Biomas do Brasil: Amazônia ocupa 49,5% do país e Pantanal é o menor dos seis
Na revisão de 2025 do IBGE, o Cerrado ganhou 19.869 km² da Mata Atlântica em Minas Gerais e São Paulo e passou dos 2 milhões de km².

O Brasil tem seis biomas continentais, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal. A Amazônia é o maior, com 4.215.433 km², ou 49,5% do território. O Pantanal é o menor, com 150.961 km², pouco mais que o Ceará inteiro.
Os números são da revisão de 2025 do mapa de biomas do IBGE, feito na escala 1:250.000.
A primeira versão nessa escala saiu em 30 de outubro de 2019 e trouxe um detalhamento 20 vezes maior que o do mapa anterior, de 2004. Bioma, na definição do instituto, é um grande conjunto de vida vegetal e animal marcado pelo tipo de vegetação que domina a paisagem.
Saber em que bioma fica uma terra tem efeito prático. O Código Florestal, a Lei 12.651/2012, define quanto de cada imóvel rural fica com vegetação nativa. Na Amazônia Legal, são 80% da área em floresta e 35% em cerrado. No resto do país, a reserva legal é de 20%.
A coordenadora de Recursos Naturais e Meio Ambiente do IBGE, Luciana Mara Temponi de Oliveira, explicou o uso do mapa no lançamento de 2019. “Recebemos muitas consultas em relação a qual bioma pertence a determinado local”, disse. “Se está na Amazônia ou no Cerrado, haverá diferença da área da preservação ou quanto será permitido de desmatamento.”
- Quantos biomasSeis continentais, mais o Sistema Costeiro-Marinho
- Maior biomaAmazônia, com 4.215.433 km² (49,5%)
- Menor biomaPantanal, com 150.961 km² (1,8%)
- Único nas cinco regiõesCerrado, em 12 estados e no Distrito Federal
- Bioma de um estado sóPampa, no Rio Grande do Sul
- Onde vive mais genteMata Atlântica, com 57,8% da população
- Mais desmatado em 2025Cerrado, com 7.235 km² (Prodes do Inpe)
- Edição do mapaRevisão de 2025 do IBGE, escala 1:250.000
O Sistema Costeiro-Marinho entrou no mapa em 2019 como uma sétima unidade. Ele reúne mangues, dunas, restingas e praias do litoral e se sobrepõe aos biomas vizinhos, por isso não entra na soma das áreas.
| Bioma | Área (km²) | % do território | Estados onde aparece | Vegetação dominante | Desmatamento em 2025 (km²) |
|---|---|---|---|---|---|
| Amazônia | 4.215.433 | 49,5% | AC, AM, AP, PA, RO, RR, MA, MT e TO | Floresta tropical úmida | 5.796 (Amazônia Legal, estimativa) |
| Cerrado | 2.004.423 | 23,5% | GO, DF, TO, MT, MS, MG, BA, MA, PI, SP, PR, RO e PA | Savana | 7.235 |
| Mata Atlântica | 1.086.977 | 12,8% | 15 estados, do RN ao RS, incluindo GO e MS | Florestas ombrófilas e estacionais | 402 |
| Caatinga | 862.640 | 10,1% | PI, CE, RN, PB, PE, AL, SE, BA, MG e MA | Savana estépica, que perde as folhas na seca | 2.290 |
| Pampa | 193.947 | 2,3% | RS | Campos de ervas e arbustos | 305 |
| Pantanal | 150.961 | 1,8% | MT e MS | Planície alagável com cerrado e matas | 291 |
Fonte: IBGE, Biomas e Sistema Costeiro-Marinho do Brasil, revisão de 2025; desmatamento: Inpe, Prodes 2025 (agosto de 2024 a julho de 2025)
O mapa mostra um país dividido de forma desigual. A Amazônia sozinha ocupa quase metade do território, e os outros cinco biomas somados chegam a 4.298.948 km², só 2% a mais que ela.
Amazônia e Cerrado, os dois maiores biomas
A Amazônia é o maior bioma brasileiro, com 4.215.433 km², segundo a revisão de 2025 do IBGE. Ela cobre inteiros o Acre, o Amapá, o Amazonas e Roraima, quase todo o Pará e Rondônia e parte do Maranhão, de Mato Grosso e do Tocantins. O IBGE a descreve como a maior floresta tropical do mundo.
49,5%
é a fatia do território brasileiro coberta pela Amazônia, o maior dos seis biomas
Fonte: IBGE, revisão de 2025
O clima é quente e úmido o ano inteiro, com chuva farta e rios que sobem e descem vários metros entre a cheia e a vazante. É o bioma do rio Amazonas, do boto-cor-de-rosa, do peixe-boi e do pirarucu, e de comunidades ribeirinhas e povos indígenas.
Apesar do tamanho, a Amazônia é pouco povoada. Os 503 municípios em que ela é o bioma predominante, na lista de 2024 do IBGE, somavam 20,9 milhões de moradores no Censo 2022, ou 10,3% da população.
O desmatamento caiu nos dois últimos ciclos medidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O Prodes, o levantamento anual por satélite, estimou 5.796 km² desmatados na Amazônia Legal entre agosto de 2024 e julho de 2025. A queda foi de 11,08% sobre os 6.518 km² do ano anterior.
Os alertas do Deter, o sistema de aviso diário, também recuaram. Entre agosto de 2025 e julho de 2026, somaram 2.874,38 km², 36% a menos que no ciclo anterior. É o menor valor da série histórica, iniciada em 2016, segundo o Inpe. O Pará teve a maior área sob alerta, 987,27 km², seguido de Mato Grosso, com 834,41 km².
A Constituição de 1988 declara a Floresta Amazônica patrimônio nacional, no artigo 225, ao lado da Mata Atlântica, da Serra do Mar, do Pantanal Mato-Grossense e da Zona Costeira.
O Cadastro Nacional de Unidades de Conservação (CNUC), do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), tinha 404 unidades com área na Amazônia em julho de 2026. Delas, 124 são de proteção integral.
O Cerrado é o segundo maior bioma do Brasil, com 2.004.423 km², ou 23,5% do território, segundo a revisão de 2025 do IBGE. É o único presente nas cinco regiões: aparece em 12 estados e no Distrito Federal, do Pará e de Rondônia, no Norte, até o Paraná, no Sul. A área é maior que a do México.
O coração do bioma é o Planalto Central, em Goiás, no Tocantins, em Mato Grosso, em Mato Grosso do Sul, em Minas Gerais e no Distrito Federal. O clima é tropical, com uma estação chuvosa e outra seca bem marcadas. A vegetação mistura campos, árvores baixas de casca grossa e troncos retorcidos e matas ao longo dos rios.
O IBGE chama o Cerrado de savana mais rica do mundo em biodiversidade, com mais de 10 mil espécies de plantas. É a casa do lobo-guará, do tamanduá-bandeira e da ema. Também é lá que nasce o rio São Francisco, na Serra da Canastra, em Minas Gerais.
Até os anos 1950, o bioma ficou quase intacto, segundo o IBGE. A mudança da capital para Brasília, em 1960, e as novas estradas abriram espaço para a pecuária e a agricultura.
Foi também o bioma mais desmatado em 2025. O Prodes do Inpe mediu 7.235,27 km² de vegetação nativa suprimida entre agosto de 2024 e julho de 2025, queda de 11,49% sobre os 8.174,17 km² do ano anterior. O Maranhão liderou, com 2.006,02 km², seguido do Tocantins, com 1.488,68 km², e do Piauí, com 1.350,45 km².
Os alertas do Deter no Cerrado caíram 7,8% entre agosto de 2025 e julho de 2026, para 5.119,46 km², segundo o Inpe. O CNUC registra 706 unidades de conservação com área no bioma, 204 de proteção integral.
A revisão de 18 de novembro de 2025 aumentou o Cerrado em 19.869 km², tirados da Mata Atlântica: 19.053 km² em São Paulo e 816 km² em Minas Gerais.
O IBGE explicou que a mudança seguiu critérios técnicos de clima, rochas, relevo, solo e vegetação, e não desmatamento ou reflorestamento. O Cerrado avançou sobretudo no centro-norte paulista, e as expedições de campo passaram por cidades como Ribeirão Preto, Franca e Barretos.
Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal e Pampa
A Mata Atlântica ocupa 1.086.977 km², ou 12,8% do Brasil, segundo a revisão de 2025 do IBGE, e é o bioma onde mora a maioria da população. Os 2.741 municípios em que ela predomina reuniam 117,4 milhões de pessoas no Censo 2022, 57,8% dos brasileiros.
O bioma acompanha o litoral do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. No interior, avança por Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina e chega a Goiás e Mato Grosso do Sul, num total de 15 estados. Estão nele capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador e Recife.
A paisagem vai da floresta úmida das serras do Mar e da Mantiqueira às matas de araucária do Planalto Sul. O clima é tropical úmido no litoral e subtropical no Sul, com geadas no inverno das áreas altas. O mico-leão-dourado e o muriqui, o maior primata das Américas, são símbolos do bioma.
A Mata Atlântica tem lei própria, a Lei 11.428/2006, que regula o corte e a proteção da vegetação nativa. É também o bioma com mais áreas protegidas: o CNUC lista 2.118 unidades de conservação com área nele, 698 de proteção integral, em julho de 2026.
O desmatamento medido pelo Prodes ficou em 402,36 km² entre agosto de 2024 e julho de 2025. É uma queda de 15,32% sobre os 475 km² do ciclo anterior e o menor valor desde 2001, início da série, segundo o Inpe.
Com a revisão de 2025, a Mata Atlântica perdeu 19.869 km² para o Cerrado, mas ganhou terreno em Minas Gerais. Todo o município de Belo Horizonte passou a ficar no bioma, assim como áreas ao norte da capital mineira.
A Caatinga ocupa 862.640 km², ou 10,1% do território, pela revisão de 2025 do IBGE, e é o único bioma exclusivamente brasileiro, segundo o MMA. Ela se estende por Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, norte de Minas Gerais e um trecho do Maranhão.
Entre as características da Caatinga, a primeira está no nome: vem do tupi e quer dizer mata branca, explica o IBGE. Na seca, a maior parte das plantas perde as folhas e a paisagem fica acinzentada. Nos períodos de chuva, as plantas voltam a brotar e a paisagem fica verde de novo.
O clima é semiárido, quente, com chuva concentrada em poucos meses e secas periódicas. Muitos rios são intermitentes: correm na estação chuvosa e secam no resto do ano. O São Francisco, que atravessa o bioma, é a grande exceção perene.
A vegetação mistura cactos como o mandacaru e o xique-xique, arbustos espinhosos e árvores como o umbuzeiro e o juazeiro. Na fauna, estão o tatu-bola e a asa-branca, a ave que deu nome à canção de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira.
A Caatinga tem mais moradores que a Amazônia. Os 1.095 municípios em que ela predomina tinham 25,9 milhões de moradores no Censo 2022, ou 12,8% da população.
O desmatamento no bioma foi de 2.289,54 km² entre agosto de 2024 e julho de 2025, segundo o Prodes do Inpe. A queda foi de 34,3% sobre os 3.484 km² do ano anterior. O CNUC registra 325 unidades de conservação com área na Caatinga, 92 delas de proteção integral.
Diferentemente da Amazônia, da Mata Atlântica e do Pantanal, a Caatinga e o Cerrado não aparecem na lista de patrimônio nacional do artigo 225 da Constituição.
Na outra ponta da lista, o Pantanal é o menor bioma do Brasil, com 150.961 km², ou 1,8% do território, segundo a revisão de 2025 do IBGE. Fica em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e é, nas palavras do instituto, a maior planície de inundação contínua do planeta.
A água comanda a vida no Pantanal. Na cheia, os rios da bacia do Paraguai transbordam e cobrem boa parte da planície, e os animais se refugiam nas áreas mais altas. Na vazante, voltam a se espalhar. A vegetação mistura tipos de cerrado, trechos parecidos com a caatinga e pequenas matas.
É o bioma do tuiuiú, do jacaré, da ariranha e da onça-pintada. A criação de gado e o turismo de observação da natureza movem a economia, e o guia do Pantanal mostra como visitar. Apenas nove municípios têm o Pantanal como bioma predominante, cinco em Mato Grosso do Sul e quatro em Mato Grosso.
O Pantanal teve a maior queda proporcional de desmatamento em 2025. O Prodes do Inpe mediu 291,21 km² de vegetação suprimida entre agosto de 2024 e julho de 2025. São 65,4% a menos que os 842,44 km² do ano anterior e o menor valor da série, iniciada em 2001. Mato Grosso do Sul respondeu por 81,62% dessa área.
Até 2025, a supressão acumulada de vegetação nativa no Pantanal chegava a 31.567,36 km², ou 20,91% do bioma, segundo a nota técnica do Inpe. O CNUC lista 32 unidades de conservação com área no Pantanal, 6 de proteção integral.
O Pampa ocupa 193.947 km², ou 2,3% do país, e só existe no Rio Grande do Sul, segundo o IBGE. Ele cobre a metade sul do estado e é a parte brasileira dos pampas que continuam pelo Uruguai e pela Argentina. A porção brasileira é maior que o Uruguai inteiro, de 176.215 km².
O clima é chuvoso, sem período seco, com temperaturas negativas no inverno, e a vegetação é de campos de ervas e arbustos. O Pampa faz limite apenas com a Mata Atlântica e se divide em quatro conjuntos: Planalto da Campanha, Depressão Central, Planalto Sul-Rio-Grandense e Planície Costeira, segundo o IBGE.
Os campos servem de pastagem natural para o gado das estâncias, e as várzeas recebem lavouras de arroz. Os 160 municípios em que o Pampa predomina, mais as lagoas dos Patos e Mirim, somavam 6,2 milhões de moradores no Censo 2022.
O desmatamento no Pampa foi de 305,48 km² no Prodes 2025, recuo de 41,7% sobre o ano anterior e o menor valor da série, segundo o Inpe. O CNUC registra 57 unidades de conservação com área no bioma, 25 de proteção integral.
Desmatamento em queda nos seis biomas
O desmatamento caiu em todos os biomas no ciclo de agosto de 2024 a julho de 2025, segundo o Prodes do Inpe, a medição oficial usada nas políticas públicas. As quedas foram de 11% na Amazônia Legal e no Cerrado a 65% no Pantanal. Mata Atlântica, Pampa e Pantanal tiveram os menores valores de suas séries.
Fonte: Inpe, Prodes 2025 (agosto de 2024 a julho de 2025); Amazônia Legal, estimativa de outubro de 2025
O Prodes compara imagens de satélite de um ano para outro e mede toda área de vegetação nativa removida, qualquer que seja o uso posterior da terra. O Deter, do mesmo instituto, emite alertas diários para orientar a fiscalização.
Os focos de fogo, que também ameaçam os biomas, são acompanhados à parte: em setembro de 2026, as queimadas no Brasil foram as menores para o mês desde 2003.
As unidades de conservação são a principal forma de proteção. O CNUC tinha 3.576 unidades cadastradas em julho de 2026: 1.127 de proteção integral, como parques nacionais, e 2.449 de uso sustentável, como áreas de proteção ambiental.
São 1.173 federais, 1.474 estaduais e 929 municipais. Como uma mesma unidade pode cruzar mais de um bioma, os números por bioma não somam o total.
Os biomas não seguem as divisas políticas, e um mesmo estado pode ter dois ou três deles, como Minas Gerais, a Bahia e Mato Grosso. A comparação com os maiores estados em área dá a dimensão: a Amazônia sozinha tem 2,7 vezes a área do Amazonas.
Já a distribuição dos moradores acompanha a dos estados mais populosos, concentrados na faixa de Mata Atlântica.
O IBGE pretende revisar o mapa a cada cinco anos, segundo André Pelech, gerente de Mapeamento de Recursos Naturais do instituto. “A gente tem a ideia dos produtos Biomas e Sistema Costeiro Marinho serem revisados a cada 5 anos”, disse ele em 18 de novembro de 2025.
A lista com o bioma predominante de cada município, usada nas estatísticas oficiais, e os mapas para download estão na página de Biomas do IBGE. Os dados anuais do Prodes e os alertas do Deter ficam no portal TerraBrasilis, do Inpe; em 2025, a estimativa da Amazônia saiu em 30 de outubro.
Como calculamos. A população de cada bioma soma os moradores do Censo 2022 do IBGE em cada município, de acordo com o bioma predominante na lista de 2024 do instituto. As porcentagens de área usam a soma das áreas dos seis biomas na revisão de 2025.
Como citar: Ouviram (24 out. 2026). «Biomas do Brasil: Amazônia ocupa 49,5% do país e Pantanal é o menor dos seis». ouviram.com.br/brasil/biomas-do-brasil-caracteristicas-e-mapa
Os dados, tabelas e gráficos próprios do Ouviram podem ser reutilizados sob a licença CC BY 4.0, com crédito ao Ouviram. Textos e fotos não estão incluídos.
Perguntas frequentes
Qual é o bioma de Minas Gerais?
Minas Gerais tem três biomas. Na lista de bioma predominante por município de 2024 do IBGE, a Mata Atlântica predomina em 572 dos 853 municípios, o Cerrado em 256 e a Caatinga em 25, no norte do estado.
Qual é o bioma da Bahia?
A Bahia também tem três. Pela lista de 2024 do IBGE, a Caatinga predomina em 225 dos 417 municípios, a Mata Atlântica em 174, sobretudo no litoral, e o Cerrado em 18, no oeste baiano.
Qual é o bioma do Rio Grande do Sul?
O Rio Grande do Sul divide-se entre Pampa e Mata Atlântica. Segundo a lista de 2024 do IBGE, o Pampa predomina em 160 dos 497 municípios, na metade sul, e a Mata Atlântica em 337, no norte.
Qual é o bioma de São Paulo?
São Paulo tem Mata Atlântica e Cerrado. A lista de 2024 do IBGE dá Mata Atlântica em 561 dos 645 municípios e Cerrado em 84; a revisão de 2025 levou mais 19.053 km² do estado para o Cerrado, no centro-norte paulista.
Qual a diferença entre Amazônia Legal e bioma Amazônia?
O bioma é definido pela vegetação, no mapa do IBGE. A Amazônia Legal é um recorte da Lei Complementar 124/2007: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão, com trechos de Cerrado e Pantanal.
Qual é o bioma de Brasília?
O Cerrado. O Distrito Federal fica inteiro no Planalto Central e aparece com Cerrado como bioma predominante na lista de 2024 do IBGE.
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1. Qual é o único bioma presente nas cinco regiões do Brasil?
O Cerrado aparece no Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, em 12 estados e no Distrito Federal, segundo o mapa de biomas do IBGE.
2. O nome Caatinga vem do tupi e significa o quê?
Caatinga quer dizer mata branca, segundo o IBGE, por causa do aspecto da vegetação sem folhas na época seca.
3. Em quantos estados está o bioma Pampa?
O Pampa só existe no Rio Grande do Sul, na metade sul do estado, e continua no Uruguai e na Argentina, segundo o IBGE.
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