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Onde comer em Salvador, do acarajé do Rio Vermelho ao bufê do Pelourinho e ao café da Pituba
Os tabuleiros dos largos de Santana e da Mariquita, no Rio Vermelho, abrem no fim da tarde, num roteiro que vai da comida de rua à moqueca de R$ 212.

Para comer bem em Salvador, comece pelo acarajé de tabuleiro no fim da tarde, nos largos de Santana e da Mariquita, no Rio Vermelho. Depois, prove a moqueca baiana num restaurante do mesmo bairro, almoce o bufê de comida típica no Pelourinho e termine com café especial ou pãozinho delícia na Pituba.
A capital baiana tem 2.559.945 moradores, pela estimativa de 2026 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Sua comida mais famosa tem proteção oficial. O ofício das baianas de acarajé está inscrito desde 2005 no Livro dos Saberes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.
Este guia reúne só endereços com site oficial no ar ou com informação publicada pela Prefeitura de Salvador, no portal Visit Salvador da Bahia, mantido pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult). Horários aparecem quando a própria casa os publica e mudam em feriados. Onde o site não informa preço, o guia não arrisca número.
- Primeira paradaTabuleiros de acarajé dos largos de Santana e da Mariquita, no Rio Vermelho
- Moqueca à mesaCasa de Tereza, Rua Odilon Santos, 45, Rio Vermelho
- Bufê de comida baianaRestaurante-escola do Senac, no Largo do Pelourinho, com cerca de 40 pratos
- Almoço a quilo no CentroD'Skina, no Largo Dois de Julho, todos os dias, das 11h30 às 15h
- Café especialDCAE Cafeteria, Rua das Hortênsias, 776, Pituba
- Pãozinho delíciaPãozito, na Pituba e no Centro Histórico
- ÔnibusR$ 5,90; metrô, R$ 4,10; Elevador Lacerda, R$ 1
- 1Largo de Santana restauranteRio Vermelhotabuleiros de acarajé e abará no fim da tarde
- 2Largo da Mariquita restauranteRio Vermelhotabuleiros de acarajé e bares em volta
- 3Casa de Tereza restauranteRua Odilon Santos, 45, Rio Vermelhomoquecas e comida baiana da chef Tereza Paim; aberto todos os dias a partir das 12h
- 4Restaurante-Escola Senac Pelourinho restauranteLargo do Pelourinho, Pelourinhobufê com cerca de 40 pratos baianos
- 5Pãozito caféRua da Misericórdia, 3, Centro Históricopãozinho delícia, em frente à Prefeitura de Salvador
- 6Mercado Modelo mercadoPraça Visconde de Cayru, Comércioartesanato e restaurantes com vista para a baía
- 7D'Skina Restaurante restaurantePraça General Inocêncio Galvão, 26, Dois de Julhobufê a quilo e à la carte, todos os dias, das 11h30 às 15h
- 8Perini Graça caféRua Princesa Leopoldina, 398, Graçapadaria, doceria, delicatéssen e restaurante; segunda a sábado, das 6h30 às 21h
- 9Boteco Megiro barAvenida Santa Luzia, 656, Horto Florestalpetiscos baianos de boteco; terça a domingo
- 10DCAE Cafeteria caféRua das Hortênsias, 776, Pitubacafé especial; terça a domingo, a partir das 9h
- 11Pãozito Pituba caféRua das Hortênsias, 478, Pitubapãozinho delícia, croissants e café da casa
- 12Largo da Ribeira caféRibeirasorveteria de 1931 com sabores de frutas da terra
Mapa: © colaboradores do OpenStreetMap. Toque num nome da lista para vê-lo no mapa.
Acarajé e moqueca no Rio Vermelho
O Rio Vermelho, bairro boêmio da orla de Salvador, reúne tabuleiros tradicionais de acarajé no Largo de Santana e no Largo da Mariquita. As baianas montam as barracas no fim da tarde, a fila se forma com o pôr do sol e os bares em volta esticam a noite.
O acarajé é um bolinho de feijão-fradinho frito no azeite de dendê. A receita manda moer o feijão no pilão de pedra, a pedra de acarajé, que deu nome ao quitute, segundo o Iphan. O recheio leva vatapá, caruru e camarão seco, e quem não gosta de pimenta deve avisar antes de a baiana abrir o bolinho.
O prato veio de longe. O bolinho tem origem no Golfo de Benim, na África Ocidental, e chegou ao Brasil com o saber dos africanos escravizados, segundo o Iphan.
O acarajé é ligado ao culto dos orixás Xangô e Oyá, no candomblé, o que explica o modo de fazer ritualizado. O nome vem do iorubá: àkàrà, “bola de fogo”, mais je, “comer”, segundo o portal de turismo da Prefeitura.
2005
é o ano em que o ofício das baianas de acarajé entrou no Livro dos Saberes, como patrimônio imaterial do Brasil
Fonte: Iphan, outubro de 2026
No tabuleiro, o acarajé divide espaço com outras comidas de baiana. O básico inclui abará, vatapá, caruru, camarão, salada e pimenta, além de cocada, bolinho de estudante e passarinha, segundo o portal Visit Salvador da Bahia. O Iphan cita ainda mingaus, lelê e pé de moleque.
As baianas têm data própria no calendário. O Dia Nacional da Baiana de Acarajé é comemorado em 25 de novembro, segundo o portal Visit Salvador da Bahia, da Prefeitura. O mesmo portal lembra que a baiana costuma ser a primeira pessoa com quem o visitante tem contato ao chegar à Bahia.
Para a moqueca sentada à mesa, a Casa de Tereza, da chef Tereza Paim, na Rua Odilon Santos, 45, está entre os restaurantes mais tradicionais de Salvador, segundo o portal da Prefeitura. A casa se divide em salões temáticos, como a Galeria Yemanjá, com obras de 11 artistas plásticos baianos, e o Salão Terreiro, dedicado às expressões do candomblé.
Pelo cardápio de 2026 publicado pela casa, as moquecas têm 750 gramas de proteína e molho e vêm com arroz, pirão e aipim com reposição à vontade. A de peixe do dia custa R$ 212, a de camarão e a mista, R$ 226, e a vegetariana, R$ 185. Para quem quer só provar, o mix de quatro bolinhos de acarajé e abará sai por R$ 51.
| Prato na Casa de Tereza | Preço |
|---|---|
| Moqueca de peixe do dia | R$ 212 |
| Moqueca de camarão | R$ 226 |
| Moqueca mista, de camarão e peixe | R$ 226 |
| Moqueca vegetariana | R$ 185 |
| Mix de acarajé e abará, 4 unidades | R$ 51 |
Fonte: cardápio de 2026 da Casa de Tereza, publicado em janeiro de 2026.
A Casa de Tereza abre todos os dias. De segunda a quarta, das 12h às 23h; de quinta a sábado, das 12h à 0h; e aos domingos, das 12h às 21h30, segundo a casa, que recebe reservas pelo (71) 3329-3016.
Vale chegar antes do prato para circular pela casa. O Salão Bel Borba homenageia o artista plástico baiano com obras dele nas paredes, e o Espaço Barroco tem fragmentos de anjos e um forro de igreja no teto. Já a Vendinha Samuel e Totó imita uma venda do interior da Bahia, em homenagem aos avós da chef, segundo a casa.
Do Pelourinho à Pituba: bufê típico, almoço a quilo e café especial
O restaurante-escola do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), no Largo do Pelourinho, monta um bufê com cerca de 40 pratos baianos. É o jeito mais prático de provar, numa mesma refeição, moqueca, vatapá, caruru, abará e as sobremesas da terra, no coração do Centro Histórico.
O bairro tem moldura de cartão-postal. O Centro Histórico de Salvador está na lista do Patrimônio Mundial da Unesco desde 1985, e as ladeiras de pedra levam de um largo a outro em poucos minutos. Um bom plano é visitar as igrejas e os museus de manhã e deixar o bufê para o almoço.
A moqueca que aparece no bufê tem história de três culturas. A receita baiana junta influências portuguesa, africana e indígena, segundo o portal da Prefeitura. Leva peixe em postas, tomate, cebola, pimentão, coco, coentro, cebolinha, azeite de dendê, sal e pimenta.
O nome vem do tupi. “Moquém” quer dizer secar ou tostar a carne, e os indígenas cozinhavam o alimento no próprio suco, envolto em folhas, sobre ou sob a brasa, conta o portal Visit Salvador da Bahia.
Perto dali, na Rua da Misericórdia, 3, em frente à sede da Prefeitura, a Pãozito vende o pãozinho delícia, um dos quitutes mais afetivos da Bahia. A receita, presente em festas, celebrações e encontros, ganhou versões com e sem recheio, croissants e um café especial da casa, segundo o portal da Prefeitura. A marca também tem loja na Pituba.
Para almoçar sem gastar muito no Centro, o D'Skina Restaurante funciona há 14 anos no Largo Dois de Julho, na Praça General Inocêncio Galvão, 26. Tem bufê a quilo e pratos à la carte, como feijoada, parmegiana, pirão de aipim e preparos com camarão. Abre todos os dias, das 11h30 às 15h, segundo o portal Visit Salvador da Bahia.
Na Cidade Baixa, o Mercado Modelo ocupa a Praça Visconde de Cayru, no bairro do Comércio, de frente para a Baía de Todos-os-Santos. As lojas vendem berimbaus, rendas e fitinhas do Bonfim, e os restaurantes do prédio servem moqueca com vista para o mar. O caminho mais curto até lá, a partir do Pelourinho, é descer pelo Elevador Lacerda, que custa R$ 1.
Na Península de Itapagipe, também na Cidade Baixa, fica a Ribeira. No largo do bairro, uma sorveteria serve sabores de frutas da terra desde 1931. A visita combina com a subida à Colina Sagrada, onde fica a Igreja do Senhor do Bonfim.
Longe do Centro, a Pituba virou endereço de café especial. A DCAE Cafeteria, da torrefação baiana Do Coado ao Espresso, abriu sua primeira loja em 2026 na Rua das Hortênsias, 776, na Pituba.
A marca ganhou em novembro de 2025 o título de Torrefação do Ano do Brasil, numa disputa com 137 torrefações de todo o país, segundo o portal Visit Salvador da Bahia. A empresa é comandada pelos baianos Flávio Camargos, Matheus Maciel e Nayara Chaves.
A cafeteria também dá cursos e degustações sobre métodos e origens do café. No cardápio de acompanhamentos, há bolos, cheesecake, banoffee e sanduíche de porco com barbecue de café. Abre de terça a sexta, das 9h às 19h, e aos sábados e domingos, das 9h às 18h, segundo o portal da Prefeitura.
Na mesma rua, no número 478, a Pãozito mantém sua loja da Pituba, com o pãozinho delícia, o Pão Lanche, uma versão maior para sanduíche, e o Cafézito, café especial da marca. As encomendas são feitas pelo (71) 99607-7121, segundo o portal Visit Salvador da Bahia.
Para quem procura padaria tradicional, a Perini nasceu em 1964 como Panificadora Elétrica da Barra, fundada por Delmiro Carballo Alfaya e José Faro Rua, segundo a história publicada pela empresa. Em 1979, virou Panificadora, Doceria e Sorveteria Perini, e hoje tem, em Salvador, lojas na Graça, na Pituba e na Costa Azul.
A loja da Graça, inaugurada em 2007 na Rua Princesa Leopoldina, 398, reúne delicatéssen, doceria e restaurante. Abre de segunda a sábado, das 6h30 às 21h, e aos domingos e feriados, das 6h30 às 20h, segundo a empresa.
No Horto Florestal, o Boteco Megiro, dos chefs Fabrício Lemos e Lisiane Arouca, revisita receitas de boteco ligadas à memória baiana. No cardápio estão malassado, dobradinha, pastel de xinxim de bofe, sarapatel, maniçoba e o CBX, homenagem à Cidade Baixa, com carne de sol, fumeiro e pirão de aipim, segundo o portal da Prefeitura.
Uma palavra ajuda no balcão: fumeiro, na Bahia, é a carne de porco defumada. O Megiro fica na Avenida Santa Luzia, 656, loja 12, e abre às terças e quartas, das 17h às 23h, de quinta a sábado, das 12h às 23h, e aos domingos, das 12h às 17h.
Onde comer em Salvador barato, com crianças e aos domingos
O jeito mais barato de comer bem em Salvador é o tabuleiro da baiana, onde o acarajé e o abará saem na hora. Os preços variam de tabuleiro para tabuleiro e não têm tabela oficial.
Para almoçar sentado sem gastar muito, o bufê a quilo do D'Skina, no Dois de Julho, cobra pelo peso do prato.
Os horários abaixo são os publicados pelas próprias casas e pelo portal da Prefeitura em outubro de 2026. Lugares sem horário em fonte oficial aparecem sem o número.
| Perfil | Onde ir | Quando |
|---|---|---|
| Gastar pouco | tabuleiros dos largos de Santana e da Mariquita, Rio Vermelho | a partir do fim da tarde |
| Almoço a quilo | D'Skina, Dois de Julho | todos os dias, das 11h30 às 15h |
| Padaria | Perini, Graça | segunda a sábado, das 6h30 às 21h; domingos e feriados, das 6h30 às 20h |
| Moqueca à mesa | Casa de Tereza, Rio Vermelho | segunda a quarta, das 12h às 23h |
| À noite | Casa de Tereza, Rio Vermelho | quinta a sábado, até a 0h |
| Boteco | Boteco Megiro, Horto Florestal | quinta a sábado, das 12h às 23h |
| Domingo | Casa de Tereza; Boteco Megiro | das 12h às 21h30; das 12h às 17h |
| Café especial | DCAE Cafeteria, Pituba | terça a sexta, das 9h às 19h; fins de semana, das 9h às 18h |
Fonte: sites oficiais das casas e portal Visit Salvador da Bahia, da Prefeitura de Salvador, outubro de 2026.
Com crianças, o almoço mais fácil é o de bufê, em que cada um monta o prato e prova um pouco de tudo. A sobremesa pode ser o sorvete de frutas da Ribeira, um jeito de apresentar as frutas da terra aos pequenos.
Os passeios para a família estão no guia Salvador com crianças, e o roteiro clássico da cidade, no guia o que fazer em Salvador.
Para escolher os próximos endereços, a Prefeitura lançou em 22 de outubro a websérie Sugestão do Chef, no portal Visit Salvador da Bahia e nas redes oficiais de turismo da cidade. Em quatro episódios, publicados até novembro, chefs de cozinha deixam o fogão e mostram, como clientes, dois restaurantes de perfis diferentes de que gostam, com a sugestão do que pedir.
Quem pensa em se mudar para a capital baiana encontra os bairros, o transporte e a conta de luz no guia onde morar em Salvador.
Para circular entre os endereços, o ônibus municipal custa R$ 5,90 desde 5 de janeiro de 2026, segundo a Prefeitura. O metrô, do governo do estado, custa R$ 4,10 e liga o aeroporto ao Acesso Norte, e o Elevador Lacerda, entre a Cidade Alta e a Cidade Baixa, sai por R$ 1.
No domingo, 25 de outubro, dia do segundo turno das eleições, ônibus, BRT e transporte complementar não cobram tarifa das 6h às 20h, segundo a Secretaria de Mobilidade (Semob) da Prefeitura. O Elevador Lacerda funciona sem cobrança das 7h às 21h30.
Em 2 de novembro, segunda-feira, o feriado nacional de Finados forma um fim de semana prolongado, e cada casa define o próprio horário; as demais datas estão no calendário de feriados de 2026.
A Casa de Tereza recebe reservas pelo (71) 3329-3016, e o Boteco Megiro, pelo (71) 99644-9141.
Como citar: Ouviram (24 out. 2026). «Onde comer em Salvador, do acarajé do Rio Vermelho ao bufê do Pelourinho e ao café da Pituba». ouviram.com.br/turismo/onde-comer-em-salvador-restaurantes-e-cafes
Os dados, tabelas e gráficos próprios do Ouviram podem ser reutilizados sob a licença CC BY 4.0, com crédito ao Ouviram. Textos e fotos não estão incluídos.
Perguntas frequentes
Onde comer em Salvador barato?
Nos tabuleiros das baianas de acarajé, como os dos largos de Santana e da Mariquita, no Rio Vermelho, e nos bufês a quilo do Centro. Os preços variam por tabuleiro e não têm tabela oficial.
Qual é a comida típica de Salvador?
As comidas de baiana feitas com azeite de dendê: acarajé, abará, vatapá, caruru e moqueca. O ofício das baianas de acarajé é patrimônio imaterial do Brasil desde 2005, segundo o Iphan.
Quais são os melhores restaurantes de Salvador?
Não há ranking oficial. Para moqueca e comida baiana à mesa, a Casa de Tereza, no Rio Vermelho, abre todos os dias; para provar muitos pratos de uma vez, o bufê do restaurante-escola do Senac, no Pelourinho, tem cerca de 40 opções.
Quais são os melhores cafés de Salvador?
Para café especial, a DCAE Cafeteria, na Pituba, é da torrefação eleita Torrefação do Ano do Brasil em 2025. Para padaria tradicional, a Perini existe desde 1964 e tem loja com doceria e restaurante na Graça.
Quanto custa uma moqueca em Salvador?
Depende do restaurante. Na Casa de Tereza, a moqueca de peixe do dia custa R$ 212 e a de camarão, R$ 226, com 750 gramas de proteína e molho, além de arroz, pirão e aipim, pelo cardápio de 2026.
Onde comer acarajé em Salvador?
No Rio Vermelho, os tabuleiros do Largo de Santana e do Largo da Mariquita funcionam a partir do fim da tarde.
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1. Em que dia é comemorado o Dia Nacional da Baiana de Acarajé?
A data é 25 de novembro, segundo o portal Visit Salvador da Bahia, da Prefeitura de Salvador.
2. De que região da África vem o bolinho de acarajé, segundo o Iphan?
O Iphan registra a origem do acarajé no Golfo de Benim, na África Ocidental; a receita chegou ao Brasil com os africanos escravizados.
3. O que quer dizer a palavra tupi “moquém”, que deu origem a moqueca?
“Moquém” significa secar ou tostar a carne, segundo o portal de turismo da Prefeitura de Salvador.
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