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Lençóis Maranhenses guardam 90 mil hectares de dunas e lagoas de chuva no litoral do Maranhão

O ICMBio não cobra entrada, mas veta passeio em carro particular no parque, que recebeu mais de 650 mil visitantes em 2025.

Lagoa de água verde entre dunas brancas nos Lençóis Maranhenses
Lagoa de água verde se forma entre dunas brancas no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, em imagem de julho de 2017.Foto: Paulo Cattelan / Wikimedia Commons · CC BY-SA 4.0

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses protege 156.608 hectares de dunas e lagoas desde 1981, segundo o ICMBio, sem cobrar entrada. Quem planeja a viagem paga só o passeio, feito com agências, veículos e condutores credenciados.

O que torna o lugar único cabe numa frase da Unesco: as lagoas não têm entrada nem saída de água e são abastecidas só pela chuva. No período chuvoso, o lençol freático sobe e a água aflora entre as dunas. Assim se formam as lagoas temporárias, ao lado de outras permanentes, segundo a decisão que pôs o parque na lista do Patrimônio Mundial, em 2024.

90 mil hectares

é a área do campo de dunas com lagoas temporárias e permanentes, mais da metade do parque

Fonte: Unesco, decisão 46 COM 8B.6, 2024

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As dunas também se mexem. Perto da praia, as barcanas, dunas em forma de meia-lua moldadas pelo vento, têm de 50 centímetros a 1 metro de altura. Conforme avançam para o interior, sobem umas sobre as outras e chegam a 30 metros, descreve o Comitê do Patrimônio Mundial. O parque tem ainda cerca de 80 km de litoral.

A natureza mistura influências de Cerrado, Caatinga e Amazônia com restinga e manguezal, informa o ICMBio. A avaliação da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), órgão que assessora a Unesco no patrimônio natural, contabiliza mais de 850 espécies.

O parque registra mais espécies de plantas e aves do que de peixes e répteis (número de espécies)
Plantas133
Aves112
Peixes49
Répteis (ao menos)42

Fonte: UICN, avaliação do Patrimônio Mundial, outubro de 2025

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Quatro espécies do parque estão na lista brasileira de animais ameaçados: o guará, a lontra, o gato-do-mato e o peixe-boi, segundo a UICN. Parte das aves é migratória e chega da América do Norte. É um motivo de orgulho para o Nordeste: o parque maranhense divide a lista da Unesco com lugares como Iguaçu e Fernando de Noronha.

A procura acompanha a fama. O parque recebeu mais de 650 mil visitantes em 2025, mais de quatro vezes o público de 2019, segundo o ICMBio. Por isso, o instituto estuda um Número Balizador da Visitação, parâmetro técnico que vai definir quantas pessoas cada área aguenta, com apoio do Sebrae, do Instituto Federal do Maranhão e da Universidade Federal do Maranhão.

Do decreto à lista da Unesco
  • 2 de junho de 1981Decreto 86.060 cria o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses
  • 2007O parque passa à gestão do recém-criado ICMBio
  • 2017Portaria 199 do ICMBio traz as normas de visitação citadas nas orientações atuais
  • 26 de julho de 2024Unesco inscreve o parque na lista do Patrimônio Mundial, em Nova Délhi
  • 2025Parque passa de 650 mil visitantes no ano
  • Janeiro de 2026ICMBio anuncia estudo para definir o limite de visitantes por área
  • Março de 2026ICMBio publica edital para credenciar o transporte turístico dentro do parque

A estação das lagoas cheias

A paisagem muda ao longo do ano. A estação chuvosa vai de fevereiro a maio e forma as lagoas temporárias, que atingem os níveis mais altos entre maio e setembro, segundo o Ministério do Turismo. Na seca, as dunas dominam o cenário.

O auge, portanto, coincide com as férias escolares de julho e com as festas juninas do Maranhão, quando o bumba meu boi toma conta de São Luís. É a alta temporada, com mais gente nas lagoas e nas estradas. Em 12 de julho de 2026, a fila de veículos na estrada de Santo Amaro levou o ICMBio a explicar, em nota, que o fluxo era reflexo da alta temporada.

Se você tem filhos em idade escolar, julho é o mês mais prático para a família. Vale reservar hospedagem e passeio com antecedência e preferir as primeiras saídas da manhã. Quem pode viajar fora das férias encontra as lagoas ainda cheias em agosto e no começo de setembro.

Quem vai agora, entre outubro e janeiro, encontra as lagoas temporárias menores, mas nem tudo seca. A UICN cita como permanentes o lago de Santo Amaro e o da Travosa, e lembra que as lagoas do oásis de Baixa Grande ficam fundas a maior parte do ano. Em Primeira Cruz, a Lagoa da Areia é perene e boa para banho justamente na seca, informa o ICMBio.

O calendário de feriados ajuda a encaixar a viagem. Finados, em 2 de novembro de 2026, cai numa segunda-feira, e o Dia da Consciência Negra, feriado nacional em 20 de novembro, numa sexta. São dois fins de semana prolongados, já na época das dunas mais secas, como mostra o calendário de feriados de 2026.

O que ver em cada polo do parque

O ICMBio organiza a visita em polos, descritos no plano de uso público do parque. Barreirinhas e Santo Amaro do Maranhão são as principais cidades de acesso, segundo o instituto. Primeira Cruz aposta nos passeios de barco, e o Polo Oásis, no miolo das dunas, só se alcança a pé.

CircuitoSaídaComo se chegaDestaque
Lagoa AzulBarreirinhas4x4, meio período, de manhãLagoas Azul, da Preguiça, da Esmeralda e do Peixe
Lagoa BonitaBarreirinhas4x4 e escadaria de madeira até as dunasLagoas do Clone, do Descanso e Bonita
Lagoa da EsperançaBarreirinhasVeículo credenciado, mais de uma hora de percursoNascente do Rio Negro
BetâniaSanto AmaroVeículo credenciadoRio Alegre, raso, e lagoas da Betânia, da Pedra e do Cajueirinho
AméricaSanto AmaroSó de barcoLagoas da América, da Jangada e, em anos de chuva, do Jalapão
EmendadasSanto AmaroVeículo credenciado e caminhada com subida de dunas, à tardeDuas lagoas que se unem quando há muita água
RanchariaSanto AmaroDia inteiro, de veículo credenciado ou a péLagoas do Bicudo Gordo e da Domingas
Pouso dos GuarásPrimeira CruzBarco, à tardeGuarás, macacos-prego, botos e pôr do sol

Fonte: ICMBio, páginas dos polos do parque, agosto de 2026

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Em Barreirinhas, o circuito da Lagoa Azul é o clássico de quem chega pela primeira vez. Costuma sair de manhã, em meio período, com trilha de 4x4 e parada para banho. As lagoas do roteiro aparecem ou somem conforme a chuva, o vento e o movimento das dunas, avisa o ICMBio.

A Lagoa Bonita exige um pouco mais de perna: depois da estrada de areia, uma escadaria de madeira leva ao alto das dunas. Já a Lagoa da Esperança fica na divisa com Santo Amaro, a mais de uma hora de estrada, cercada de vegetação nativa onde nasce o Rio Negro.

No extremo nordeste do parque, o povoado de pescadores do Canto dos Lençóis é o ponto de partida da Travessia. A vila de Atins, na foz do Rio Preguiças, fica fora do parque, mas colada a ele. Ali se pratica kitesurfe, windsurfe, caiaque, stand up paddle e surfe, e há passeios de bicicleta e a cavalo.

De Atins, um roteiro pela praia do parque leva à foz do Rio Negro, onde o rio encontra o mar, e à Lagoa Verde. As pequenas cachoeiras à beira-mar só têm água quando o rio corre, por isso o ICMBio recomenda perguntar antes aos prestadores.

Fora do parque, o Rio Preguiças completa a viagem. O passeio de lancha de dia inteiro sai de Barreirinhas com paradas em Vassouras, Mandacaru e Caburé. Em Mandacaru, o Farol Preguiças tem 35 metros de altura e 160 degraus até o topo, com vista do rio e do mar. Detalhes da cidade estão no guia o que fazer em Barreirinhas.

Do outro lado do parque, Santo Amaro do Maranhão fica a menos de 2 km da área protegida, e dá para chegar às dunas a pé, informa o ICMBio. É o polo com mais circuitos. O mais perto da sede é o da Andorinha, com as lagoas da Andorinha, do Maçarico e da Gaivota, além das lagoas da Placa e do Recanto, no Parque Municipal vizinho.

No circuito Betânia, o visitante chega a uma comunidade que vive dentro do parque, cortada pelo Rio Alegre. O rio é raso e de temperatura agradável, e a vila tem restaurantes e redários, as varandas de redes onde se descansa depois do almoço.

O circuito América é feito só de barco, saindo do porto da cidade pelo Rio Alegre e pelo lago de Santo Amaro. Além das lagoas, o lago é ponto de avistar bichos e de ver o pôr do sol. A Lagoa da Jangada, no mesmo roteiro, é usada para o kitesurfe.

As Emendadas são duas lagoas que se unem quando há muita água. O passeio costuma ser à tarde, com caminhada e subida de dunas até o pôr do sol. Em certa época, os veículos precisam atravessar o Córrego do Murici. Na Lagoa do Junco, a manhã é reservada a quem caminha, e os veículos credenciados entram só à tarde.

A Rancharia ocupa o dia inteiro, com almoço nas bases de apoio da Rancharia, do Lavado ou do Sucuruju. Na Ponta Verde, a principal é a Lagoa do Reflexo. Perto da praia, a comunidade da Travosa recebe eventos de kitesurfe e deve o nome à água da região, de gosto que “trava” na boca, segundo o ICMBio.

Primeira Cruz é o polo dos passeios de barco. O circuito Pouso dos Guarás sai à tarde para ver as aves vermelhas, macacos-prego, golfinhos e botos, com o pôr do sol no fim, informa o ICMBio. Pela comunidade de Areinha se chega à Praia dos Veados, e por Mairi, vila de pescadores, à Praia da Barra da Baleia.

No meio do campo de dunas ficam os oásis, duas manchas de restinga com a maior diversidade de plantas e aves do parque. Ali vivem os povoados de Baixa Grande e Queimada dos Britos, com cerca de 30 famílias. A região é Zona Primitiva: não há passeio motorizado, e só os moradores podem usar veículos.

O caminho até lá é a Travessia dos Lençóis, trilha de longo curso que vai de Atins até Santo Amaro e pode durar até cinco dias, pela praia e pelas dunas. Os pernoites são feitos nas próprias comunidades. Grande parte do trajeto não tem sinal de celular, e há trechos por onde ninguém passa por dias, alerta o ICMBio.

Para a temporada de 2026, o parque fixou no Ofício Circular 5/2026 as regras para quem caminha, que valem junto com as recomendações de segurança:

  • ReservaObrigatória antes da caminhada nos pontos de apoio de Atins, Baixa Grande, Queimada dos Britos e Betânia
  • GrupoNo máximo 10 pessoas por condutor
  • PernoiteCada grupo leva um coletor de dejetos humanos
  • ProibidoGarrafas de vidro e fogueiras
  • RegistroFormulário de entrada e de saída, pelo link ou QR Code divulgados pelo ICMBio
  • ÁguaPelo menos 3 litros por pessoa por dia, como recomenda o ICMBio

Roteiros, regras e como chegar

Com um dia só, escolha uma porta e um circuito. Saindo de Barreirinhas, a Lagoa Azul ocupa a manhã, e a tarde fica livre para descansar na cidade. Por Santo Amaro, a combinação mais simples é a Andorinha, a pé, pela manhã, e as Emendadas à tarde, com o pôr do sol sobre as dunas.

Com dois dias, dá para juntar dunas e rio. Em Barreirinhas, o primeiro dia vai para a Lagoa Azul ou a Lagoa Bonita, e o segundo para a lancha pelo Rio Preguiças até Caburé. Em Santo Amaro, o segundo dia pode ser o barco do circuito América ou o dia inteiro na Rancharia.

Quem tem quatro ou cinco dias ganha as opções mais longas: a Lagoa da Esperança, Atins e a foz do Rio Negro, ou a própria Travessia, sempre com condutor credenciado.

A entrada no parque é gratuita, mas o passeio, não. O ICMBio não cobra taxa de visitação, e quem cobra pelo serviço são as agências e os operadores credenciados. O acesso, porém, depende do voucher emitido pelas prefeituras, segundo nota do instituto de julho de 2026.

  • EntradaGratuita, sem taxa do ICMBio
  • FuncionamentoO ano inteiro
  • AcessoCom voucher emitido pelos municípios
  • TransporteSó veículos e motoristas credenciados pelo ICMBio
  • CondutorCredenciado por edital, com crachá e autorização dentro da validade
  • MultasDecreto 6.514/2008 e Lei de Crimes Ambientais

O carro próprio fica na cidade. “Não é permitido o transporte de visitantes ou a realização de passeios com veículos particulares”, dizem as orientações ao visitante do ICMBio. Motos, buggies, quadriciclos e UTVs não autorizados também estão vetados, assim como rodar sobre o campo de dunas livre.

A lista de proibições inclui ainda a venda, o porte e o consumo de bebidas alcoólicas, fogueiras, churrasqueiras e fogareiros. Na hora de fechar o passeio, peça para ver o crachá do condutor e a autorização da empresa: é a recomendação do ICMBio.

Os passeios saem em 4x4 adaptados, conhecidos na região como jardineiras. Pelo edital 001/2026 do ICMBio, só se credenciam motoristas com carteira de habilitação na categoria D, a mesma de quem dirige ônibus. Motoristas de categoria B cadastrados nos editais de 2022 e 2024 puderam se recadastrar pela última vez.

O mesmo edital exige alvará de operação turística da prefeitura, o curso de formação de condutores dado pelo próprio parque e cursos de primeiros socorros e de manejo do fogo. Para o visitante, isso significa motorista com treinamento e veículo cadastrado no parque.

O ICMBio não fixa horário de abertura das áreas. O anexo do edital de 2026 indica os períodos permitidos em cada atrativo, do nascer ao pôr do sol e, em alguns, à noite. Na prática, a Lagoa Azul costuma ser de manhã, as Emendadas e o Pouso dos Guarás à tarde, e a Lagoa do Junco separa a manhã para quem caminha.

Para chegar, os aeroportos mais próximos são o de São Luís e o de Parnaíba, no Piauí, segundo o ICMBio. De São Luís a Barreirinhas são cerca de 260 km, pela BR-135 até Bacabeira e depois pela MA-402. De ônibus ou van, a viagem leva em média quatro horas, informa o Ministério do Turismo.

Para Santo Amaro e Primeira Cruz, o caminho a partir da capital segue pela BR-135, pela BR-402 e pela MA-320, indica o ICMBio. Humberto de Campos é outra cidade de acesso ao parque. Quem chega pela capital pode emendar a viagem com o roteiro de o que fazer em São Luís, com o centro histórico de azulejos.

O aeroporto de Parnaíba atende quem vem do Piauí e do Ceará. Por ele, dá para combinar os Lençóis com o Delta do Parnaíba e com o litoral cearense, descrito no guia de o que fazer em Jijoca de Jericoacoara.

Na hora de escolher a base, cada cidade tem um perfil:

  • BarreirinhasUma das principais portas de entrada, segundo o ICMBio, com saída para a Lagoa Azul, a Lagoa Bonita e o Rio Preguiças
  • Santo Amaro do MaranhãoA menos de 2 km do parque, com o maior número de circuitos
  • AtinsVila na foz do Rio Preguiças, para quem quer esportes de vento e o início da Travessia
  • Primeira CruzPasseios de barco, pouso dos guarás e a Lagoa da Areia, perene
  • Betânia, Baixa Grande e Queimada dos BritosComunidades dentro do parque, com redários e pernoite para quem caminha

Com crianças pequenas, os circuitos curtos funcionam melhor. Em Santo Amaro, a Andorinha fica perto da cidade e pode ser feita a pé, e o Rio Alegre, na Betânia, é raso e de temperatura agradável, segundo o ICMBio. Os passeios de barco, como o América e o Pouso dos Guarás, trocam a estrada de areia pelo rio.

As páginas do ICMBio sobre o parque não descrevem estrutura de acessibilidade nos circuitos. O terreno é de areia fofa, a Lagoa Bonita tem escadaria de madeira e as Emendadas e o Junco exigem subir dunas. Quem tem mobilidade reduzida deve combinar o roteiro com a agência antes de fechar o passeio.

Na mochila, o ICMBio recomenda água, repelente e protetor solar. Garrafas de vidro ficam em casa, e o lixo volta com você. Nas caminhadas longas, o parque orienta a não andar entre 11h e 15h, quando a areia esquenta e o sol é mais forte.


O ICMBio indica, na página oficial da unidade, o perfil do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses no Instagram, @pnlencoismaranhenses, como canal do parque. Dúvidas sobre o voucher ficam com as prefeituras de Barreirinhas e de Santo Amaro do Maranhão, que o emitem.

Como citar: Ouviram (13 out. 2026). «Lençóis Maranhenses guardam 90 mil hectares de dunas e lagoas de chuva no litoral do Maranhão». ouviram.com.br/turismo/lencois-maranhenses-guia-completo

Os dados, tabelas e gráficos próprios do Ouviram podem ser reutilizados sob a licença CC BY 4.0, com crédito ao Ouviram. Textos e fotos não estão incluídos.

Perguntas frequentes

Pode levar drone aos Lençóis Maranhenses

O voo de drone no parque depende de autorização. O ICMBio lista a autorização para aeronaves remotamente pilotadas entre os serviços da unidade, com cadastro também no sistema Sarpas, do Departamento de Controle do Espaço Aéreo.

Pode levar cachorro aos Lençóis Maranhenses

Não. A entrada de animais domésticos é proibida no parque, segundo as orientações ao visitante do ICMBio.

Como pedir autorização para pesquisa nos Lençóis Maranhenses

O pedido é feito pelo Sisbio, o sistema de autorizações para atividades científicas do ICMBio, listado entre os serviços da unidade.

Dá para casar ou fazer ensaio fotográfico nos Lençóis

Sim, com autorização. O ICMBio exige pedido prévio para eventos e para captação e uso comercial de imagens dentro do parque.

Onde reclamar de um passeio irregular nos Lençóis Maranhenses

A reclamação vai para a Ouvidoria do ICMBio, pela plataforma Fala.BR. Anote o nome da agência, a placa do veículo e o número do crachá do condutor.

#LugaresParaConhecer#LençóisMaranhenses#Barreirinhas#Maranhão#ICMBio

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  1. 1. Em que ano os Lençóis Maranhenses entraram na lista do Patrimônio Mundial da Unesco

  2. 2. De onde vem a água das lagoas dos Lençóis

  3. 3. Quantos quilômetros de litoral tem o parque

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