Lugares para conhecerGuia

Museu do Ipiranga: ingresso custa R$ 30 e a entrada é grátis às quartas-feiras

A sede do Museu Paulista da USP abre de terça a domingo, das 10h às 17h, e no 2º turno, em 25 de outubro, funciona só das 13h às 17h.

Fachada do Museu do Ipiranga sob céu azul, em São Paulo
Colunas e frontão marcam a fachada norte do Museu do Ipiranga, em São Paulo, em imagem de maio de 2018.Foto: Mike Peel / Wikimedia Commons · CC BY-SA 4.0

O Museu do Ipiranga, sede do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, abre de terça a domingo, das 10h às 17h, e cobra R$ 30 a inteira. A entrada é gratuita para todos às quartas-feiras e no primeiro domingo de cada mês, segundo o museu.

Se você pensa em ir no domingo da eleição, ajuste o relógio. Em 25 de outubro, dia do 2º turno, o museu funciona em horário reduzido, das 13h às 17h, com última entrada às 16h. O próximo domingo gratuito é 1º de novembro.

O prédio é o museu público mais antigo de São Paulo, segundo a Prefeitura, e foi erguido entre 1885 e 1890 como monumento à Independência, proclamada naquela colina em 1822. Interditado em 2013 por problemas na estrutura, foi reinaugurado em 7 de setembro de 2022, no Bicentenário, com o dobro da área e totalmente acessível, segundo o museu.

  • OndeRua dos Patriotas, 100, Ipiranga, São Paulo
  • HorárioTerça a domingo, das 10h às 17h, com última entrada às 16h
  • FechaÀs segundas-feiras
  • InteiraR$ 30, sem taxa de reserva na venda pela internet
  • Meia-entradaR$ 15
  • Grátis para todosQuartas-feiras e primeiro domingo do mês
  • Duração da visitaCerca de 90 minutos, segundo a bilheteria oficial
  • JardinsAcesso livre todos os dias, das 5h às 20h
  • MetrôEstação Alto do Ipiranga, da Linha 2-Verde

Os números da reforma mostram o tamanho da mudança. O circuito ganhou 70 peças multimídia, salas imersivas e cerca de 390 recursos multissensoriais, como telas táteis, maquetes e réplicas que podem ser tocadas, segundo a Prefeitura de São Paulo. Mais de 3 mil objetos do acervo passaram por restauro ou inspeção, entre eles 122 pinturas.

49 salas

é o número de salas de exposição depois do restauro, quatro vezes as 12 abertas antes do fechamento

Fonte: Prefeitura de São Paulo, setembro de 2022

Link para este dado

O público respondeu. Em dezembro de 2025, o museu informou ter chegado a 2 milhões de visitantes desde a reabertura. Só naquele ano, recebeu cerca de 20 mil estudantes em visitas escolares agendadas.

Na mesma ocasião, o diretor do Museu Paulista, o historiador Paulo Garcez Marins, afirmou que é o presente, e não o passado, que define um museu de história.

Museu do Ipiranga e o Parque da Independência
  1. 1Museu do Ipiranga museuRua dos Patriotas, 100, IpirangaSede do Museu Paulista da USP; R$ 30, grátis às quartas e no 1º domingo
  2. 2Jardim Francês do Museu do Ipiranga parqueParque da Independência, IpirangaJardim simétrico de 1909; acesso livre das 5h às 20h
  3. 3Parque da Independência parqueAvenida Nazaré, IpirangaParque municipal criado em 1971, com bosque nos fundos do museu
  4. 4Monumento à Independência museuParque da Independência, Avenida Nazaré, IpirangaConjunto em granito e bronze inaugurado em 1922; abriga a Cripta Imperial
  5. 5Casa do Grito museuPraça do Monumento, IpirangaCasa de taipa do século 19, parte do Museu da Cidade de São Paulo
  6. 6Museu da Imigração museuRua Visconde de Parnaíba, 1316, MoocaAntiga hospedaria de imigrantes; R$ 16, grátis aos sábados
  7. 7Museu Catavento museuPalácio das Indústrias, Parque Dom Pedro IIMuseu de ciências; R$ 20, grátis às terças
  8. 8Mercado Municipal de São Paulo mercadoRua da Cantareira, 306, CentroO Mercadão, no centro histórico

Mapa: © colaboradores do OpenStreetMap. Toque num nome da lista para vê-lo no mapa.

Do monumento de 1890 ao museu reaberto
  • 1882Comissão do Monumento do Ipiranga encomenda o projeto ao engenheiro-arquiteto italiano Tommaso Gaudenzio Bezzi
  • 1885Começam as obras do Edifício-Monumento, concluídas no fim da década
  • 7/9/1895O Museu do Estado, criado em 1893, é inaugurado no edifício
  • 1922Centenário da Independência: o Salão Nobre é redecorado e o Monumento é inaugurado, ainda inacabado
  • 1963O museu passa a ser administrado pela Universidade de São Paulo
  • 2013O prédio é interditado por problemas na estrutura e fecha ao público
  • 2019Começa o projeto de restauro e ampliação com empresas e governos
  • 7/9/2022Reinauguração no Bicentenário, com 49 salas; o público volta no dia seguinte

Do Salão Nobre à Cripta Imperial

A visita costuma começar pelo eixo central do prédio, que forma a exposição “Uma História do Brasil”. São três ambientes seguidos: o Saguão, a Escadaria e o Salão Nobre. Ali ficam esculturas e pinturas sobre bandeirantes, a colonização e a Independência, além dos vasos com águas dos rios do Brasil.

No Saguão, as estátuas de mármore dos bandeirantes Raposo Tavares e Fernão Dias Paes ocupam os nichos desde o Centenário da Independência, em 1922. São obras do escultor Luigi Brizzolara, segundo o Departamento do Patrimônio Histórico da Prefeitura.

Como a área é tombada, a decoração continua como estava nos anos 1960, quando as últimas pinturas foram instaladas. A exposição apresenta essas obras com textos que discutem a versão da história que elas contam.

O ponto alto é a tela “Independência ou Morte!”, de Pedro Américo, no Salão Nobre. Encomendada por dom Pedro II, foi pintada em Florença, na Itália, e terminada em 1888, segundo o Museu da Cidade de São Paulo.

Com 4,15 metros de altura por 7,60 metros de largura, é maior que as portas e janelas do salão, e por isso foi restaurada ali mesmo durante a reforma.

Fora do eixo central, o museu tem outras dez exposições de longa duração, divididas em dois grupos. As que tratam da sociedade brasileira são estas:

  • Passados imaginadosPinturas conhecidas dos livros escolares, feitas a partir de visões que apagavam indígenas e negros, além de uma maquete de São Paulo de cerca de 150 anos atrás
  • Territórios em disputaMapas, instrumentos de navegação e objetos de pedra sobre a formação do território e os conflitos da colonização
  • Mundos do trabalhoFerramentas do campo, instrumentos usados em rodovias e ferrovias e imagens de trabalhadores
  • Casas e coisasLouças, utensílios de cozinha e objetos de escritório de casas paulistas dos últimos 150 anos
  • A Cidade vista de cimaFotos aéreas do bairro do Ipiranga e o acesso ao mirante, com vista para a cidade de hoje

O segundo grupo mostra o trabalho dos profissionais do próprio museu. “Para entender o Museu” conta a construção do Edifício-Monumento e mostra a maquete do projeto original.

As quatro mostras do chamado ciclo curatorial seguem a ordem do trabalho com o acervo. São elas “Coletar”, com imagens e objetos; “Catalogar”, com moedas e medalhas; “Conservar”, com centenas de brinquedos; e “Comunicar”, com louças.

Com crianças, vale reservar tempo para a sala de brinquedos. Há objetos de brincar de casinha ao lado de carrinhos, espaçonaves e foguetes, e a exposição mostra como cada peça é limpa, restaurada e guardada.

Até 31 de janeiro de 2027, o salão de exposições temporárias recebe “Liberdade: bairro plural”. A mostra trata do bairro paulistano ocupado por diferentes grupos sociais e étnicos ao longo de mais de dois séculos, segundo o museu. Em três módulos, reúne objetos, fotografias, documentos, instrumentos musicais e obras de arte de instituições ligadas à Liberdade.

A entrada para essa exposição é gratuita em qualquer dia, e o visitante pode ficar até as 17h30.

O acervo do Museu Paulista vai muito além do que está exposto. A reserva técnica guarda mais de 400 mil itens, de carruagens a objetos decorativos, segundo a USP. Para ver detalhes de peças que não estão nas salas, o museu mantém um acervo online no próprio site.

A visita não termina na porta do museu. Na frente do prédio, o jardim francês desce em simetria até o Monumento à Independência. O projeto é de 1907, do paisagista belga Arsène Puttemans, e o jardim foi inaugurado em 1909, segundo o Departamento do Patrimônio Histórico da Prefeitura.

O acesso é livre todos os dias, das 5h às 20h, e as fontes circulares podem ser desligadas para manutenção.

Nos fundos do museu, o bosque guarda espécies nativas da cidade. Ele nasceu como horto botânico em 1905, criado pelo naturalista alemão Hermann von Ihering, primeiro diretor do Museu Paulista. Todo o conjunto forma o Parque da Independência, criado pela Prefeitura em 26 de novembro de 1971.

No fim da esplanada, o Monumento à Independência, em granito e bronze, foi inaugurado ainda inacabado em 7 de setembro de 1922 e concluído em 1926. O projeto é do escultor italiano Ettore Ximenes. Na face da frente, um grande relevo em bronze reproduz a tela de Pedro Américo, e, separada do conjunto, arde a pira do Altar da Pátria.

Dentro do monumento fica a Cripta Imperial, que integra o Museu da Cidade de São Paulo. Projetada como capela imperial, foi inaugurada em 1952. Os restos da imperatriz Leopoldina chegaram em 1954, e os de dom Pedro I em 1972, nos 150 anos da Independência. Os da imperatriz Amélia vieram dez anos depois, segundo a Prefeitura.

Uma curiosidade que o museu faz questão de esclarecer: dom Pedro I nunca morou no prédio do Ipiranga. O edifício foi pensado desde o início como monumento e, a partir de 1895, foi sempre ocupado pelo museu.

A Casa do Grito, na Praça do Monumento, também é do Museu da Cidade e recebe visitantes sem agendamento. O nome vem da semelhança com a casinha que aparece na tela de Pedro Américo, mas o documento mais antigo sobre o imóvel é de 1844, segundo a Prefeitura.

A construção é de taipa de sopapo, o pau a pique, e foi reinaugurada em 7 de setembro de 2008, depois de restauro.

Para quem viaja pela fé, o bairro guarda outra visita. No Educandário Sagrada Família, na Avenida Nazaré, 470, a capela guarda o corpo de Madre Paulina, canonizada em 2002. A Prefeitura cita o prédio no roteiro patrimonial do Ipiranga, ao lado dos palacetes da família Jafet, de imigrantes sírio-libaneses, na Rua Bom Pastor.

Com um dia, dá para ver o museu sem pressa e ainda percorrer o parque. Uma sugestão de horários, para um dia pago:

  • 10hEntrada no museu, começando pelo Saguão, pela Escadaria e pelo Salão Nobre
  • 10h30Visita mediada, incluída no ingresso, aos sábados e domingos, com senha retirada 10 minutos antes no saguão
  • 11h30Exposições de longa duração e subida ao mirante
  • 13hAlmoço nas ruas do entorno, no Ipiranga
  • 14h30Jardim francês, Monumento à Independência e Cripta Imperial
  • 16hCasa do Grito e bosque do Parque da Independência

Com dois dias, o segundo pode seguir o tema da história de quem construiu São Paulo. O Museu da Imigração, na Mooca, ocupa a antiga hospedaria de imigrantes e abre de terça a domingo, com ingresso de R$ 16 e entrada gratuita aos sábados.

Para famílias com crianças, o Catavento, museu de ciências no Parque Dom Pedro II, custa R$ 20 e não cobra às terças.

O almoço do segundo dia pode ser no Mercadão, na Rua da Cantareira, 306, no centro histórico. Mais ideias de passeio estão no guia o que fazer em São Paulo e na lista de museus de São Paulo com entrada grátis.

Ingressos, meia-entrada e dias de graça

O ingresso pode ser comprado pela internet, na plataforma indicada pelo site do museu, ou na bilheteria, no dia da visita. Pela internet, cada CPF reserva até quatro ingressos, que podem ser transferidos para outra pessoa pelo aplicativo. Na bilheteria, a venda é de um ingresso por pessoa e só para o mesmo dia.

IngressoValorQuem tem direito
InteiraR$ 30Público em geral
Meia-entradaR$ 15Estudantes de todo o país, pessoas com 60 anos ou mais, pessoa com deficiência e um acompanhante, jovens de baixa renda com ID Jovem e professores da rede pública de outros estados
GratuitoR$ 0Crianças com menos de 6 anos, comunidade USP, policiais do estado de São Paulo e profissionais das redes estadual e municipal de ensino de São Paulo, com a família, guias de turismo credenciados e membros do ICOM

Fonte: Museu do Ipiranga, outubro de 2026

Link para este dado

Os descontos exigem comprovante no dia. Estudante mostra a carteirinha, o bilhete estudantil ou o comprovante de matrícula com documento com foto. Pessoa com deficiência apresenta laudo médico, e professores e policiais com direito à gratuidade levam o último holerite e um documento de identidade.

Se você dá aula na rede pública de São Paulo, a conta fica melhor. Professores, coordenadores, diretores e equipes técnicas das redes estadual e municipal de ensino de São Paulo não pagam em nenhum dia. A gratuidade vale também para cônjuge e filhos, por uma resolução da Secretaria da Cultura de 2018.

Nos dias gratuitos para todos, o ingresso só é distribuído na bilheteria, a partir das 10h, em lotes a cada 15 minutos e até acabar. Não há reserva pela internet nessas datas, e o próprio museu avisa que as filas costumam ser longas e recomenda protetor solar e chapéu. Nos dias pagos, a bilheteria abre às 9h.

A troca de data ou de horário pode ser feita até 48 horas antes da visita, pelo aplicativo da plataforma de venda. O reembolso precisa ser pedido em até 7 dias depois da compra, também com 48 horas de antecedência. Quem se atrasa tem 15 minutos de tolerância.

As próximas datas que mudam a visita, segundo o calendário do museu e o calendário de feriados:

  • 21 e 28 de outubroQuartas-feiras, com entrada gratuita para todos
  • 25 de outubroDomingo do 2º turno, com horário reduzido, das 13h às 17h
  • 1º de novembroPrimeiro domingo do mês, com entrada gratuita
  • 2 de novembroFinados cai numa segunda-feira, dia em que o museu não abre
  • 15 de novembroA Proclamação da República cai num domingo
  • 20 de novembroO Dia da Consciência Negra, feriado nacional, cai numa sexta-feira
  • 6 de dezembroPrimeiro domingo do mês, com entrada gratuita

Em 2026, o museu também abriu de graça em datas especiais, como o Dia Internacional dos Museus, a Virada Cultural, a Jornada do Patrimônio e o 7 de Setembro. O calendário de 2027 ainda não foi publicado. Os demais feriados do ano estão no calendário de feriados de 2026.

Como chegar, onde ficar e regras da visita

O jeito mais simples é o metrô. A estação mais próxima, segundo o museu, é a Alto do Ipiranga, da Linha 2-Verde. É a mesma linha que passa pela Avenida Paulista, então quem se hospeda na região chega sem baldeação. Pelos trens da CPTM, a parada é a estação Ipiranga, da Linha 10-Turquesa.

Quem chega de outra cidade pelos terminais rodoviários Tietê ou Jabaquara pega a Linha 1-Azul do metrô e troca para a Linha 2-Verde nas estações Paraíso ou Ana Rosa. Oito linhas de ônibus param perto do museu: 174M-10, 217, 4491-10, 476G-41, 477A-10, 478P-10, 5108-10 e 874T-10.

De bicicleta, há ciclovias na Rua dos Patriotas, na Avenida Nazaré e na Avenida Ricardo Jafet, e 36 vagas em paraciclos perto dos portões. Carros não entram no parque. Há vagas rotativas para pessoas com deficiência junto ao portão da Rua Xavier de Almeida, e ônibus fretados estacionam na pista local da Avenida Nazaré.

Em dia útil, quem vem de carro deve checar o rodízio municipal, que vale das 7h às 10h e das 17h às 20h e não se aplica aos feriados.

Para se hospedar, a Linha 2-Verde ajuda na escolha. Bairros servidos por ela, como Paraíso, Vila Mariana e o entorno da Paulista, ficam a poucas estações do museu. O próprio Ipiranga tem comércio e restaurantes no entorno do parque.

A melhor hora para ir depende do que você procura. Nos dias pagos, com ingresso comprado antes, a entrada é mais tranquila. Nos dias gratuitos, a economia é grande, mas a espera também, então vale chegar antes das 10h e levar água para a fila, que não pode entrar nas salas.

O prédio tem elevadores e rampas, e as exposições oferecem telas táteis, maquetes, dispositivos com cheiros, réplicas em 3D e cadernos em braile. Os recursos de áudio funcionam com fone de ouvido com fio, que o visitante deve trazer.

Aos domingos, às 14h30, há visita mediada em Libras, com 10 vagas, e o museu mantém sete cadeiras de rodas para uso emergencial dentro do prédio.

Famílias com crianças pequenas podem entrar com carrinho de bebê convencional e bebê conforto, mas não com carrinhos de passeio com empurrador, triciclos e bicicletas infantis. Crianças com menos de 6 anos não pagam, e a idade mínima para entrar sem um adulto é 12 anos. Outros passeios estão no guia de programas com crianças em São Paulo.

Para escolas, a visita em grupo exige agendamento na plataforma do museu, liberado sempre no mês anterior. Grupo é a partir de 10 pessoas, com um responsável para cada 22 participantes e no máximo 46 por reserva.

Grupos formados só por alunos da rede pública não pagam, mediante ofício da escola, e as quartas-feiras ficam reservadas para escolas públicas, ONGs e entidades assistenciais.

Algumas regras pegam o visitante de surpresa. Dentro do prédio, só são permitidas fotos com celular, sem flash, tripé ou bastão, e câmeras fotográficas de qualquer modelo ficam de fora. Volumes maiores que 20 cm por 30 cm por 30 cm, guarda-chuvas e garrafas vão para o guarda-volumes, que é gratuito.

Comer e beber nas salas é proibido. Também não entra quem estiver sem camisa, com roupa de banho, molhado ou descalço. Ensaios fotográficos, como de casamento e de formatura, só podem ser feitos na área externa, com um termo assinado na portaria da Rua Xavier de Almeida, no mesmo dia.


No domingo, 25 de outubro, o museu abre às 13h e recebe visitantes até as 16h. A próxima entrada gratuita aos domingos é em 1º de novembro, com ingressos distribuídos na bilheteria da Rua dos Patriotas, 100, a partir das 10h.

Como citar: Ouviram (16 out. 2026). «Museu do Ipiranga: ingresso custa R$ 30 e a entrada é grátis às quartas-feiras». ouviram.com.br/turismo/museu-do-ipiranga-guia-completo

Os dados, tabelas e gráficos próprios do Ouviram podem ser reutilizados sob a licença CC BY 4.0, com crédito ao Ouviram. Textos e fotos não estão incluídos.

Perguntas frequentes

Pode levar cachorro no Museu do Ipiranga?

Dentro do prédio, só entram cães-guia de pessoas com deficiência visual e animais de suporte emocional, com laudo psiquiátrico, segundo o museu. Os jardins ficam do lado de fora.

Tem visita guiada no Museu do Ipiranga?

Sim. Aos sábados e domingos, às 10h30 e às 14h, há visitas mediadas em português para 20 pessoas, com encontro no saguão, ao lado da Escadaria. Grupos podem agendar visitas educativas em inglês pelo formulário do museu.

Perdi um objeto no Museu do Ipiranga, o que fazer?

Escreva para [email protected] com “Achados e Perdidos” e o nome do objeto no assunto, a data da visita e um telefone. Os itens ficam guardados por 30 dias e depois são doados.

Como doar um objeto para o Museu do Ipiranga?

Envie fotos e informações sobre a peça para [email protected]. A oferta é analisada pela Comissão de Acervo do museu.

O Museu do Ipiranga é da USP?

Sim. O Museu do Ipiranga é a sede do Museu Paulista, unidade da Universidade de São Paulo desde 1963. Por isso, contrata funcionários por concurso público, com editais no Diário Oficial do Estado.

#LugaresParaConhecer#MuseuDoIpiranga#SãoPaulo#USP#IndependênciaDoBrasil

Informar um erro nesta matéria · Correções publicadas

Mais sobre o assunto

Últimas de Turismo

Todas as matérias de Turismo →

  1. 1. Em que ano o Museu do Ipiranga foi inaugurado?

  2. 2. Quem pintou a tela “Independência ou Morte!”, exposta no Salão Nobre?

  3. 3. Quem está sepultado na Cripta Imperial, no Parque da Independência?

O que você achou desta matéria?

O Ouviram confere cada dado em fontes oficiais e separa informação de opinião. Como trabalhamos · Achou um erro? Avise a redação

Debate : leia e comente

Comente com respeito. Leia as regras de participação: sem ofensas, sem dados pessoais de terceiros, sem links.

    Em alta agora

    1. 16 de outubroShows e eventos em São Paulo de outubro a novembro de 2026, da Viradinha a Mariah Carey
    2. 2º turnoQuem ganhou na sua cidade: o resultado nos 5.570 municípios
    3. São PauloO que fazer em São Paulo à noite: guia reúne 13 endereços de jazz, show, balada e mirante
    4. São PauloOnde comer em São Paulo: guia reúne 20 endereços por bairro, do Mercadão à Liberdade