Lençóis Maranhenses guardam 90 mil hectares de dunas e lagoas de chuva no litoral do Maranhão
O ICMBio não cobra entrada, mas veta passeio em carro particular no parque, que recebeu mais de 650 mil visitantes em 2025.

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses protege 156.608 hectares de dunas e lagoas desde 1981, segundo o ICMBio, sem cobrar entrada. Quem planeja a viagem paga só o passeio, feito com agências, veículos e condutores credenciados.
O que torna o lugar único cabe numa frase da Unesco: as lagoas não têm entrada nem saída de água e são abastecidas só pela chuva. No período chuvoso, o lençol freático sobe e a água aflora entre as dunas. Assim se formam as lagoas temporárias, ao lado de outras permanentes, segundo a decisão que pôs o parque na lista do Patrimônio Mundial, em 2024.
90 mil hectares
é a área do campo de dunas com lagoas temporárias e permanentes, mais da metade do parque
Fonte: Unesco, decisão 46 COM 8B.6, 2024
As dunas também se mexem. Perto da praia, as barcanas, dunas em forma de meia-lua moldadas pelo vento, têm de 50 centímetros a 1 metro de altura. Conforme avançam para o interior, sobem umas sobre as outras e chegam a 30 metros, descreve o Comitê do Patrimônio Mundial. O parque tem ainda cerca de 80 km de litoral.
A natureza mistura influências de Cerrado, Caatinga e Amazônia com restinga e manguezal, informa o ICMBio. A avaliação da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), órgão que assessora a Unesco no patrimônio natural, contabiliza mais de 850 espécies.
Fonte: UICN, avaliação do Patrimônio Mundial, outubro de 2025
Quatro espécies do parque estão na lista brasileira de animais ameaçados: o guará, a lontra, o gato-do-mato e o peixe-boi, segundo a UICN. Parte das aves é migratória e chega da América do Norte. É um motivo de orgulho para o Nordeste: o parque maranhense divide a lista da Unesco com lugares como Iguaçu e Fernando de Noronha.
A procura acompanha a fama. O parque recebeu mais de 650 mil visitantes em 2025, mais de quatro vezes o público de 2019, segundo o ICMBio. Por isso, o instituto estuda um Número Balizador da Visitação, parâmetro técnico que vai definir quantas pessoas cada área aguenta, com apoio do Sebrae, do Instituto Federal do Maranhão e da Universidade Federal do Maranhão.
- 2 de junho de 1981Decreto 86.060 cria o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses
- 2007O parque passa à gestão do recém-criado ICMBio
- 2017Portaria 199 do ICMBio traz as normas de visitação citadas nas orientações atuais
- 26 de julho de 2024Unesco inscreve o parque na lista do Patrimônio Mundial, em Nova Délhi
- 2025Parque passa de 650 mil visitantes no ano
- Janeiro de 2026ICMBio anuncia estudo para definir o limite de visitantes por área
- Março de 2026ICMBio publica edital para credenciar o transporte turístico dentro do parque
A estação das lagoas cheias
A paisagem muda ao longo do ano. A estação chuvosa vai de fevereiro a maio e forma as lagoas temporárias, que atingem os níveis mais altos entre maio e setembro, segundo o Ministério do Turismo. Na seca, as dunas dominam o cenário.
O auge, portanto, coincide com as férias escolares de julho e com as festas juninas do Maranhão, quando o bumba meu boi toma conta de São Luís. É a alta temporada, com mais gente nas lagoas e nas estradas. Em 12 de julho de 2026, a fila de veículos na estrada de Santo Amaro levou o ICMBio a explicar, em nota, que o fluxo era reflexo da alta temporada.
Se você tem filhos em idade escolar, julho é o mês mais prático para a família. Vale reservar hospedagem e passeio com antecedência e preferir as primeiras saídas da manhã. Quem pode viajar fora das férias encontra as lagoas ainda cheias em agosto e no começo de setembro.
Quem vai agora, entre outubro e janeiro, encontra as lagoas temporárias menores, mas nem tudo seca. A UICN cita como permanentes o lago de Santo Amaro e o da Travosa, e lembra que as lagoas do oásis de Baixa Grande ficam fundas a maior parte do ano. Em Primeira Cruz, a Lagoa da Areia é perene e boa para banho justamente na seca, informa o ICMBio.
O calendário de feriados ajuda a encaixar a viagem. Finados, em 2 de novembro de 2026, cai numa segunda-feira, e o Dia da Consciência Negra, feriado nacional em 20 de novembro, numa sexta. São dois fins de semana prolongados, já na época das dunas mais secas, como mostra o calendário de feriados de 2026.
O que ver em cada polo do parque
O ICMBio organiza a visita em polos, descritos no plano de uso público do parque. Barreirinhas e Santo Amaro do Maranhão são as principais cidades de acesso, segundo o instituto. Primeira Cruz aposta nos passeios de barco, e o Polo Oásis, no miolo das dunas, só se alcança a pé.
| Circuito | Saída | Como se chega | Destaque |
|---|---|---|---|
| Lagoa Azul | Barreirinhas | 4x4, meio período, de manhã | Lagoas Azul, da Preguiça, da Esmeralda e do Peixe |
| Lagoa Bonita | Barreirinhas | 4x4 e escadaria de madeira até as dunas | Lagoas do Clone, do Descanso e Bonita |
| Lagoa da Esperança | Barreirinhas | Veículo credenciado, mais de uma hora de percurso | Nascente do Rio Negro |
| Betânia | Santo Amaro | Veículo credenciado | Rio Alegre, raso, e lagoas da Betânia, da Pedra e do Cajueirinho |
| América | Santo Amaro | Só de barco | Lagoas da América, da Jangada e, em anos de chuva, do Jalapão |
| Emendadas | Santo Amaro | Veículo credenciado e caminhada com subida de dunas, à tarde | Duas lagoas que se unem quando há muita água |
| Rancharia | Santo Amaro | Dia inteiro, de veículo credenciado ou a pé | Lagoas do Bicudo Gordo e da Domingas |
| Pouso dos Guarás | Primeira Cruz | Barco, à tarde | Guarás, macacos-prego, botos e pôr do sol |
Fonte: ICMBio, páginas dos polos do parque, agosto de 2026
Em Barreirinhas, o circuito da Lagoa Azul é o clássico de quem chega pela primeira vez. Costuma sair de manhã, em meio período, com trilha de 4x4 e parada para banho. As lagoas do roteiro aparecem ou somem conforme a chuva, o vento e o movimento das dunas, avisa o ICMBio.
A Lagoa Bonita exige um pouco mais de perna: depois da estrada de areia, uma escadaria de madeira leva ao alto das dunas. Já a Lagoa da Esperança fica na divisa com Santo Amaro, a mais de uma hora de estrada, cercada de vegetação nativa onde nasce o Rio Negro.
No extremo nordeste do parque, o povoado de pescadores do Canto dos Lençóis é o ponto de partida da Travessia. A vila de Atins, na foz do Rio Preguiças, fica fora do parque, mas colada a ele. Ali se pratica kitesurfe, windsurfe, caiaque, stand up paddle e surfe, e há passeios de bicicleta e a cavalo.
De Atins, um roteiro pela praia do parque leva à foz do Rio Negro, onde o rio encontra o mar, e à Lagoa Verde. As pequenas cachoeiras à beira-mar só têm água quando o rio corre, por isso o ICMBio recomenda perguntar antes aos prestadores.
Fora do parque, o Rio Preguiças completa a viagem. O passeio de lancha de dia inteiro sai de Barreirinhas com paradas em Vassouras, Mandacaru e Caburé. Em Mandacaru, o Farol Preguiças tem 35 metros de altura e 160 degraus até o topo, com vista do rio e do mar. Detalhes da cidade estão no guia o que fazer em Barreirinhas.
Do outro lado do parque, Santo Amaro do Maranhão fica a menos de 2 km da área protegida, e dá para chegar às dunas a pé, informa o ICMBio. É o polo com mais circuitos. O mais perto da sede é o da Andorinha, com as lagoas da Andorinha, do Maçarico e da Gaivota, além das lagoas da Placa e do Recanto, no Parque Municipal vizinho.
No circuito Betânia, o visitante chega a uma comunidade que vive dentro do parque, cortada pelo Rio Alegre. O rio é raso e de temperatura agradável, e a vila tem restaurantes e redários, as varandas de redes onde se descansa depois do almoço.
O circuito América é feito só de barco, saindo do porto da cidade pelo Rio Alegre e pelo lago de Santo Amaro. Além das lagoas, o lago é ponto de avistar bichos e de ver o pôr do sol. A Lagoa da Jangada, no mesmo roteiro, é usada para o kitesurfe.
As Emendadas são duas lagoas que se unem quando há muita água. O passeio costuma ser à tarde, com caminhada e subida de dunas até o pôr do sol. Em certa época, os veículos precisam atravessar o Córrego do Murici. Na Lagoa do Junco, a manhã é reservada a quem caminha, e os veículos credenciados entram só à tarde.
A Rancharia ocupa o dia inteiro, com almoço nas bases de apoio da Rancharia, do Lavado ou do Sucuruju. Na Ponta Verde, a principal é a Lagoa do Reflexo. Perto da praia, a comunidade da Travosa recebe eventos de kitesurfe e deve o nome à água da região, de gosto que “trava” na boca, segundo o ICMBio.
Primeira Cruz é o polo dos passeios de barco. O circuito Pouso dos Guarás sai à tarde para ver as aves vermelhas, macacos-prego, golfinhos e botos, com o pôr do sol no fim, informa o ICMBio. Pela comunidade de Areinha se chega à Praia dos Veados, e por Mairi, vila de pescadores, à Praia da Barra da Baleia.
No meio do campo de dunas ficam os oásis, duas manchas de restinga com a maior diversidade de plantas e aves do parque. Ali vivem os povoados de Baixa Grande e Queimada dos Britos, com cerca de 30 famílias. A região é Zona Primitiva: não há passeio motorizado, e só os moradores podem usar veículos.
O caminho até lá é a Travessia dos Lençóis, trilha de longo curso que vai de Atins até Santo Amaro e pode durar até cinco dias, pela praia e pelas dunas. Os pernoites são feitos nas próprias comunidades. Grande parte do trajeto não tem sinal de celular, e há trechos por onde ninguém passa por dias, alerta o ICMBio.
Para a temporada de 2026, o parque fixou no Ofício Circular 5/2026 as regras para quem caminha, que valem junto com as recomendações de segurança:
- ReservaObrigatória antes da caminhada nos pontos de apoio de Atins, Baixa Grande, Queimada dos Britos e Betânia
- GrupoNo máximo 10 pessoas por condutor
- PernoiteCada grupo leva um coletor de dejetos humanos
- ProibidoGarrafas de vidro e fogueiras
- RegistroFormulário de entrada e de saída, pelo link ou QR Code divulgados pelo ICMBio
- ÁguaPelo menos 3 litros por pessoa por dia, como recomenda o ICMBio
Roteiros, regras e como chegar
Com um dia só, escolha uma porta e um circuito. Saindo de Barreirinhas, a Lagoa Azul ocupa a manhã, e a tarde fica livre para descansar na cidade. Por Santo Amaro, a combinação mais simples é a Andorinha, a pé, pela manhã, e as Emendadas à tarde, com o pôr do sol sobre as dunas.
Com dois dias, dá para juntar dunas e rio. Em Barreirinhas, o primeiro dia vai para a Lagoa Azul ou a Lagoa Bonita, e o segundo para a lancha pelo Rio Preguiças até Caburé. Em Santo Amaro, o segundo dia pode ser o barco do circuito América ou o dia inteiro na Rancharia.
Quem tem quatro ou cinco dias ganha as opções mais longas: a Lagoa da Esperança, Atins e a foz do Rio Negro, ou a própria Travessia, sempre com condutor credenciado.
A entrada no parque é gratuita, mas o passeio, não. O ICMBio não cobra taxa de visitação, e quem cobra pelo serviço são as agências e os operadores credenciados. O acesso, porém, depende do voucher emitido pelas prefeituras, segundo nota do instituto de julho de 2026.
- EntradaGratuita, sem taxa do ICMBio
- FuncionamentoO ano inteiro
- AcessoCom voucher emitido pelos municípios
- TransporteSó veículos e motoristas credenciados pelo ICMBio
- CondutorCredenciado por edital, com crachá e autorização dentro da validade
- MultasDecreto 6.514/2008 e Lei de Crimes Ambientais
O carro próprio fica na cidade. “Não é permitido o transporte de visitantes ou a realização de passeios com veículos particulares”, dizem as orientações ao visitante do ICMBio. Motos, buggies, quadriciclos e UTVs não autorizados também estão vetados, assim como rodar sobre o campo de dunas livre.
A lista de proibições inclui ainda a venda, o porte e o consumo de bebidas alcoólicas, fogueiras, churrasqueiras e fogareiros. Na hora de fechar o passeio, peça para ver o crachá do condutor e a autorização da empresa: é a recomendação do ICMBio.
Os passeios saem em 4x4 adaptados, conhecidos na região como jardineiras. Pelo edital 001/2026 do ICMBio, só se credenciam motoristas com carteira de habilitação na categoria D, a mesma de quem dirige ônibus. Motoristas de categoria B cadastrados nos editais de 2022 e 2024 puderam se recadastrar pela última vez.
O mesmo edital exige alvará de operação turística da prefeitura, o curso de formação de condutores dado pelo próprio parque e cursos de primeiros socorros e de manejo do fogo. Para o visitante, isso significa motorista com treinamento e veículo cadastrado no parque.
O ICMBio não fixa horário de abertura das áreas. O anexo do edital de 2026 indica os períodos permitidos em cada atrativo, do nascer ao pôr do sol e, em alguns, à noite. Na prática, a Lagoa Azul costuma ser de manhã, as Emendadas e o Pouso dos Guarás à tarde, e a Lagoa do Junco separa a manhã para quem caminha.
Para chegar, os aeroportos mais próximos são o de São Luís e o de Parnaíba, no Piauí, segundo o ICMBio. De São Luís a Barreirinhas são cerca de 260 km, pela BR-135 até Bacabeira e depois pela MA-402. De ônibus ou van, a viagem leva em média quatro horas, informa o Ministério do Turismo.
Para Santo Amaro e Primeira Cruz, o caminho a partir da capital segue pela BR-135, pela BR-402 e pela MA-320, indica o ICMBio. Humberto de Campos é outra cidade de acesso ao parque. Quem chega pela capital pode emendar a viagem com o roteiro de o que fazer em São Luís, com o centro histórico de azulejos.
O aeroporto de Parnaíba atende quem vem do Piauí e do Ceará. Por ele, dá para combinar os Lençóis com o Delta do Parnaíba e com o litoral cearense, descrito no guia de o que fazer em Jijoca de Jericoacoara.
Na hora de escolher a base, cada cidade tem um perfil:
- BarreirinhasUma das principais portas de entrada, segundo o ICMBio, com saída para a Lagoa Azul, a Lagoa Bonita e o Rio Preguiças
- Santo Amaro do MaranhãoA menos de 2 km do parque, com o maior número de circuitos
- AtinsVila na foz do Rio Preguiças, para quem quer esportes de vento e o início da Travessia
- Primeira CruzPasseios de barco, pouso dos guarás e a Lagoa da Areia, perene
- Betânia, Baixa Grande e Queimada dos BritosComunidades dentro do parque, com redários e pernoite para quem caminha
Com crianças pequenas, os circuitos curtos funcionam melhor. Em Santo Amaro, a Andorinha fica perto da cidade e pode ser feita a pé, e o Rio Alegre, na Betânia, é raso e de temperatura agradável, segundo o ICMBio. Os passeios de barco, como o América e o Pouso dos Guarás, trocam a estrada de areia pelo rio.
As páginas do ICMBio sobre o parque não descrevem estrutura de acessibilidade nos circuitos. O terreno é de areia fofa, a Lagoa Bonita tem escadaria de madeira e as Emendadas e o Junco exigem subir dunas. Quem tem mobilidade reduzida deve combinar o roteiro com a agência antes de fechar o passeio.
Na mochila, o ICMBio recomenda água, repelente e protetor solar. Garrafas de vidro ficam em casa, e o lixo volta com você. Nas caminhadas longas, o parque orienta a não andar entre 11h e 15h, quando a areia esquenta e o sol é mais forte.
O ICMBio indica, na página oficial da unidade, o perfil do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses no Instagram, @pnlencoismaranhenses, como canal do parque. Dúvidas sobre o voucher ficam com as prefeituras de Barreirinhas e de Santo Amaro do Maranhão, que o emitem.
Como citar: Ouviram (13 out. 2026). «Lençóis Maranhenses guardam 90 mil hectares de dunas e lagoas de chuva no litoral do Maranhão». ouviram.com.br/turismo/lencois-maranhenses-guia-completo
Os dados, tabelas e gráficos próprios do Ouviram podem ser reutilizados sob a licença CC BY 4.0, com crédito ao Ouviram. Textos e fotos não estão incluídos.
Perguntas frequentes
Pode levar drone aos Lençóis Maranhenses
O voo de drone no parque depende de autorização. O ICMBio lista a autorização para aeronaves remotamente pilotadas entre os serviços da unidade, com cadastro também no sistema Sarpas, do Departamento de Controle do Espaço Aéreo.
Pode levar cachorro aos Lençóis Maranhenses
Não. A entrada de animais domésticos é proibida no parque, segundo as orientações ao visitante do ICMBio.
Como pedir autorização para pesquisa nos Lençóis Maranhenses
O pedido é feito pelo Sisbio, o sistema de autorizações para atividades científicas do ICMBio, listado entre os serviços da unidade.
Dá para casar ou fazer ensaio fotográfico nos Lençóis
Sim, com autorização. O ICMBio exige pedido prévio para eventos e para captação e uso comercial de imagens dentro do parque.
Onde reclamar de um passeio irregular nos Lençóis Maranhenses
A reclamação vai para a Ouvidoria do ICMBio, pela plataforma Fala.BR. Anote o nome da agência, a placa do veículo e o número do crachá do condutor.
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1. Em que ano os Lençóis Maranhenses entraram na lista do Patrimônio Mundial da Unesco
O título saiu em 26 de julho de 2024, na sessão do Comitê do Patrimônio Mundial em Nova Délhi, na Índia, segundo a Unesco.
2. De onde vem a água das lagoas dos Lençóis
As lagoas não têm entrada nem saída e são abastecidas só pela chuva, que faz subir o lençol freático, segundo a Unesco.
3. Quantos quilômetros de litoral tem o parque
São cerca de 80 km de praia, segundo a Unesco e o Ministério do Turismo.
4. Como se chega à Lagoa da América, em Santo Amaro
O circuito América é feito só de barco, pelo Rio Alegre e pelo lago de Santo Amaro, informa o ICMBio.
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