Juros e inflaçãoGuia

Cesta básica vai de R$ 587,76 em Aracaju a R$ 922,51 em São Paulo, mostram Dieese e Conab

Quem recebe o salário mínimo precisa, em média, de 102 horas e 11 minutos de trabalho por mês para comprar os alimentos do levantamento.

Tomates, quiabos e repolhos em banca da feira livre de Jacobina, na Bahia
Tomates, quiabos e repolhos em banca da feira livre de Jacobina, na Bahia, em imagem de 2025.Foto: RQL Santos / Wikimedia Commons · CC BY-SA 4.0

São Paulo tem a cesta básica mais cara do Brasil, R$ 922,51, e Aracaju, a mais barata, R$ 587,76, segundo o Dieese e a Conab. Na pesquisa de setembro, a compra subiu nas 27 capitais e leva, em média, 50,21% da renda líquida de quem recebe o salário mínimo.

27 de 27

capitais pagaram mais pela cesta em setembro do que em agosto

Fonte: Dieese e Conab, setembro de 2026

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CapitalCestaNo mêsEm 12 mesesTrabalhoParte do mínimo
1º São PauloR$ 922,512,43%9,53%125h1261,52%
2º FlorianópolisR$ 915,627,61%12,89%124h1661,06%
3º Rio de JaneiroR$ 913,467,32%14,29%123h5860,92%
4º CuiabáR$ 891,244,66%12,24%120h5859,44%
5º Porto AlegreR$ 889,155,93%9,58%120h4059,30%
6º CuritibaR$ 841,935,39%11,43%114h1656,15%
7º VitóriaR$ 829,144,95%11,29%112h3255,30%
8º GoiâniaR$ 808,014,54%13,72%109h4053,89%
9º Campo GrandeR$ 806,560,18%3,32%109h2853,79%
10º Belo HorizonteR$ 802,995,72%11,72%108h5953,55%
11º FortalezaR$ 779,963,23%15,14%105h5252,02%
12º BrasíliaR$ 773,785,37%7,50%105h0151,61%
13º PalmasR$ 752,684,75%11,04%102h0950,20%
14º BelémR$ 731,623,17%8,74%99h1748,79%
15º MacapáR$ 720,012,47%7,03%97h4348,02%
16º Boa VistaR$ 699,750,24%2,61%94h5846,67%
17º TeresinaR$ 698,551,27%8,14%94h4946,59%
18º São LuísR$ 692,944,71%11,06%94h0246,21%
19º Porto VelhoR$ 691,253,98%11,30%93h4946,10%
20º Rio BrancoR$ 678,352,83%9,24%92h0445,24%
21º ManausR$ 676,181,53%5,27%91h4645,10%
22º RecifeR$ 663,483,18%7,72%90h0344,25%
23º João PessoaR$ 660,212,98%8,07%89h3644,03%
24º NatalR$ 635,601,30%4,15%86h1642,39%
25º SalvadorR$ 634,670,92%5,47%86h0842,33%
26º MaceióR$ 631,280,61%6,42%85h4142,10%
27º AracajuR$ 587,762,94%6,35%79h4639,20%

Fonte: Dieese e Conab, Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, setembro de 2026.

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A pesquisa sai todo mês, feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A edição de setembro foi publicada em 9 de outubro. A de outubro ainda não saiu, e as deste ano apareceram sempre entre os dias 8 e 11 do mês seguinte.

A coluna de trabalho mostra quantas horas pagas pelo salário mínimo de R$ 1.621 cobrem a compra, numa jornada de 220 horas por mês. A última coluna divide a cesta pelo mínimo líquido, de R$ 1.499,43 depois dos 7,5% do INSS. A média simples das capitais é de R$ 752,91.

O peso cresceu em um ano, segundo o Dieese e a Conab. Em setembro de 2025, a compra levava 99 horas e 53 minutos de trabalho e 49,09% do mínimo líquido.

Listas diferentes no Sul e no Nordeste

O ranking não compara compras iguais. A lista vem do Decreto-Lei 399, de 1938, que fixou a ração mínima de um trabalhador adulto por mês, e as quantidades mudam conforme a região.

AlimentoSudeste, Goiás e DFNorte e NordesteSul, MT e MS
Carne bovina6 kg4,5 kg6,6 kg
Leite7,5 litros6 litros7,5 litros
Feijão4,5 kg4,5 kg4,5 kg
Arroz3 kg3,6 kg3 kg
Farinha1,5 kg de trigo3 kg de mandioca1,5 kg de trigo
Batata6 kgnão entra6 kg
Tomate9 kg12 kg9 kg
Pão francês6 kg6 kg6 kg
Café em pó600 g300 g600 g
Banana90 unidades90 unidades90 unidades
Açúcar3 kg3 kg3 kg
Óleo750 g750 g900 g
Manteiga750 g750 g750 g

Fonte: Decreto-Lei 399/1938, em tabela da metodologia do Dieese, 2025.

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A carne é o item que mais pesa em todas as capitais, pelos gastos por produto que a pesquisa publica. Ela leva 42,2% do valor em Curitiba, onde a lista tem 6,6 quilos, e 26,2% em Porto Velho, com 4,5 quilos. Por isso a média regional abre tanta distância.

O Sul paga a cesta mais cara, e o Nordeste, a mais barata (R$, média simples das capitais)
Sul882,23
Sudeste867,02
Centro-Oeste819,90
Norte707,12
Nordeste664,94

Fonte: Dieese e Conab, setembro de 2026

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Para medir só a diferença de preço, o Ouviram aplicou as quantidades do Sudeste a todas as capitais, nos 11 alimentos comuns. São Paulo segue no topo, com R$ 863,50, e Aracaju, no fim, com R$ 644,49. A distância entre as duas cai de R$ 334,75 para R$ 219,01.

CapitalLugar na pesquisaLugar com a mesma listaMesma lista
São Paulo1º1ºR$ 863,50
Rio de Janeiro3º2ºR$ 857,72
Fortaleza11º3ºR$ 846,62
Palmas13º7ºR$ 796,69
Belém14º8ºR$ 774,65
Curitiba6º11ºR$ 761,24
Campo Grande9º16ºR$ 737,32
Brasília12º19ºR$ 729,10
Aracaju27º27ºR$ 644,49

Fonte: cálculo do Ouviram com preços do Dieese e da Conab, setembro de 2026.

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Fortaleza é a maior surpresa. A capital cearense tem a carne e o pão francês mais caros do país. Ela aparece no meio da tabela oficial porque a lista local leva menos carne e dispensa a batata.

Entre as regiões, o Sudeste passa à frente, com média de R$ 812,76, e a distância do Sul para o Nordeste encolhe de R$ 217,29 para R$ 76,32.

A ampliação da pesquisa para 27 capitais, em 2025, trouxe dez cidades novas, a maioria do Norte e do Nordeste. “Com esse levantamento mensal, nós teremos maior isonomia entre os diferentes estados do país”, disse Silvio Porto, diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, em agosto de 2025.

Tomate e batata puxaram a alta de setembro

Setembro interrompeu dois meses de queda. O relatório liga o salto do tomate à maturação mais lenta do fruto, por causa do frio, e o da batata às chuvas, que reduziram a oferta. A carne subiu com a entressafra e o maior volume exportado.

AlimentoDe agosto para setembroEm 12 meses
Tomatealta em 26 capitais, até 65,55% em Florianópolisalta em 26, até 72,07% em Palmas
Batataalta nas 11 capitais onde é coletada, até 46,03% no Rioalta nas 11, até 139,35% no Rio
Carne bovinaalta em 23, até 11,70% em São Luísalta em todas, até 21,09% em Rio Branco
Arroz agulhinhaalta em 24, até 10,39% em São Luísqueda em 18, até 18,41% em Boa Vista
Leite integralalta em 16, até 12,10% em Macapáalta em 26, até 27,60% no Recife
Feijão cariocaqueda em 18, até 8,07% em Salvadoralta em todas as 22 onde é coletado, até 61,28% em Macapá
Feijão pretoalta nas 5 onde é coletado, até 1,95% no Rioalta nas 5, até 35,73% em Curitiba
Óleo de sojaalta em 23, até 5,84% em Porto Velhoqueda em 22, até 12,25% em Boa Vista
Açúcar cristalalta em 18, até 5,08% em Natalqueda em todas, até 26,04% em Campo Grande
Café em póqueda em 25, até 11,28% em São Luísqueda em todas, até 24,50% no Rio

Fonte: Dieese e Conab, setembro de 2026.

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A lista também traz alívio. O relatório atribui a queda do café à maior oferta e à perspectiva de boa safra. Óleo e arroz seguem mais baratos que há um ano na maior parte das capitais, mesmo com a alta do mês.

O IBGE captou o mesmo movimento no IPCA de setembro, que mede a inflação oficial: a comida comprada para casa subiu 0,96%, e o tomate, 37,76%.

Onde cada alimento custa menos

O preço do mesmo produto chega a dobrar de uma capital para outra. O pão francês de Fortaleza custa o dobro do de Boa Vista, e o tomate do Rio, 2,6 vezes o de Maceió.

AlimentoMais baratoMais caro
Carne de primeira (kg)Porto Velho, R$ 40,32Fortaleza, R$ 56,32
Leite integral (litro)Porto Alegre, R$ 5,67Macapá, R$ 8,80
Feijão preto (kg)Curitiba, R$ 6,42Florianópolis, R$ 7,48
Feijão carioca (kg)Cuiabá, R$ 8,13Palmas, R$ 10,98
Arroz agulhinha (kg)Vitória, R$ 4,09Recife, R$ 6,00
Farinha de trigo (kg)Porto Alegre, R$ 4,10São Paulo, R$ 5,25
Farinha de mandioca (kg)Fortaleza, R$ 5,14Boa Vista, R$ 9,20
Batata (kg)Campo Grande, R$ 5,44São Paulo, R$ 8,52
Tomate (kg)Maceió, R$ 4,87Rio de Janeiro, R$ 12,66
Pão francês (kg)Boa Vista, R$ 10,96Fortaleza, R$ 22,26
Café em pó (kg)Vitória, R$ 44,98Goiânia, R$ 67,57
Banana (dúzia)Natal, R$ 6,80Porto Velho, R$ 13,26
Açúcar cristal (kg)Cuiabá e Porto Velho, R$ 2,83Macapá, R$ 4,12
Óleo de soja (unidade)Campo Grande, R$ 7,19Recife, R$ 9,28
Manteiga (kg)Belo Horizonte, R$ 45,43Palmas, R$ 78,06

Fonte: Dieese e Conab, sistema de consulta da cesta, preços médios de setembro de 2026.

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A coleta acontece de segunda a sexta, durante quatro semanas, em supermercados, feiras, açougues, padarias e atacarejos, segundo a metodologia do Dieese. Na carne, o levantamento considera coxão mole, coxão duro e patinho, todos sem osso.

Do pico de junho à nova alta de setembro

O peso da cesta caiu em janeiro, com o novo salário mínimo, e chegou ao maior nível do ano em junho. Julho e agosto trouxeram alívio, e setembro voltou a pesar mais no bolso.

A cesta chegou a 52,02% do mínimo líquido em junho (% do salário mínimo líquido, média das capitais)
Dez/2548,49
Jan46,08
Fev46,13
Mar48,12
Abr49,57
Mai52,01
Jun52,02
Jul49,34
Ago48,46
Set50,21

Fonte: Dieese e Conab, edições de dezembro de 2025 a setembro de 2026

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Cinco viradas da cesta em 2026
  • JaneiroCusto sobe em 24 capitais.
  • Março a maioAlta nas 27 capitais por três meses seguidos.
  • JunhoSão Paulo chega a R$ 965,47, o maior valor do ano até setembro.
  • JulhoCusto cai em 26 capitais.
  • AgostoCusto cai em 25 capitais.

No acumulado de 2026, de dezembro a setembro, Porto Velho tem a maior alta, de 16,76%, e Campo Grande, a menor, de 3,95%, segundo o Dieese e a Conab. Rio de Janeiro, Fortaleza, Florianópolis, Curitiba e Vitória também passam de 14%.

O salário mínimo subiu 6,79% em janeiro, de R$ 1.518 para R$ 1.621. A cesta aumentou mais do que isso em 12 meses em 20 capitais.

Como calcular o peso no seu salário

A pesquisa não vai ao interior, então use a capital do seu estado como referência. Quem vive em Campinas olha São Paulo.

  1. Encontre o valor da sua capital na primeira tabela.
  2. Divida esse valor pelo salário líquido, o que cai na conta, e multiplique por 100.
  3. Para dois adultos e duas crianças, multiplique a cesta por três antes de dividir.

Por exemplo, com R$ 2.500 líquidos, uma pessoa em Salvador compromete 25,4% da renda com a cesta. Em Curitiba, a mesma renda compromete 33,7%. Uma família de quatro pessoas gasta R$ 1.990,44 no Recife e R$ 2.767,53 em São Paulo.

O fator três vem da metodologia do Dieese, que considera que duas crianças comem como um adulto.

A mesma conta leva ao salário mínimo necessário, estimado em R$ 7.750,01 em setembro, 4,78 vezes o piso em vigor. O Dieese parte da cesta mais cara e usa a parcela de 35,71% da comida no orçamento familiar, de uma pesquisa própria de 1994 e 1995.

Esse valor é uma referência técnica e não muda o que as empresas pagam: o piso nacional é fixado por decreto. O projeto de Orçamento prevê salário mínimo de R$ 1.741 em 2027. Com esse valor e os preços de setembro, o peso médio da cesta cairia de 50,21% para 46,75%.

Quem não consegue fechar a conta do mês tem porta de entrada na assistência social. Famílias inscritas no Cadastro Único com renda de até R$ 218 por pessoa podem receber o Bolsa Família, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social. A inscrição é feita no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da cidade.

A cesta da pesquisa e a cesta sem imposto

A lista de 1938 não é a mesma da reforma tributária. A Lei Complementar 214/2025 definiu os produtos da Cesta Básica Nacional de Alimentos, com alíquota zero de CBS e IBS, os novos tributos sobre o consumo, pelo artigo 125.

A reforma tributária começa a valer de fato em janeiro de 2027, com a CBS no lugar de PIS e Cofins. Arroz, feijão, leite, café, açúcar, pão francês e carnes estão na lista nacional. Frutas e hortaliças também têm alíquota zero, por outro anexo da lei. Boa parte dos 13 alimentos da pesquisa fica, assim, fora da nova cobrança.

Cenoura, melancia e mamão ficaram mais baratos no atacado

A Conab acompanha os preços de atacado nas Ceasas, as centrais de abastecimento que vendem a feirantes e mercados. O boletim mais recente, de 27 de outubro, cobre setembro e a primeira quinzena de outubro.

  • CenouraCaiu 16,03% em setembro, na média das Ceasas.
  • MelanciaRecuou 11,06% no mês.
  • MamãoRecuou 8,92% no mês.
  • BananaCaiu 2,63% em setembro e seguiu em baixa na maior parte das Ceasas na primeira quinzena de outubro.
  • BatataFicou estável em São Paulo em outubro, caiu 7,7% no Rio e subiu 12% em Belo Horizonte.
  • TomateContinuou subindo em outubro, 10% em São Paulo, 23% em Curitiba, 36% em Salvador e 44% em Brasília e Palmas.

O tomate merece atenção nas próximas compras. A Conab alerta que um El Niño forte, no fim de 2026 e no início de 2027, deve afetar o ritmo da colheita. Cada capital tem um mercado próprio: em setembro, o quilo no atacado foi de R$ 2,52 no Recife a R$ 10,93 em Rio Branco.

Safra de grãos cresce e preço mundial de alimentos recua

A Conab estima a safra 2026/27 em 367,1 milhões de toneladas, 1,4% acima da anterior, com feijão estável em 2,9 milhões de toneladas. O arroz deve recuar 2,9%, para 10,8 milhões, e o trigo, 27,2%, para 5,7 milhões.

No mundo, o índice de preços de alimentos da FAO, a agência da ONU para o tema, caiu 1,2% em outubro, para 133,9 pontos.


Os próximos números têm calendário curto.

  • Até 11 de novembroDieese e Conab devem publicar os preços de outubro.
  • 12 de novembroO IBGE divulga o IPCA de outubro.
  • 4 de dezembroA FAO atualiza o índice mundial de alimentos.
  • 1º de janeiro de 2027Entram em vigor a CBS e o novo salário mínimo.

Como calculamos. A lista comum soma, em cada capital, os preços médios de setembro de 11 alimentos nas quantidades do Sudeste, sem batata e farinha. As médias regionais são simples, sem peso por população. Os percentuais de renda dividem a cesta pelo salário líquido do exemplo, e o de 2027 desconta 7,5% de INSS do novo mínimo.

Como citar: Ouviram (6 nov. 2026). «Cesta básica vai de R$ 587,76 em Aracaju a R$ 922,51 em São Paulo, mostram Dieese e Conab». ouviram.com.br/economia/cesta-basica-por-capital-dieese-ranking

Os dados, tabelas e gráficos próprios do Ouviram podem ser reutilizados sob a licença CC BY 4.0, com crédito ao Ouviram. Textos e fotos não estão incluídos.

Perguntas frequentes

Quem tem direito a cesta básica da empresa?

A cesta aparece em convenções e acordos coletivos registrados no sistema Mediador, do Ministério do Trabalho, com valor e regras de cada categoria. O sindicato informa o que vale para a sua.

Quem pode receber cesta de alimentos do governo federal?

A Ação de Distribuição de Alimentos, do Ministério do Desenvolvimento Social com a Conab, atende povos indígenas, comunidades tradicionais em insegurança alimentar e pessoas afetadas por emergências. Municípios com emergência reconhecida pela Defesa Civil Nacional fazem o pedido.

Produtos de limpeza entram na cesta básica?

A pesquisa cobre só os alimentos fixados pelo Decreto-Lei 399, de 1938. Produtos de limpeza e higiene ficam fora do cálculo e entram nas outras despesas da família.

Desde quando existe a pesquisa da cesta básica?

São Paulo tem dados desde janeiro de 1959. As 27 capitais passaram a ser divulgadas em agosto de 2025, depois do acordo firmado entre o Dieese e a Conab em 2024.

Qual a diferença entre a cesta básica e o IPCA?

A cesta soma o gasto com alimentos em quantidades fixas, nas 27 capitais. O IPCA, do IBGE, acompanha 377 produtos e serviços, como luz, aluguel e transporte, por isso as duas taxas costumam ser diferentes.

Onde consultar o preço de cada alimento em meses anteriores?

O sistema de consulta da cesta, no site do Dieese, mostra preço médio, gasto mensal e tempo de trabalho por capital e por produto. Basta escolher a cidade, o dado e o período.

#JurosEInflação#Conab#Dieese#CestaBásica#SalárioMínimo

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  1. 1. Qual capital teve a cesta básica mais cara em setembro de 2026?

  2. 2. Que alimento ficou mais barato em 12 meses nas 27 capitais?

  3. 3. Quantas pessoas tem a família do cálculo do salário mínimo necessário?

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