Delta do Parnaíba divide o rio em cinco braços entre ilhas, dunas e a revoada dos guarás
A entrada na área protegida pelo ICMBio é gratuita, e os barcos saem de Ilha Grande, no Piauí, e de Tutoia, no Maranhão, todos os dias da semana.

O Delta do Parnaíba abre o rio em cinco braços até o Atlântico, entre ilhas, manguezais e dunas, informa o ICMBio. A visita não tem ingresso: você paga só o passeio de barco, que sai todos os dias de Ilha Grande, no Piauí, ou de Tutoia, no Maranhão.
O Governo do Piauí apresenta o lugar como o único delta em mar aberto das Américas. Ali, o rio se espalha por canais e ilhas e entrega a água direto ao oceano. Daí a mistura que encanta quem visita, com banho de água doce e salgada no mesmo passeio, descreve o ICMBio.
- Onde ficaLitoral do Piauí e leste do Maranhão, com Parnaíba (PI) como principal cidade de apoio
- Área protegida309.594 hectares na Área de Proteção Ambiental (APA) Delta do Parnaíba, criada em 28 de agosto de 1996
- Quem administraInstituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), com sede na Rua Merval Veras, 80, Bairro do Carmo, em Parnaíba
- IngressoGrátis; agências cobram pelos passeios de barco, trilhas e serviços
- FuncionamentoTodos os dias; passeios em horário comercial, com saída extra no fim da tarde para a revoada dos guarás
- Portos de saídaPorto dos Tatus, em Ilha Grande (PI), e Porto de Tutoia (MA)
- Melhor épocaSegundo semestre, mais seco; alta temporada em dezembro, janeiro, fevereiro e julho
- Telefone do ICMBio(86) 3321-1615
A APA alcança 10 municípios de três estados, informa o ICMBio. No Maranhão, são Tutoia, Paulino Neves, Araioses e Água Doce do Maranhão. No Piauí, Ilha Grande, Parnaíba, Luís Correia e Cajueiro da Praia, ou seja, todo o litoral piauiense. No Ceará, Chaval e Barroquinha.
309.594 hectares
é a área da APA Delta do Parnaíba, que protege o delta e todo o litoral do Piauí
Fonte: ICMBio, outubro de 2026
Dentro dela há outra unidade de conservação, mais restrita. É a Reserva Extrativista Marinha do Delta do Parnaíba, de 27.022,07 hectares, criada em 16 de novembro de 2000, segundo o ICMBio. Ela protege o modo de vida de pescadores e coletores. A Ilha das Canárias, uma das paradas mais procuradas dos passeios, fica nessa reserva.
Ilhas, igarapés e a revoada dos guarás: o que ver no delta
O passeio de barco pelo Delta do Parnaíba sai do Porto dos Tatus, em Ilha Grande (PI), ou do Porto de Tutoia (MA), segundo o ICMBio. Dali, segue pelos canais até as barras onde o rio encontra o mar. São cinco saídas: Igaraçu, Canárias, Caju, Melancieiras e Tutoia.
O Porto dos Tatus concentra a maior parte do movimento. Por ali embarcaram 70 mil turistas em 2025, ante 56 mil no ano anterior, segundo a Secretaria Municipal de Turismo de Ilha Grande. O crescimento foi de 25%, e o delta inteiro passou de 100 mil visitantes no ano, segundo a mesma secretaria.
É um movimento grande para Ilha Grande, cidade de 9.540 moradores, a estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2026.
Fonte: Secretaria de Turismo de Ilha Grande e Governo do Piauí, dezembro de 2025
Há dois tipos de barco, e a escolha muda o passeio. As embarcações grandes levam até 80 pessoas e vão do Porto dos Tatus à Ilha dos Poldros, no Maranhão, na Barra das Canárias, informa o ICMBio. No caminho passam pela Caída do Morro, o trecho em que as dunas descem até a beira do rio.
As voadeiras, lanchas com até 14 lugares, entram nos cantos mais escondidos. Saem dos Tatus e de Tutoia rumo às barras das Canárias, do Caju e das Melancieiras, por igarapés, os canais estreitos entre o mangue. Nesses trechos ficam os ninhais de guarás e garças, e é comum ver macaco-prego, guariba, jacaré e capivara, segundo o ICMBio.
O ponto alto do dia é a revoada dos guarás. Todos os dias, entre 17h e 18h, centenas dessas aves de penas vermelhas voltam aos manguezais para dormir, segundo o Governo do Piauí. A cor intensa vem da alimentação rica em crustáceos, sobretudo caranguejos.
O roteiro da revoada parte do Porto dos Tatus e percorre canais até a Ilha das Canárias, onde há parada para almoço. Antes do pôr do sol, o barco para ainda para banho nas dunas da Baía do Caju. A observação é feita de pequenas embarcações, a uma distância que não interfere no comportamento das aves.
Leonardo Carão, guia e pescador, acompanha o fenômeno há 15 anos e falou sobre ele ao Governo do Piauí em janeiro. “A revoada dos guarás já faz sucesso há muito tempo, é uma coisa bem característica aqui do litoral, tem muita procura e tem gente que vem e volta”, disse.
Na alta temporada, os passeios saem duas vezes por dia, todos os dias da semana, segundo o Governo do Piauí. O delta integra o Catálogo de Experiências Turísticas do Brasil, lançado pelo Ministério do Turismo durante a COP30, e a revoada está entre as vivências escolhidas pelo Piauí. O governo estadual conta mais de 75 ilhas no delta.
“A revoada dos guarás já faz sucesso há muito tempo, é uma coisa bem característica aqui do litoral”
O delta também é casa de gente. A Ilha das Canárias, em Araioses (MA), abriga um povoado de pescadores com mais de 2.500 moradores, segundo o ICMBio.
Em Ilha Grande dos Paulinos, em Tutoia, vivem famílias de um assentamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Elas tiram o sustento da pesca, da cata do caranguejo e do artesanato com palha de carnaúba.
Visitar essas comunidades é uma forma de turismo de base comunitária, em que o próprio morador recebe o visitante. Pescadores, artesãos, catadores de caranguejo e coletores de ostras e mariscos mostram como vivem integrados ao mangue, descreve o ICMBio.
A lista de animais protegidos ajuda a entender o valor do lugar. A APA abriga espécies ameaçadas como o peixe-boi-marinho, o boto-cinza, o guariba-de-mãos-ruivas, cinco espécies de tartaruga-marinha e aves migratórias como o maçarico-de-papo-vermelho, segundo a lista oficial do ICMBio. Entre os peixes estão o mero e o cavalo-marinho.
Parnaíba, praias e lagoas: o que ver em terra
Parnaíba é a base da maioria das viagens ao delta. A cidade tem 171.342 moradores, segundo a estimativa do IBGE para 2026, aeroporto e rodoviária, informa o ICMBio. Do centro saem as estradas para a Pedra do Sal, pela PI-116, e para Ilha Grande, pela PI-210.
O coração histórico é o Porto das Barcas, à beira do Rio Igaraçu, um dos braços do delta. O conjunto de armazéns antigos integra a área tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e hoje reúne lojas de artesanato, restaurantes e agências de passeio.
No mesmo complexo funciona o Museu do Mar do Delta do Parnaíba, o MuMar, criado para contar a natureza e a história da região. O museu recebeu 37 mil visitantes só no primeiro semestre de 2024, segundo o Governo do Piauí, e virou ponto de encontro à noite no Porto das Barcas.
A cerca de 15 km do centro fica a Praia da Pedra do Sal, na Ilha Grande de Santa Isabel. São 8 km de areia divididos por rochedos de granito que avançam no mar, segundo o ICMBio.
De um lado fica o mar bravo, procurado por surfistas. Do outro, o lado manso, bom para banho e para ver o pôr do sol. Os pescadores da vila abastecem os bares da praia.
Entre Parnaíba e Luís Correia, a Lagoa do Portinho junta água doce e dunas que se deslocam com o vento. A lagoa é uma Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie), unidade de conservação da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí (Semarh). Serve de refúgio para aves migratórias.
José Netto, gerente de Unidades de Conservação da Semarh, explicou em abril por que a lagoa exige cuidado. “A Lagoa do Portinho é uma das unidades de conservação que mais recebem turistas no estado. Por isso, é fundamental garantir o ordenamento do turismo, para que a visitação aconteça de forma sustentável e sem comprometer a integridade ambiental do local”, disse.
A orla da lagoa tem píer, playground, academia ao ar livre e Centro de Educação Ambiental, segundo o Governo do Piauí. Há ainda postos da Semarh, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Ambiental.
Em Luís Correia, a Praia de Atalaia tem faixa de areia plana, ondas fracas, quiosques e calçadão, com acesso pela BR-343, segundo o ICMBio. A rodoviária da cidade fica a 2 km da praia.
Mais a leste, em Cajueiro da Praia, estão dois passeios únicos do litoral piauiense. O primeiro é o do cavalo-marinho, que começa na sede da Barratur, associação de moradores de Barra Grande.
O visitante vai de charrete até o mangue e segue em canoa a remo pelos rios Caramupim e Cardoso, até a Ilha do Cavalo-Marinho. Lá, o condutor mergulha, pega o animal com cuidado e o coloca num pequeno aquário para observação, descreve o ICMBio.
O segundo é o do peixe-boi-marinho, nos estuários dos rios Timonha e Ubatuba, na divisa com o Ceará, berçário da espécie. Pescadores de Cajueiro da Praia e de Chaval levam o visitante em barcos de motor de rabeta. Já foram vistos mais de dez peixes-boi no estuário, segundo o ICMBio.
A chance depende da maré, da lua e das chuvas; no estuário, os animais aparecem mais no primeiro semestre.
No Pontal do Socó, também em Cajueiro da Praia, a Base Peixe-Boi Marinho, criada em 1994, recebe visitas de segunda a sexta, em horário comercial. Tem um pequeno museu com esqueletos de animais marinhos e de rio.
Do lado do Maranhão, Tutoia é a outra porta do delta. A Praia do Amor, uma das poucas da região com ondas acima de meio metro, só é alcançada pela areia na maré baixa, segundo o ICMBio. Ali começam as dunas dos Pequenos Lençóis, unidade de conservação estadual.
No Ceará, Chaval é conhecida como “Cidade das Pedras”, com trilhas entre monólitos e inscrições rupestres. Bitupitá, em Barroquinha, mantém os currais de pesca que avançam a mais de cinco milhas mar adentro, segundo o ICMBio.
- 1Porto dos Tatus parqueIlha Grande, PIprincipal saída dos barcos para o delta e para a revoada dos guarás
- 2Porto das Barcas mercadoCentro, Parnaíbaarmazéns históricos com artesanato, restaurantes e agências
- 3Museu do Mar do Delta do Parnaíba museuPorto das Barcas, Centro, Parnaíbamuseu sobre a natureza e a história do delta
- 4Praia da Pedra do Sal praiaIlha Grande de Santa Isabel, Parnaíba8 km de praia com lado bravo e lado manso
- 5Lagoa do Portinho parqueentre Parnaíba e Luís Correialagoa de água doce entre dunas, com píer e playground
- 6Praia de Atalaia praiaLuís Correia, PIpraia de ondas fracas com calçadão e quiosques
- 7Barra Grande praiaCajueiro da Praia, PIvila do passeio do cavalo-marinho e do kitesurf de agosto a dezembro
- 8Base Peixe-Boi Marinho museuPontal do Socó, Cajueiro da Praia, PIvisitas de segunda a sexta, em horário comercial
- 9Morro Branco trilhaIlha Grande, PIdunas da Caída do Morro, à beira do Rio dos Tatus
- 10Ilha das Canárias praiaAraioses, MApovoado de pescadores e parada de almoço nos passeios
- 11Porto de Tutoia parqueTutoia, MAsaída das voadeiras para as barras do Caju e das Melancieiras
- 12Praia do Amor praiaTutoia, MAacesso só pela areia, na maré baixa
- 13Porto do Mosquito praiaChaval, CEporto de águas calmas a 1,5 km do centro
- 14Praia de Bitupitá praiaBarroquinha, CEvila de pescadores com currais de pesca
Mapa: © colaboradores do OpenStreetMap. Toque num nome da lista para vê-lo no mapa.
Roteiros de um e de dois dias, como chegar e regras de visita
Com um dia só, o melhor é juntar o delta e a revoada. O passeio da revoada sai do Porto dos Tatus antes do almoço, que é servido na Ilha das Canárias, e termina com os guarás ao entardecer. Com dois dias, dá para conhecer o delta num e a cidade e as praias no outro.
- Primeiro dia: passeio pelo delta a partir do Porto dos Tatus, com almoço na Ilha das Canárias, banho na Baía do Caju e revoada dos guarás.
- Segundo dia, manhã: Praia da Pedra do Sal, a 15 km do centro de Parnaíba, ou Lagoa do Portinho, no caminho para Luís Correia.
- Segundo dia, fim de tarde: Porto das Barcas e Museu do Mar, com jantar nos restaurantes do complexo.
- Com um terceiro dia: Barra Grande, em Cajueiro da Praia, para o passeio do cavalo-marinho, que precisa ser agendado com antecedência porque depende da maré.
Para chegar de avião, o destino é o aeroporto de Parnaíba, que tem voos para Fortaleza, segundo o Governo do Piauí. A partir de novembro de 2026, a Azul volta a ligar Parnaíba a Confins, na Grande Belo Horizonte, às quartas e aos sábados, com aviões de até 136 lugares.
Outra opção é voar até Teresina e seguir pela BR-343, a estrada que liga a capital ao litoral.
De carro, as principais rodovias são a BR-343, até Parnaíba, e a BR-402, informa o ICMBio. A BR-402 liga o litoral do Ceará, em Chaval e Barroquinha, ao do Piauí e segue para o Maranhão.
Do lado maranhense, quem sai de São Luís usa a BR-402 e as estradas estaduais MA-315 e MA-312 até Paulino Neves, Tutoia, Água Doce e Araioses.
O delta fica no meio da Rota das Emoções, o roteiro turístico que liga o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses ao Parque Nacional de Jericoacoara, informa o ICMBio.
Muita gente faz o trajeto inteiro numa só viagem: veja o guia dos Lençóis Maranhenses, com dicas de Barreirinhas, e o de Jijoca de Jericoacoara. Quem chega por Teresina encontra no guia o que fazer em Teresina uma boa parada antes do litoral.
Há hotéis, pousadas e resorts nos 10 municípios da APA, segundo o ICMBio, de Tutoia e Araioses, no Maranhão, a Chaval e Barroquinha, no Ceará. Parnaíba é a escolha mais prática para quem vai de avião; Luís Correia, para quem quer ficar perto da praia.
A melhor época depende do que você quer ver. A alta temporada, com mais saídas de barco, vai de dezembro a fevereiro e inclui julho, segundo o ICMBio.
O primeiro semestre é o período chuvoso, quando o movimento cai e as cidades ficam mais tranquilas; as lagoas entre as dunas do Morro Branco aparecem no fim desse período. Para o kitesurf, a temporada vai de setembro a dezembro.
Se você vai com crianças, vale considerar os barcos maiores, de até 80 lugares. Reserve também uma manhã para a Lagoa do Portinho, que tem água doce, playground e posto do Corpo de Bombeiros. A orla da lagoa é pavimentada, o que facilita a circulação de carrinhos de bebê e de pessoas com mobilidade reduzida.
O ICMBio não informa estrutura adaptada nos barcos, por isso vale perguntar à agência antes de fechar o passeio.
O que levar, com base nas orientações do ICMBio para quem faz trilhas e passeios:
- ProteçãoProtetor solar, boné ou chapéu e repelente
- RoupasLeves, com troca para o banho de rio e de mar
- CalçadoSapato confortável para as trilhas nas dunas
- ChuvaCapa ou casaco leve no primeiro semestre
- LixoUm saco para trazer tudo de volta, já que é proibido deixar lixo na área
As regras valem para toda a APA. É proibido circular de carro na faixa de praia, e dunas, apicuns (terrenos salgados junto ao mangue) e restingas são Áreas de Preservação Permanente, com circulação restrita, informa o ICMBio. A Reserva Extrativista tem regras ainda mais rígidas. Caça, desmatamento e lixo são proibidos, e o órgão pede silêncio nas áreas mais selvagens.
Nas comunidades do interior, as estradas são de areia e piçarra, e o ICMBio recomenda veículo com tração e revisão em dia. Para atravessar o delta, só de barco, com as agências que operam na região.
- 1994É criada a Base Peixe-Boi Marinho, no Pontal do Socó, em Cajueiro da Praia
- 28 de agosto de 1996Decreto federal cria a Área de Proteção Ambiental Delta do Parnaíba
- 16 de novembro de 2000Decreto cria a Reserva Extrativista Marinha do Delta do Parnaíba, com 27.022,07 hectares
- 5 de agosto de 2020ICMBio aprova o plano de manejo e o zoneamento da APA
- 2024Delta recebe 56.577 visitantes, mais que o dobro de 2020
- 2025Porto dos Tatus registra 70 mil embarques, alta de 25% em um ano
- Novembro de 2026Voos diretos entre Parnaíba e Confins (MG) voltam a operar
O ICMBio atende visitantes e recebe denúncias pelo telefone (86) 3321-1615 e pelo e-mail [email protected]. Os voos da Azul entre Confins e Parnaíba começam em novembro, às quartas e aos sábados.
Como citar: Ouviram (24 out. 2026). «Delta do Parnaíba divide o rio em cinco braços entre ilhas, dunas e a revoada dos guarás». ouviram.com.br/turismo/delta-do-parnaiba-guia-completo
Os dados, tabelas e gráficos próprios do Ouviram podem ser reutilizados sob a licença CC BY 4.0, com crédito ao Ouviram. Textos e fotos não estão incluídos.
Perguntas frequentes
Como denunciar crime ambiental no Delta do Parnaíba
A denúncia pode ser feita pelo formulário da página da APA Delta do Parnaíba no site do ICMBio ou pelo telefone (86) 3321-1615. Caça, desmatamento e lixo são proibidos em toda a área.
Onde fica o escritório do ICMBio em Parnaíba
A sede da APA Delta do Parnaíba fica na Rua Merval Veras, 80, no Bairro do Carmo, em Parnaíba. O e-mail é [email protected].
Dá para fazer kitesurf no litoral do Delta do Parnaíba
Sim. Barra Grande, em Cajueiro da Praia, recebe praticantes de kitesurf na época de vento forte, de agosto a dezembro, segundo o ICMBio, que recomenda combinar antes com a comunidade local a área de prática.
O que é a Reserva Extrativista Marinha do Delta do Parnaíba
É uma unidade de conservação de 27.022,07 hectares criada em 16 de novembro de 2000, dentro da APA, onde comunidades tradicionais vivem da pesca e da coleta. É a área com mais restrição de uso, e a Ilha das Canárias fica dentro dela.
O Delta do Parnaíba tem plano de manejo
Sim. O plano de manejo da APA foi aprovado pela Portaria nº 827, de 5 de agosto de 2020, do ICMBio, com mapa de zoneamento que define onde cada atividade é permitida.
Precisa de autorização para pesquisa científica no Delta do Parnaíba
Sim. Coleta e pesquisa em unidades de conservação federais dependem de autorização do ICMBio pelo Sisbio, o sistema de autorizações para atividades científicas.
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1. Por quantas barras o Rio Parnaíba chega ao Oceano Atlântico
São cinco saídas para o mar: Igaraçu, Canárias, Caju, Melancieiras e Tutoia, segundo o ICMBio.
2. Em que horário acontece a revoada dos guarás no Delta do Parnaíba
As aves voltam aos manguezais para dormir entre 17h e 18h, todos os dias, segundo o Governo do Piauí.
3. Em que ano foi criada a APA Delta do Parnaíba
A Área de Proteção Ambiental foi criada por decreto de 28 de agosto de 1996, segundo o ICMBio.
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