões por ordem de chegada e sem agendamento. O Mercado Público e o Museu Histórico de Santa Catarina completam o dia.
Roteiros de 1, 3 e 5 dias
1 dia. Manhã no Centro Histórico, com Praça XV e Mercado Público. Atravesse a Ponte Hercílio Luz a pé, se for fim de semana. À tarde, siga para a Lagoa da Conceição e feche o dia no pôr do sol de Santo Antônio de Lisboa.
3 dias. No primeiro, faça o roteiro acima. No segundo, dedique-se ao Leste: Barra da Lagoa e Projeto Tamar pela manhã, Joaquina ou Praia Mole à tarde. No terceiro, desça ao Sul: Campeche e Armação de manhã, almoço no Pântano do Sul ou no Ribeirão da Ilha.
5 dias. Acrescente um dia de Norte, com Fortaleza de São José da Ponta Grossa, Praia do Forte e Jurerê, e um dia de natureza. Para este, escolha entre a Ilha do Campeche, com voucher reservado, a trilha da Lagoinha do Leste ou a de Naufragados. Deixe um dia livre na previsão: com vento sul, troque a praia pelo Mercado e pelos museus.
Dicas práticas: ônibus, carro, mar e calendário
Ônibus. A tarifa é R$ 6,20 com o Cartão Cidadão e R$ 7,70 por QR Code ou Pix, desde 1º de janeiro de 2026. Desde 5 de janeiro, não se paga em dinheiro dentro do ônibus: só nas bilheterias dos terminais de integração. As linhas se cruzam nos terminais, como o do Centro (Ticen), o do Rio Tavares (Tirio) e o da Lagoa (Tilag).
Carro. No verão, saia cedo para as praias do Norte e do Sul, que têm poucas vias de acesso. Na Joaquina, o estacionamento é pago. Para a Ilha do Campeche e para as trilhas, o carro fica no ponto de partida.
Mar. Na temporada 2025/2026, os postos de guarda-vidas funcionaram das 7h às 19h. Em Florianópolis, o Corpo de Bombeiros fez 1.423 salvamentos, 5.484 atendimentos por queimadura de água-viva e atendeu 667 ocorrências de crianças perdidas. Prefira as áreas com posto, respeite as bandeiras e identifique as crianças com pulseira e telefone.
Água limpa. O IMA analisa a balneabilidade toda semana de outubro a março. No relatório de 2 de outubro, 53 dos 88 pontos da cidade (60,2%) estavam próprios. O instituto recomenda evitar o banho por 24 a 48 horas depois de chuva forte, sobretudo perto de rios e galerias pluviais. Consulte a situação no site do IMA ou no aplicativo CBMSC Cidadão.
Calendário. Segunda-feira, 12 de outubro, é feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida e Dia das Crianças, e o fim de semana prolongado enche a ilha. Em 23 de março, aniversário da cidade, há feriado municipal. A rede estadual de Santa Catarina encerra o ano letivo em 18 de dezembro, segundo o calendário escolar por estado, e a alta temporada começa logo depois.
Eleição. Domingo, 25 de outubro, é dia de 2º turno, e o eleitor de Florianópolis vota na mesma seção do 1º turno. Os números da cidade no 1º turno estão na página de resultados de Florianópolis.
O que vem agora
O IMA prevê o primeiro relatório da temporada 2026/2027 para 30 de outubro. Antes de reservar a Ilha do Campeche, confira no site oficial as regras do próximo verão; nos últimos anos, a temporada foi de dezembro a março. Para planejar datas, voos e o clima de cada mês, veja quando ir e como chegar a Florianópolis e a agenda de eventos do ano.
1. Em que ano a Ponte Hercílio Luz foi inaugurada?
A ponte foi inaugurada em 13 de maio de 1926 e completou 100 anos em 2026. Tem 821 metros, com vão central de 339,5 metros.
2. Qual município é o maior produtor de ostras de Santa Catarina?
Florianópolis produziu 1.336 toneladas em 2023, à frente de Palhoça (195) e São José (178), segundo a Epagri.
3. Em que ano Florianópolis entrou na Rede de Cidades Criativas da Unesco, em gastronomia?
A cidade entrou na rede em dezembro de 2014, junto com Curitiba, e foi a primeira do Brasil reconhecida em gastronomia, segundo a Unesco.
4. Quantas pessoas por dia podem desembarcar na Ilha do Campeche?
O limite é de 800 visitantes por dia, fixado por portaria municipal com base nas regras do Iphan e em acordo na Justiça Federal.
5. De onde partiram as primeiras galeras de colonos açorianos que chegaram à ilha em 1748?
As primeiras galeras saíram da Ilha Terceira. Os primeiros 461 açorianos chegaram em 22 de fevereiro de 1748, após 78 dias de viagem, segundo o Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC.
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Perguntas frequentes
O que fazer em Florianópolis em 3 dias?
Reserve um dia para o Centro Histórico, o Mercado Público e a Ponte Hercílio Luz, outro para a Lagoa da Conceição e as praias do Leste, e o terceiro para o Sul da ilha, com Ribeirão da Ilha ou Armação e Pântano do Sul.
Qual a melhor região para se hospedar em Florianópolis?
Depende do perfil. O Norte tem mar calmo e mais estrutura para famílias, o Leste concentra a Lagoa, o surfe e a vida noturna, e o Sul é o mais tranquilo, com vilas de pescadores e trilhas.
Precisa pagar para visitar a Ilha do Campeche?
Sim. Na temporada 2025/2026, a prefeitura cobrou um voucher de R$ 15 por pessoa, emitido no site oficial da ilha. A travessia de barco é paga à parte, e o preço varia conforme o ponto de saída e a época.
Quanto custa a passagem de ônibus em Florianópolis?
R$ 6,20 com o Cartão Cidadão e R$ 7,70 pagando por QR Code ou Pix, valores em vigor desde 1º de janeiro de 2026. Dinheiro só é aceito nas bilheterias dos terminais de integração.
O que fazer em Florianópolis em dia de chuva?
O Mercado Público, o Museu Histórico de Santa Catarina, na Praça XV, o Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC e o Projeto Tamar, na Barra da Lagoa, são boas opções. As fortalezas também abrem com tempo nublado, mas a travessia para as ilhas depende do mar.
Dá para atravessar a Ponte Hercílio Luz a pé?
Sim. A ponte tem passarelas laterais para pedestres e ciclistas nos dias úteis. Nos fins de semana e feriados, a pista fecha para veículos e todo o tabuleiro fica reservado a quem está a pé ou de bicicleta, segundo o governo de Santa Catarina.
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