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Museu do Amanhã, no Rio, abre de quinta a terça e cobra R$ 10 todo dia 10

Inaugurado em 2015 na Praça Mauá, o museu de ciências recebeu cerca de 836 mil visitantes em 2024, metade deles sem pagar ingresso.

Fachada branca do Museu do Amanhã sob céu azul, na Praça Mauá, no Rio de Janeiro
Fachada do Museu do Amanhã, projetado por Santiago Calatrava, vista da Praça Mauá, no Centro do Rio de Janeiro, em imagem de 2018.Foto: LyraSid / Pixabay · licença Pixabay

O Museu do Amanhã, na Praça Mauá, no Centro do Rio de Janeiro, abre de quinta a terça, das 10h às 18h, segundo o próprio museu. A inteira custa R$ 40. Todo dia 10, o ingresso cai para R$ 10, em comemoração aos dez anos da instituição.

O prédio branco à beira da Baía de Guanabara, projetado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava, foi inaugurado em 17 de dezembro de 2015. Virou símbolo da recuperação da Zona Portuária, a área do Porto Maravilha, e passou de 8 milhões de visitantes na primeira década.

É um museu de ciências diferente do habitual. Em vez de vitrines com objetos antigos, propõe o que chama de “uma jornada de exploração dos próximos 50 anos”.

O percurso usa telas, instalações e jogos sobre o universo, o planeta e as escolhas da humanidade. Em 2024, recebeu cerca de 836 mil pessoas, e metade entrou de graça, segundo o relatório institucional do museu.

836 mil

visitantes passaram pelo Museu do Amanhã em 2024, metade deles com entrada gratuita

Fonte: relatório institucional do Museu do Amanhã, 2024

Link para este dado

  • EndereçoPraça Mauá, 1, Centro, Rio de Janeiro (RJ)
  • HorárioQuinta a terça, das 10h às 18h; última entrada às 17h
  • FechaÀs quartas-feiras; abre nos feriados
  • InteiraR$ 40
  • Meia-entradaR$ 20, com documento que comprove o direito
  • Dia 10R$ 10 para todos, sem meia sobre esse valor
  • GratuidadeCom documento comprobatório, conforme a política do museu
  • IngressoVale na hora marcada e nos 59 minutos seguintes
  • Como chegarVLT Linha 1, Parada dos Museus, a cerca de 200 metros
  • EstacionamentoNão há próprio; o mais perto fica na Avenida Rio Branco, 1

A gestão é do Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), e o museu foi concebido com a Prefeitura do Rio, segundo o site oficial. Os preços e horários acima foram conferidos no site oficial do museu em 27 de outubro de 2026.

Museu do Amanhã e o entorno na Zona Portuária
  1. 1Museu do Amanhã museuPraça Mauá, 1, CentroMuseu de ciências; quinta a terça, das 10h às 18h; R$ 40
  2. 2Museu de Arte do Rio museuPraça Mauá, 5, CentroMuseu de arte do outro lado da praça
  3. 3Praça Mauá parqueCentroPraça à beira da baía, ponto de partida do Boulevard Olímpico
  4. 4Boulevard Olímpico parqueOrla Prefeito Luiz Paulo Conde, GamboaCalçadão à beira da baía, com o mural Etnias
  5. 5AquaRio criançasPraça Muhammad Ali, GamboaAquário marinho da Zona Portuária
  6. 6Cais do Valongo museuAvenida Barão de Tefé, SaúdeSítio arqueológico, Patrimônio Mundial da Unesco desde 2017
  7. 7Pedra do Sal vida noturnaRua Argemiro Bulcão, SaúdeBerço do samba carioca, com rodas ao ar livre
  8. 8Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira museuRua Pedro Ernesto, 80, GamboaMuhcab, museu municipal com entrada gratuita
  9. 9Mosteiro de São Bento museuRua Dom Gerardo, 68, CentroMosteiro beneditino no alto do Morro de São Bento
  10. 10Igreja da Candelária museuPraça Pio X, CentroIgreja no início da Avenida Presidente Vargas

Mapa: © colaboradores do OpenStreetMap. Toque num nome da lista para vê-lo no mapa.

O que ver no Museu do Amanhã, do Cosmos ao Nós

A exposição principal do Museu do Amanhã se chama Do Cosmos a Nós e é uma narrativa multimídia em cinco momentos. Cada um está ligado a uma pergunta: de onde viemos, quem somos, onde estamos, para onde vamos e como queremos ir, segundo a Prefeitura do Rio. As áreas são Cosmos, Terra, Onde Estamos?, Amanhãs e Nós.

A visita começa pelo Cosmos, um domo com projeção em 360 graus que leva o visitante por galáxias, pelo interior do Sol e pelo coração dos átomos, segundo o museu. Ao lado fica a área Horizontes Cósmicos, com seis telas interativas. No Cosmos, fotos e celulares não são permitidos.

Em seguida vem a Terra, com três cubos de sete metros de altura dedicados à matéria, à vida e ao pensamento. Por fora do cubo da matéria, cerca de 180 fotografias ampliadas mostram o planeta; por dentro, placas tectônicas, correntes marinhas, ventos e luz solar explicam o ritmo do clima.

O cubo da vida traz o DNA e fotos de expedições à Baía de Guanabara. O do pensamento mostra o sistema nervoso por fora e, por dentro, centenas de imagens sobre a diversidade das culturas humanas.

A terceira área, Onde Estamos?, substituiu o antigo módulo Antropoceno na renovação da exposição. São seis totens de dez metros de altura, com vídeos sobre o impacto humano na água, no fogo, na terra e no ar, segundo o museu.

Nos Amanhãs, uma estrutura em forma de origami reúne tendências para as próximas décadas, como o aumento de cerca de 3 bilhões de pessoas na população mundial em 50 anos. Ali fica o Jogo das Civilizações, baseado num modelo estudado pela Nasa, a agência espacial americana, em que o visitante controla parâmetros para uma civilização prosperar ou entrar em colapso.

O percurso termina no Nós, ambiente organizado em torno de uma oca, símbolo das casas de conhecimento indígenas. A área troca a informação pelos valores e convida a pensar em convivência, um dos dois princípios do museu, ao lado da sustentabilidade.

Além da exposição principal, o museu mantém em cartaz a mostra Amanhã 10 anos, que celebra a primeira década da instituição, até 3 de novembro de 2026, segundo a Prefeitura do Rio.

A programação atual também inclui uma instalação artística na área externa, sobre a relação do Rio com a natureza, a cidade e a Baía de Guanabara. Há ainda uma experiência em realidade virtual que revisita exposições e a estrutura do prédio, segundo o site oficial.

Quem gosta de óculos de realidade virtual encontra outras opções na cidade no guia de onde jogar realidade virtual em São Paulo e no Rio.

O próprio prédio merece atenção. A cobertura tem grandes estruturas de aço que se movem ao longo do dia para acompanhar o sol e servem de base para placas de energia solar. A água da baía é captada para o sistema de climatização e para os espelhos d’água que cercam o museu, e depois devolvida ao mar.

Ingressos, regras e acessibilidade no Museu do Amanhã

O ingresso do Museu do Amanhã custa R$ 40 a inteira e R$ 20 a meia-entrada em outubro de 2026, segundo o site oficial. A compra é feita para um horário específico, e o bilhete vale na hora cheia escolhida e nos 59 minutos seguintes: quem reserva às 10h pode entrar até 10h59.

Todo dia 10, o museu cobra R$ 10 de todos os visitantes, em comemoração aos dez anos. Sobre esse valor promocional não há meia-entrada. Os próximos dias 10 caem numa terça-feira, 10 de novembro, e numa quinta-feira, 10 de dezembro de 2026, dois dias em que o museu abre.

A meia-entrada exige documento. Pela Lei federal 12.933/2013, têm direito estudantes, pessoas com deficiência e um acompanhante e jovens de 15 a 29 anos de baixa renda com a ID Jovem. Pelo Estatuto da Pessoa Idosa, quem tem 60 anos ou mais paga metade em atividades culturais. A gratuidade também depende de comprovação, segundo a política do museu.

Na prática, uma família de quatro pessoas, com dois adultos e dois estudantes, paga R$ 120 num dia comum. No dia 10, o mesmo grupo paga R$ 40.

As regras de visitação são poucas, mas valem para todos:

  • RoupaNão se entra descalço nem sem camisa
  • AgasalhoO museu recomenda um casaco leve, porque o ar-condicionado deixa o interior frio
  • CriançasMenores de 12 anos só com pais ou responsáveis
  • FotosLiberadas em todo o museu, menos no Cosmos; flash e bastão de selfie são proibidos
  • ComidaProibida nas exposições e no auditório; lanche e piquenique são permitidos nos jardins
  • AnimaisQualquer um nos jardins; na área interna, só cães-guia e animais de suporte emocional
  • Wi-FiGratuito, na rede Museu do Amanhã, com cadastro
  • Bicicleta120 vagas de bicicletário nos jardins externos

Para grupos escolares e não escolares, há visitas mediadas com agendamento. O programa de educação tem uma agenda própria para pessoas com deficiência e suas famílias, segundo o site oficial. Quem viaja com filhos encontra no guia do Rio de Janeiro com crianças outros passeios para a mesma viagem.

Em acessibilidade, o prédio tem elevadores, piso tátil, maquetes táteis e banheiros adaptados. Cadeiras de rodas podem ser emprestadas, em quantidade limitada, e as atividades têm tradução em Libras, a língua brasileira de sinais, inclusive nos fins de semana. A fila de prioridade permite um acompanhante.

Há um café interno, aberto no horário do museu. Objetos esquecidos ficam guardados por até 90 dias e podem ser retirados às quintas e sextas, das 10h às 16h, com comprovação de propriedade.

Como chegar e roteiros de um e dois dias na Zona Portuária

O jeito mais simples de chegar ao Museu do Amanhã é o VLT, o bonde moderno do Centro do Rio. A Linha 1, azul, para na Parada dos Museus, a cerca de 200 metros da entrada, segundo o museu. Ela circula nos sentidos Aeroporto Santos Dumont e Terminal Gentileza.

Para quem vem de outras partes da cidade, o museu indica estes caminhos:

  • MetrôDesça na Estação Uruguaiana, atravesse a Avenida Presidente Vargas e siga pela Rua Acre até a Praça Mauá; outra opção é ir pela Presidente Vargas até a Igreja da Candelária e virar à esquerda na Avenida Rio Branco
  • TremNa Central do Brasil, pegue o VLT Linha 3, amarela, sentido Santos Dumont, troque para a Linha 1 na Cinelândia e desça na Parada dos Museus; a pé, são cerca de 25 minutos
  • BarcasDe Niterói, da Ilha do Governador ou de Paquetá, desça na Praça XV e caminhe cerca de 20 minutos ou pegue ônibus para a Praça Mauá
  • AviãoO aeroporto mais próximo é o Santos Dumont, a cerca de 3,5 quilômetros
  • CarroNão há estacionamento próprio; o mais perto é particular, no edifício da Avenida Rio Branco, 1

Quem vem de fora do estado pode se hospedar no próprio Centro, perto do VLT, ou na Zona Sul. Para montar a viagem, o guia do que fazer no Rio de Janeiro reúne praias, mirantes e bairros, e o de onde comer no Rio indica restaurantes e cafés.

Roteiro de um dia. Comece às 10h no museu, com duas a três horas para a exposição principal e a mostra temporária. Almoce na região da Praça Mauá e atravesse a praça até o Museu de Arte do Rio (MAR).

À tarde, caminhe pelo Boulevard Olímpico, o calçadão à beira da baía, até o mural Etnias, e termine na Pedra do Sal, reduto histórico do samba carioca.

Roteiro de dois dias. No segundo dia, conheça a história afro-brasileira da região. O Cais do Valongo, antigo porto de desembarque de africanos escravizados, é Patrimônio Mundial da Unesco desde 2017. O Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na Gamboa, tem entrada gratuita, segundo a Prefeitura do Rio.

Depois, suba ao Mosteiro de São Bento e desça pela Avenida Rio Branco até a Candelária. Com crianças, o AquaRio, aquário marinho também na Zona Portuária, é uma alternativa.

O museu funciona o ano inteiro, com ar-condicionado, e serve de programa para dias de chuva ou de calor forte. Para caminhar pela Zona Portuária, as manhãs são mais frescas, e o inverno carioca, de junho a setembro, costuma ter menos chuva que o verão.


A mostra Amanhã 10 anos fica em cartaz até terça-feira, 3 de novembro de 2026. Na véspera, a segunda-feira de Finados, 2 de novembro, é feriado nacional, e o museu abre normalmente, das 10h às 18h, como em todos os feriados.

Em novembro, o museu também abre no domingo, 15, Proclamação da República, e na sexta-feira, 20, Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, feriado nacional desde 2024. A próxima promoção de R$ 10 é na terça-feira, 10 de novembro, com ingressos por horário no site oficial do museu.

Como citar: Ouviram (27 out. 2026). «Museu do Amanhã, no Rio, abre de quinta a terça e cobra R$ 10 todo dia 10». ouviram.com.br/turismo/museu-do-amanha-rio-guia-completo

Os dados, tabelas e gráficos próprios do Ouviram podem ser reutilizados sob a licença CC BY 4.0, com crédito ao Ouviram. Textos e fotos não estão incluídos.

Perguntas frequentes

O Museu do Amanhã abre na segunda-feira?

Abre. O museu funciona de quinta a terça, das 10h às 18h, o que inclui segunda e terça-feira. O único dia fechado na semana é a quarta.

Tem estacionamento no Museu do Amanhã?

O museu não tem estacionamento próprio. O mais perto, segundo o próprio museu, fica no edifício RB1, na Avenida Rio Branco, 1, a cerca de 100 metros, e é particular.

Pode tirar foto dentro do Museu do Amanhã?

Pode em quase todo o museu, sem flash e sem bastão de selfie. A exceção é o Cosmos, primeira área da exposição principal, onde fotos e celulares não são permitidos.

Criança pode entrar sozinha no Museu do Amanhã?

Menores de 12 anos precisam estar acompanhados dos pais ou de um responsável durante toda a visita, segundo as regras do museu.

Pode levar cachorro ao Museu do Amanhã?

Nos jardins externos, sim, qualquer animal. Na área interna, só entram cães-guia e animais de suporte emocional, acompanhados dos tutores.

Pode comer dentro do Museu do Amanhã?

Nas exposições e no auditório, comida e bebida são proibidas. Há um café interno aberto no horário do museu, e os jardins externos podem ser usados para lanche e piquenique.

#LugaresParaConhecer#MuseuDoAmanhã#RioDeJaneiro#PraçaMauá#PortoMaravilha

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  1. 1. Que arquiteto projetou o Museu do Amanhã?

  2. 2. Em que dia da semana o Museu do Amanhã não abre?

  3. 3. Qual é a primeira área da exposição principal?

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