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Universidades federais do Brasil: o país chega a 74, com cinco criadas em 2026
O Inep contou 69 no Censo da Educação Superior de 2024, e quatro leis sancionadas entre maio e setembro de 2026 acrescentaram outras cinco à rede.

O Brasil tem 74 universidades federais criadas por lei em outubro de 2026, cinco a mais que no último Censo do Inep. A conta soma o Censo da Educação Superior e as leis sancionadas neste ano. Todos os 26 estados e o Distrito Federal têm pelo menos uma, e Minas Gerais lidera, com 12.
A rede ganhou cinco universidades em 2026. O Censo de 2024, o mais recente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), registrou 69 universidades federais. Entre maio e setembro, quatro leis criaram a Universidade Federal Indígena, a do Esporte, a da Fronteira Norte e duas de Ciência e Inovação, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.
- Total em outubro de 202674 universidades federais criadas por lei
- No Censo da Educação Superior de 2024 (Inep)69
- Criadas em 2026Unind e UFEsporte (Brasília), UFFN (Oiapoque, AP), UFCI/MG (Belo Horizonte) e UFCI/RJ (Rio de Janeiro)
- Estado com mais universidades federaisMinas Gerais, com 12
- Origem mais antigaUFAM, com raiz na Escola Universitária Livre de Manáos, de 1909
- Primeira criada pelo governo federalUFRJ, em 1920
- MensalidadeNenhuma na graduação
- Como entrarSisu, com a nota do Enem, ou vestibular próprio, com cotas pela Lei 12.711, de 2012
Duas das novas instituições começam do zero, sem campus herdado. A Universidade Federal Indígena (Unind) foi criada pela Lei 15.418, de 28 de maio de 2026, com sede em Brasília e possibilidade de campi em outras regiões. A lei permite processos seletivos próprios, ouvidas as comunidades indígenas. A Universidade Federal do Esporte (UFEsporte) veio com a Lei 15.457, de 3 de julho de 2026, também com sede em Brasília.
As outras três nasceram de estruturas que já funcionavam. A Lei 15.520, de 24 de setembro de 2026, criou a Universidade Federal da Fronteira Norte (UFFN) em Oiapoque, no extremo norte do Amapá, com o campus local da Universidade Federal do Amapá (Unifap). Alunos, cursos e servidores do campus passam automaticamente para a nova universidade.
No mesmo dia, a Lei 15.521 transformou os Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) de Minas Gerais e do Rio de Janeiro em universidades. Viraram a Universidade Federal de Ciência e Inovação de Minas Gerais (UFCI/MG) e a do Rio de Janeiro (UFCI/RJ). As duas continuam obrigadas a oferecer cursos técnicos de nível médio, além da graduação e da pós-graduação.
Lista de universidades federais por estado
A lista de universidades federais por estado soma 74 instituições em outubro de 2026. São as 69 do Censo da Educação Superior de 2024, do Inep, com a cidade-sede do cadastro, e as cinco criadas por lei em 2026, marcadas com asterisco.
A sede é onde fica a reitoria, e quase todas têm campi em outras cidades. As capitais e siglas de cada unidade da Federação estão no guia de estados e capitais do Brasil.
| Estado | Quantas | Universidades federais (sigla e sede) |
|---|---|---|
| Acre | 1 | UFAC (Rio Branco) |
| Alagoas | 1 | UFAL (Maceió) |
| Amapá | 2 | Unifap (Macapá), UFFN (Oiapoque)* |
| Amazonas | 1 | UFAM (Manaus) |
| Bahia | 4 | UFBA (Salvador), UFRB (Cruz das Almas), UFOB (Barreiras), UFSB (Itabuna) |
| Ceará | 3 | UFC (Fortaleza), Unilab (Redenção), UFCA (Juazeiro do Norte) |
| Distrito Federal | 3 | UnB (Brasília), Unind (Brasília), UFEsporte (Brasília) |
| Espírito Santo | 1 | UFES (Vitória) |
| Goiás | 3 | UFG (Goiânia), UFCAT (Catalão), UFJ (Jataí) |
| Maranhão | 1 | UFMA (São Luís) |
| Mato Grosso | 2 | UFMT (Cuiabá), UFR (Rondonópolis) |
| Mato Grosso do Sul | 2 | UFMS (Campo Grande), UFGD (Dourados) |
| Minas Gerais | 12 | UFOP (Ouro Preto), UFV (Viçosa), UFU (Uberlândia), UFSJ (São João del Rei), UFMG (Belo Horizonte), UFJF (Juiz de Fora), UFLA (Lavras), Unifal-MG (Alfenas), UFVJM (Diamantina), UFTM (Uberaba), Unifei (Itajubá), UFCI/MG (Belo Horizonte)* |
| Pará | 4 | UFPA (Belém), Ufra (Belém), Ufopa (Santarém), Unifesspa (Marabá) |
| Paraíba | 2 | UFPB (João Pessoa), UFCG (Campina Grande) |
| Paraná | 3 | UFPR (Curitiba), UTFPR (Curitiba), Unila (Foz do Iguaçu) |
| Pernambuco | 4 | UFPE (Recife), UFRPE (Recife), Univasf (Petrolina), Ufape (Garanhuns) |
| Piauí | 2 | UFPI (Teresina), UFDPar (Parnaíba) |
| Rio Grande do Norte | 2 | UFRN (Natal), Ufersa (Mossoró) |
| Rio Grande do Sul | 6 | FURG (Rio Grande), UFRGS (Porto Alegre), UFSM (Santa Maria), UFPel (Pelotas), UFCSPA (Porto Alegre), Unipampa (Bagé) |
| Rio de Janeiro | 5 | UFF (Niterói), UFRRJ (Seropédica), UFRJ (Rio de Janeiro), Unirio (Rio de Janeiro), UFCI/RJ (Rio de Janeiro)* |
| Rondônia | 1 | Unir (Porto Velho) |
| Roraima | 1 | UFRR (Boa Vista) |
| Santa Catarina | 2 | UFSC (Florianópolis), UFFS (Chapecó) |
| São Paulo | 3 | UFSCar (São Carlos), Unifesp (São Paulo), UFABC (Santo André) |
| Sergipe | 1 | UFS (São Cristóvão) |
| Tocantins | 2 | UFT (Palmas), UFNT (Araguaína) |
| Brasil | 74 |
Fonte: Inep, Censo da Educação Superior 2024; Leis 15.418, 15.457, 15.520 e 15.521, de 2026. *Criadas em 2026.
Por região, o Sudeste tem 21 universidades federais, o Nordeste 20, o Norte 12, o Sul 11 e o Centro-Oeste 10. Minas Gerais sozinho reúne 12, mais que toda a região Sul, espalhadas por cidades do interior como Lavras, Alfenas, Itajubá, Diamantina e Uberlândia.
O retrato muda no estado mais populoso. São Paulo tem só três universidades federais (UFSCar, Unifesp e UFABC). O estado mantém, por conta própria, quatro universidades estaduais, segundo o Inep: USP, Unicamp, Unesp e a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), de ensino a distância. Na outra ponta, oito estados têm uma única universidade federal: Acre, Alagoas, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Rondônia, Roraima e Sergipe.
Os institutos federais completam a rede federal de ensino superior. O Censo da Educação Superior de 2024, do Inep, registrou 38 institutos federais e o Colégio Pedro II, do Rio de Janeiro, que tem a mesma natureza jurídica. Havia ainda dois Cefets, o de Minas Gerais e o do Rio de Janeiro.
Os institutos foram criados pela Lei 11.892, de 29 de dezembro de 2008, e podem oferecer do curso técnico integrado ao ensino médio ao mestrado e ao doutorado. Em 2024, eles e o Colégio Pedro II somavam 221.327 matrículas de graduação, segundo o Inep. Os maiores em graduação eram o Instituto Federal de São Paulo (IFSP), com 18.754 alunos de graduação, e o do Ceará (IFCE), com 18.354.
A rede cresceu neste ano. A Portaria 591, publicada pelo Ministério da Educação (MEC) em 6 de julho de 2026, autorizou o funcionamento de 24 novos campi em 12 estados. Com eles, a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica chegou a 754 unidades, segundo o MEC.
Os dois Cefets deixaram de existir com esse nome em setembro, ao virar UFCI/MG e UFCI/RJ. O Cefet-RJ tinha 7.947 matrículas de graduação em 2024, mais que muitas universidades federais.
A lei manteve a obrigação de oferecer cursos técnicos de nível médio nas duas novas instituições. O caminho já tinha sido feito pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), criada pela Lei 11.184, de 7 de outubro de 2005, a partir do Cefet do Paraná.
A maior e a mais antiga universidade federal do Brasil
A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) é a maior universidade federal do Brasil em número de alunos. Ela tinha 50.105 matrículas de graduação em 2024, segundo os microdados do Censo da Educação Superior do Inep. Em seguida vêm a Universidade Federal Fluminense (UFF), de Niterói, com 43.774, e a Universidade de Brasília (UnB), com 39.509.
1.075.373
matrículas de graduação somavam as 69 universidades federais em 2024, 93% delas em cursos presenciais
Fonte: Inep, Censo da Educação Superior 2024
A ordem muda um pouco quando se olha só o ensino presencial. A UnB passa para o 2º lugar, com 38.523 alunos em sala de aula, porque a UFF tem 6.612 matrículas em cursos a distância. A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) também sobe no ranking total graças à educação a distância, com 5.174 alunos nessa modalidade.
| Universidade | Estado | Matrículas na graduação | Presenciais | A distância |
|---|---|---|---|---|
| UFRJ | Rio de Janeiro | 50.105 | 47.077 | 3.028 |
| UFF | Rio de Janeiro | 43.774 | 37.162 | 6.612 |
| UnB | Distrito Federal | 39.509 | 38.523 | 986 |
| UFMA | Maranhão | 37.212 | 32.038 | 5.174 |
| UFPA | Pará | 36.068 | 34.312 | 1.756 |
| UFMG | Minas Gerais | 33.909 | 33.893 | 16 |
| UFPE | Pernambuco | 31.142 | 30.251 | 891 |
| UFRN | Rio Grande do Norte | 30.420 | 28.965 | 1.455 |
| UFBA | Bahia | 29.457 | 28.061 | 1.396 |
| UFPR | Paraná | 28.197 | 27.626 | 571 |
Fonte: Inep, microdados do Censo da Educação Superior 2024 (soma das matrículas dos cursos de graduação de cada universidade).
O mapa das maiores mostra a força do Norte e do Nordeste na rede federal. Das dez maiores universidades federais em alunos, cinco ficam nessas duas regiões. São a UFMA e as federais do Pará (UFPA), de Pernambuco (UFPE), do Rio Grande do Norte (UFRN) e da Bahia (UFBA).
Somadas, as 69 universidades federais do Censo receberam 268.911 calouros e formaram 132.559 estudantes em 2024, segundo o Inep. Com os institutos federais, os Cefets e as faculdades federais, a rede federal inteira chegou a 1.317.548 matrículas de graduação naquele ano.
O número de alunos da graduação não é a única régua. A UFRJ também é a universidade federal com mais professores em exercício, 4.501, seguida da UFF, com 3.395, e da UFMG, com 3.271, de acordo com o mesmo Censo.
A universidade federal mais antiga do Brasil depende do critério, e três instituições reivindicam o posto. A Universidade Federal do Amazonas (UFAM) tem origem na Escola Universitária Livre de Manáos, criada em 17 de janeiro de 1909, que a própria UFAM chama de primeira instituição de ensino superior do país.
A Universidade Federal do Paraná (UFPR) comemora sua fundação em 19 de dezembro de 1912, quando Victor Ferreira do Amaral liderou a criação da Universidade do Paraná, em Curitiba, segundo o histórico da instituição. Ela começou a funcionar em 1913 como instituição particular, e o prédio central foi erguido na Praça Santos Andrade, em terreno doado pela prefeitura.
A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi a primeira universidade criada pelo governo federal. O Decreto 14.343, de 7 de setembro de 1920, instituiu a Universidade do Rio de Janeiro, que daria origem à atual UFRJ, segundo a universidade.
- 17 de janeiro de 1909Nasce em Manaus a Escola Universitária Livre de Manáos, origem da UFAM
- 19 de dezembro de 1912Criada em Curitiba a Universidade do Paraná, hoje UFPR
- 7 de setembro de 1920Decreto 14.343 cria a Universidade do Rio de Janeiro, primeira do governo federal
- 20 de março de 2018Leis criam UFCAT e UFJ, em Goiás, e UFR, em Mato Grosso
- 11 de abril de 2018Lei 13.651 cria UFDPar, no Piauí, e Ufape, em Pernambuco
- 8 de julho de 2019Lei 13.856 cria a UFNT, em Araguaína (TO)
- 28 de maio de 2026Lei 15.418 cria a Universidade Federal Indígena, em Brasília
- 24 de setembro de 2026Leis criam a UFFN, no Amapá, e transformam os Cefets de MG e RJ em universidades
As mais novas de antes de 2026 surgiram por desmembramento de campi de universidades maiores. A Universidade Federal de Catalão (UFCAT) e a Universidade Federal de Jataí (UFJ) saíram da Universidade Federal de Goiás (UFG). A Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) veio da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), e a Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT), da Universidade Federal do Tocantins (UFT), conforme as leis de criação.
Quem estuda num campus que vira universidade mantém a vaga. A Lei 15.520 passa para a UFFN os alunos regularmente matriculados no campus de Oiapoque “independentemente de qualquer outra exigência”, e a Lei 15.521 incorpora às UFCIs todos os cursos dos antigos Cefets.
Como entrar numa universidade federal
A principal porta de entrada das universidades federais é o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do MEC, que usa a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Em janeiro de 2026, o Sisu ofereceu 274,8 mil vagas em 136 instituições públicas, com inscrições de 19 a 23 de janeiro, segundo o MEC.
O caminho, para quem termina o ensino médio em 2026, segue uma ordem fixa:
- Fazer o Enem e guardar o número de inscrição e a senha da conta gov.br.
- Conferir a nota quando o Inep divulgar o resultado, que saiu em janeiro nas três últimas edições.
- Escolher até duas opções de curso no Sisu, na modalidade de ampla concorrência ou de cota.
- Acompanhar a nota de corte durante os dias de inscrição e ajustar as opções, se preciso.
- Fazer a matrícula na universidade no prazo do edital, com o certificado do ensino médio.
No Sisu de 2027, valem as notas do Enem de 2024, 2025 e 2026, e o sistema usa a melhor delas. O calendário ainda não saiu, e as datas prováveis estão no guia de quando abre o Sisu 2027. Quem vai fazer a prova só no ano que vem encontra o cronograma esperado em Enem 2027.
Nem toda vaga passa pelo Sisu. Algumas universidades mantêm vestibular próprio ou seleções seriadas, feitas ao longo do ensino médio, e cada uma informa no edital quantas vagas destina a cada forma de ingresso. A Unind, por exemplo, poderá ter processos seletivos próprios, ouvidas as comunidades indígenas, segundo a Lei 15.418.
As cotas valem em todas as federais. Pela Lei 12.711, de 2012, ao menos metade das vagas de cada curso fica com quem fez todo o ensino médio em escola pública. Desde a Lei 14.723, de 2023, metade dessa reserva vai para estudantes de famílias com renda de até um salário mínimo por pessoa, R$ 1.621 em 2026. A mesma lei incluiu os quilombolas entre os grupos atendidos.
Para as famílias, o dado que mais pesa é o custo. A graduação nas universidades federais não cobra mensalidade. A Lei 14.914, de 2024, que instituiu a Política Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), prevê apoio para moradia, alimentação, transporte e inclusão digital a alunos de cursos presenciais.
Se o seu filho está no 3º ano do ensino médio, nota, inscrição e matrícula se concentram entre janeiro e o começo de fevereiro, ainda nas férias. Em 2026, os aprovados na chamada regular do Sisu foram chamados a fazer a matrícula a partir de 2 de fevereiro, segundo o MEC.
As novas universidades ainda vão definir como recebem os primeiros alunos. A UFFN herda os cursos do campus da Unifap em Oiapoque e, até aprovar estatuto e regimento próprios, segue as regras da Unifap, conforme a Lei 15.520.
Como citar: Ouviram (25 out. 2026). «Universidades federais do Brasil: o país chega a 74, com cinco criadas em 2026». ouviram.com.br/brasil/universidades-federais-do-brasil-por-estado
Os dados, tabelas e gráficos próprios do Ouviram podem ser reutilizados sob a licença CC BY 4.0, com crédito ao Ouviram. Textos e fotos não estão incluídos.
Perguntas frequentes
Universidade federal é de graça?
Sim. A Constituição garante a gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais, e a Súmula Vinculante 12 do Supremo Tribunal Federal (STF) proíbe a cobrança de taxa de matrícula nas universidades públicas. A pós-graduação lato sensu, como especialização e MBA, pode ser cobrada, segundo decisão do STF de 2017.
Qual a diferença entre universidade federal e instituto federal?
A universidade tem autonomia garantida pela Constituição e une ensino, pesquisa e extensão. O instituto federal, criado pela Lei 11.892, de 2008, deve reservar ao menos 50% das vagas para cursos técnicos de nível médio e 20% para licenciaturas e formação de professores.
Posso estudar em duas universidades federais ao mesmo tempo?
Não. A Lei 12.089, de 2009, proíbe a mesma pessoa de ocupar duas vagas de graduação, ao mesmo tempo, em instituições públicas de ensino superior. Quem for aprovado numa segunda precisa escolher uma das vagas.
Estrangeiro pode estudar em universidade federal?
Pode. O Programa de Estudantes-Convênio de Graduação (PEC-G), do MEC e do Itamaraty, leva estudantes de países com acordo com o Brasil para cursos de graduação gratuitos. A Unila, em Foz do Iguaçu, e a Unilab, no Ceará e na Bahia, também fazem seleções próprias para estudantes estrangeiros.
Quantas universidades estaduais existem no Brasil?
O Censo da Educação Superior de 2024, do Inep, registrou 41 universidades estaduais, mantidas pelos governos dos estados, como USP, Unicamp e Unesp, em São Paulo, e Uerj, no Rio de Janeiro. A Lei de Cotas federal não vale para elas: cada uma define suas cotas por lei estadual ou por regra própria, e muitas usam vestibular próprio.
Universidade federal tem curso a distância?
Tem. Em 2024, as 69 universidades federais somavam 70.327 matrículas em cursos de graduação a distância, segundo o Inep. São 6,5% do total de alunos de graduação dessas universidades.
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1. Qual estado tem mais universidades federais?
Minas Gerais tem 12: as 11 do Censo da Educação Superior de 2024, do Inep, e a UFCI/MG, criada pela Lei 15.521, de 2026.
2. Em que ano o governo federal criou sua primeira universidade?
O Decreto 14.343, de 7 de setembro de 1920, criou a Universidade do Rio de Janeiro, hoje UFRJ, segundo a própria universidade.
3. Onde fica a sede da Universidade Federal da Fronteira Norte?
A Lei 15.520, de 24 de setembro de 2026, criou a UFFN com sede em Oiapoque, a partir do campus da Unifap na cidade.
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