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Cidade mais rica do Brasil é São Paulo, com PIB de R$ 1,07 trilhão em 2023
Saquarema, no litoral fluminense, lidera a riqueza produzida por morador, com R$ 722,4 mil, cerca de cem vezes a de Manari (PE), segundo o IBGE.

São Paulo é a cidade mais rica do Brasil, com Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 1,07 trilhão em 2023, segundo o IBGE. O valor equivale a 9,75% de tudo o que o país produziu naquele ano. Rio de Janeiro e Brasília completam o pódio.
Os números são da edição mais recente do PIB dos Municípios, divulgada pelo IBGE em 19 de dezembro de 2025, com 2023 como ano de referência. O estudo é feito em parceria com os órgãos estaduais de estatística, as secretarias estaduais de governo e a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).
O tamanho da capital paulista surpreende quando comparado aos estados. Sozinha, a cidade produziu mais do que 25 das 27 unidades da federação, de acordo com o IBGE. Só os estados de São Paulo, com R$ 3,44 trilhões, e do Rio de Janeiro, com R$ 1,17 trilhão, ficaram à frente.
| Posição | Município | PIB em 2023 | Parte do PIB do Brasil | PIB per capita |
|---|---|---|---|---|
| 1º | São Paulo (SP) | R$ 1.066,8 bilhões | 9,75% | R$ 93.156 |
| 2º | Rio de Janeiro (RJ) | R$ 418,5 bilhões | 3,82% | R$ 67.372 |
| 3º | Brasília (DF) | R$ 365,7 bilhões | 3,34% | R$ 129.790 |
| 4º | Maricá (RJ) | R$ 134,1 bilhões | 1,23% | R$ 679.714 |
| 5º | Belo Horizonte (MG) | R$ 130,2 bilhões | 1,19% | R$ 56.227 |
| 6º | Manaus (AM) | R$ 127,6 bilhões | 1,17% | R$ 61.855 |
| 7º | Curitiba (PR) | R$ 120,1 bilhões | 1,10% | R$ 67.691 |
| 8º | Osasco (SP) | R$ 119,4 bilhões | 1,09% | R$ 163.878 |
| 9º | Porto Alegre (RS) | R$ 104,7 bilhões | 0,96% | R$ 78.587 |
| 10º | Guarulhos (SP) | R$ 97,6 bilhões | 0,89% | R$ 75.522 |
| 11º | Campinas (SP) | R$ 92,0 bilhões | 0,84% | R$ 80.741 |
| 12º | Fortaleza (CE) | R$ 86,9 bilhões | 0,79% | R$ 35.797 |
| 13º | Salvador (BA) | R$ 76,7 bilhões | 0,70% | R$ 31.724 |
| 14º | Niterói (RJ) | R$ 76,3 bilhões | 0,70% | R$ 158.315 |
| 15º | Goiânia (GO) | R$ 75,8 bilhões | 0,69% | R$ 52.722 |
| 16º | São Bernardo do Campo (SP) | R$ 72,0 bilhões | 0,66% | R$ 88.767 |
| 17º | Barueri (SP) | R$ 71,6 bilhões | 0,65% | R$ 226.391 |
| 18º | Duque de Caxias (RJ) | R$ 70,1 bilhões | 0,64% | R$ 86.701 |
| 19º | Paulínia (SP) | R$ 67,1 bilhões | 0,61% | R$ 606.741 |
| 20º | Recife (PE) | R$ 66,4 bilhões | 0,61% | R$ 44.563 |
Fonte: IBGE, PIB dos Municípios 2023 (divulgado em 19 de dezembro de 2025).
- Ano de referência2023, a edição mais recente
- Divulgação19 de dezembro de 2025
- PIB somado dos 5.570 municípiosR$ 10,94 trilhões
- PIB per capita do BrasilR$ 53,9 mil
- População usada na contaCenso Demográfico 2022
- Maior PIBSão Paulo (SP), R$ 1,07 trilhão
- Maior PIB per capitaSaquarema (RJ), R$ 722,4 mil
- Menor PIB per capitaManari (PE), R$ 7.201,70
Quanto as maiores cidades concentram do PIB nacional
Os 25 municípios com maior PIB reuniram 34,2% da economia brasileira em 2023, segundo o IBGE. Os 100 maiores somaram 52,9%, e bastam 84 municípios para chegar à metade da produção do país. Na outra ponta, os 1.301 municípios com menor PIB, quase um quarto do total de 5.570, não chegam juntos a 1% do que o país produz.
34,2%
é a fatia do PIB brasileiro produzida pelos 25 municípios mais ricos do país em 2023
Fonte: IBGE, dezembro de 2025
A lista dos 25 primeiros tem 11 capitais, 9 cidades do interior e da Grande São Paulo, 4 municípios fluminenses e 1 mineiro. É Betim, onde ficam uma fábrica de automóveis e uma refinaria. Entre os paulistas aparecem Osasco, Guarulhos, Campinas, São Bernardo do Campo, Barueri, Paulínia, Jundiaí, São José dos Campos e Sorocaba.
As capitais, incluindo Brasília, responderam por 28,3% do PIB em 2023, e os demais municípios por 71,7%. A cidade de São Paulo foi a que mais ganhou peso de um ano para o outro, 0,4 ponto percentual, puxada pelos serviços, de acordo com o IBGE. Brasília, Porto Alegre e Rio de Janeiro ganharam 0,1 ponto cada.
As maiores perdas de participação vieram de cidades do petróleo. Maricá caiu 0,3 ponto, seguida de Niterói, Saquarema, Ilhabela e Campos dos Goytacazes. O IBGE ligou o recuo à queda do peso da extração de petróleo na economia nacional em 2023, embora alguns campos novos tenham entrado em produção e beneficiado municípios específicos.
O que move cada grande cidade aparece no valor adicionado por atividade, a divisão do PIB entre agropecuária, indústria, serviços e administração pública. A edição de 2023 não traz essa divisão.
O IBGE está trocando o ano-base das Contas Nacionais de 2010 para 2021 e, por isso, publicou para 2022 e 2023 só o PIB total. A explicação está no caderno do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), órgão de estatística do governo do Espírito Santo e parceiro do levantamento. Os perfis abaixo usam, então, 2021, o último ano com o dado por setor.
- São PauloServiços, 83,2% do valor adicionado em 2021
- Rio de JaneiroServiços 63,3%, administração pública 20,3% e indústria 16,3%
- BrasíliaServiços 49,7% e administração pública 45,5%
- MaricáIndústria 77,1%, com a extração de petróleo no mar
- ManausIndústria 45,8%, com o Polo Industrial da Zona Franca
- OsascoServiços 87,7%
- BarueriServiços 81,9%
- PaulíniaIndústria 60,6%, com a refinaria da Petrobras
Fonte: IBGE, PIB dos Municípios 2021 (Sidra, tabela 5938).
Maior PIB per capita do Brasil e por que cidades pequenas lideram
Saquarema, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, teve o maior PIB per capita do Brasil em 2023, R$ 722.441,52 por morador, segundo o IBGE. São Francisco do Conde (BA), com R$ 684.319,23, e Maricá (RJ), com R$ 679.714,48, vêm em seguida. Os seis primeiros têm a economia ligada à extração ou ao refino de petróleo, segundo o IBGE.
O PIB per capita é o PIB do município dividido pelo número de moradores. Quando uma atividade de alto valor, como um campo de petróleo no mar ou uma refinaria, fica registrada numa cidade de poucos habitantes, a divisão dá um número muito alto. Em Saquarema, a indústria, que inclui a extração de petróleo, respondia por 76,3% do valor adicionado em 2021.
| Posição | Município | PIB per capita em 2023 | Moradores (Censo 2022) | Principal atividade |
|---|---|---|---|---|
| 1º | Saquarema (RJ) | R$ 722.441,52 | 89.559 | Extração de petróleo |
| 2º | São Francisco do Conde (BA) | R$ 684.319,23 | 38.733 | Refino de petróleo |
| 3º | Maricá (RJ) | R$ 679.714,48 | 197.277 | Extração de petróleo |
| 4º | Paulínia (SP) | R$ 606.740,73 | 110.537 | Refino de petróleo |
| 5º | Presidente Kennedy (ES) | R$ 537.982,68 | 13.696 | Extração de petróleo e gás |
| 6º | Ilhabela (SP) | R$ 424.535,26 | 34.934 | Extração de petróleo |
| 7º | Santa Rita do Trivelato (MT) | R$ 409.443,67 | 3.276 | Agropecuária |
| 8º | Louveira (SP) | R$ 388.732,46 | 51.847 | Serviços e indústria |
| 9º | São João da Barra (RJ) | R$ 382.417,42 | 36.573 | Indústria |
| 10º | Extrema (MG) | R$ 377.790,63 | 53.482 | Serviços e indústria |
Fonte: IBGE, PIB dos Municípios 2023, Tabela 4; atividade conforme o valor adicionado de 2021 e o caderno do IJSN.
O número não mede a renda de quem mora na cidade. O valor da produção de petróleo é das empresas que operam os campos e as refinarias. O município recebe royalties, que vão para os cofres públicos, e não para o bolso de cada morador. Para saber quanto as famílias ganham, o indicador certo é o rendimento domiciliar, tema da matéria sobre renda per capita por estado.
Fora do petróleo, o campo também produz números altos. Santa Rita do Trivelato, na microrregião do Alto Teles Pires, no norte de Mato Grosso, tem 3.276 moradores e PIB per capita de R$ 409,4 mil. A agropecuária respondia por 83,0% do valor adicionado do município em 2021, segundo o IBGE.
Fonte: IBGE, PIB dos Municípios 2023
Só 1.187 dos 5.570 municípios, cerca de 21%, superam a média nacional de R$ 53,9 mil por morador. Neles vivem 41,7% dos brasileiros, pela população do Censo 2022 usada pelo IBGE.
O menor PIB per capita do país é o de Manari, no sertão de Pernambuco, com R$ 7.201,70 por morador em 2023, segundo o IBGE. Os quatro seguintes ficam no Maranhão: Nina Rodrigues (R$ 7.701,32), Matões do Norte (R$ 7.722,89), Cajapió (R$ 8.079,74) e São João Batista (R$ 8.246,12). A distância entre Saquarema e Manari é de cerca de cem vezes.
O menor PIB absoluto é o de Santo Antônio dos Milagres, no Piauí, com R$ 25,3 milhões em 2023 e 2.138 moradores. Serra da Saudade (MG), o município menos populoso do Brasil, com 833 habitantes, como mostra a lista das menores cidades do Brasil, aparece logo depois, com R$ 25,6 milhões.
A cidade mais rica de cada região e o ranking das capitais
O Sudeste concentrou 53,0% do PIB brasileiro em 2023, somados os PIBs dos seus 1.668 municípios divulgados pelo IBGE. O Sul ficou com 16,8%, o Nordeste com 13,8%, o Centro-Oeste com 10,6% e o Norte com 5,8%. Nas cinco regiões, a maior economia é uma capital.
| Região | Municípios | Parte do PIB do Brasil | Maior PIB | Maior PIB per capita |
|---|---|---|---|---|
| Sudeste | 1.668 | 53,0% | São Paulo (SP), R$ 1.066,8 bilhões | Saquarema (RJ), R$ 722.442 |
| Sul | 1.191 | 16,8% | Curitiba (PR), R$ 120,1 bilhões | Muitos Capões (RS), R$ 330.081 |
| Nordeste | 1.794 | 13,8% | Fortaleza (CE), R$ 86,9 bilhões | São Francisco do Conde (BA), R$ 684.319 |
| Centro-Oeste | 467 | 10,6% | Brasília (DF), R$ 365,7 bilhões | Santa Rita do Trivelato (MT), R$ 409.444 |
| Norte | 450 | 5,8% | Manaus (AM), R$ 127,6 bilhões | Vitória do Xingu (PA), R$ 255.465 |
Fonte: IBGE, PIB dos Municípios 2023.
A divisão da riqueza não acompanha a da população. O Nordeste tem 26,9% dos moradores do país, pelo Censo 2022, e produziu 13,8% do PIB, o que dá R$ 27,7 mil por pessoa. O Centro-Oeste, com 8,0% da população, tem a maior média regional, R$ 71,2 mil, à frente do Sudeste, com R$ 68,4 mil.
Cada líder regional tem um motor diferente. Em Fortaleza e Curitiba, os serviços passavam de 66% do valor adicionado em 2021. Em Manaus, a indústria da Zona Franca respondia por 45,8%.
Em Muitos Capões, na microrregião de Vacaria, no nordeste gaúcho, a agropecuária somava 64,2%. Em Vitória do Xingu, onde está a principal casa de força da hidrelétrica de Belo Monte, a indústria chegava a 92,1%, segundo o IBGE.
No Centro-Oeste, sem contar Brasília, a maior economia é Goiânia, com R$ 75,8 bilhões. A comparação entre regiões ajuda a entender o PIB dos estados, em que São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais lideram.
Entre as capitais, Brasília tem o maior PIB per capita, R$ 129,8 mil por morador em 2023, 2,41 vezes a média nacional, de acordo com o IBGE. A administração pública pesa muito na economia do Distrito Federal: respondia por 45,5% do valor adicionado em 2021. Belém tem o menor valor entre as capitais, R$ 31,1 mil.
| Capital | PIB per capita em 2023 | PIB em 2023 |
|---|---|---|
| Brasília (DF) | R$ 129.790 | R$ 365,7 bilhões |
| São Paulo (SP) | R$ 93.156 | R$ 1.066,8 bilhões |
| Vitória (ES) | R$ 87.520 | R$ 28,3 bilhões |
| Porto Alegre (RS) | R$ 78.587 | R$ 104,7 bilhões |
| Curitiba (PR) | R$ 67.691 | R$ 120,1 bilhões |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 67.372 | R$ 418,5 bilhões |
| Manaus (AM) | R$ 61.855 | R$ 127,6 bilhões |
| Cuiabá (MT) | R$ 59.997 | R$ 39,1 bilhões |
| Florianópolis (SC) | R$ 58.059 | R$ 31,2 bilhões |
| Belo Horizonte (MG) | R$ 56.227 | R$ 130,2 bilhões |
| Porto Velho (RO) | R$ 55.170 | R$ 25,4 bilhões |
| Goiânia (GO) | R$ 52.722 | R$ 75,8 bilhões |
| Campo Grande (MS) | R$ 47.066 | R$ 42,3 bilhões |
| Palmas (TO) | R$ 46.808 | R$ 14,2 bilhões |
| Recife (PE) | R$ 44.563 | R$ 66,4 bilhões |
| Boa Vista (RR) | R$ 44.099 | R$ 18,2 bilhões |
| Macapá (AP) | R$ 41.701 | R$ 18,5 bilhões |
| Natal (RN) | R$ 41.478 | R$ 31,2 bilhões |
| São Luís (MA) | R$ 40.846 | R$ 42,4 bilhões |
| Aracaju (SE) | R$ 36.983 | R$ 22,3 bilhões |
| Fortaleza (CE) | R$ 35.797 | R$ 86,9 bilhões |
| Rio Branco (AC) | R$ 35.533 | R$ 13,0 bilhões |
| Maceió (AL) | R$ 35.232 | R$ 33,7 bilhões |
| João Pessoa (PB) | R$ 34.106 | R$ 28,4 bilhões |
| Teresina (PI) | R$ 33.994 | R$ 29,4 bilhões |
| Salvador (BA) | R$ 31.724 | R$ 76,7 bilhões |
| Belém (PA) | R$ 31.100 | R$ 40,5 bilhões |
Fonte: IBGE, PIB dos Municípios 2023.
Tamanho de população e tamanho de economia nem sempre andam juntos. Salvador e Fortaleza estão entre as cinco cidades mais populosas do país, como mostra o ranking das maiores cidades do Brasil. No PIB, ficam em 13º e 12º. Osasco, com 728 mil moradores, produz mais do que Porto Alegre, que tem 1,33 milhão.
O PIB per capita de 2022 e 2023 foi calculado com a população do Censo Demográfico 2022, porque o IBGE não publicou estimativa de população para 2023. Os números ainda estão sujeitos a revisão. A divisão do PIB por atividade econômica volta a ser publicada depois da nova série das Contas Nacionais com ano-base 2021, segundo o caderno do IJSN.
O PIB de cada um dos 5.570 municípios, com a série desde 2002, está na tabela 5938 do Sidra, o banco de dados do IBGE. O valor também aparece na página de cada cidade no portal Cidades@, do mesmo instituto.
Como calculamos. Somamos o PIB de 2023 dos municípios de cada região, na base do PIB dos Municípios do IBGE, e dividimos pelo total do país e pela população do Censo 2022 usada no estudo. Com a mesma base, ordenamos os 5.570 municípios para contar quantos formam metade do PIB (84) e quantos ficam, somados, abaixo de 1% (1.301).
Como citar: Ouviram (25 out. 2026). «Cidade mais rica do Brasil é São Paulo, com PIB de R$ 1,07 trilhão em 2023». ouviram.com.br/economia/pib-dos-municipios-cidades-mais-ricas-do-brasil-ibge
Os dados, tabelas e gráficos próprios do Ouviram podem ser reutilizados sob a licença CC BY 4.0, com crédito ao Ouviram. Textos e fotos não estão incluídos.
Perguntas frequentes
Qual é a cidade mais rica de Santa Catarina?
Joinville, com PIB de R$ 49,8 bilhões em 2023, o 28º do país, segundo o IBGE. Itajaí vem logo atrás, com R$ 48,2 bilhões, e a capital, Florianópolis, aparece em terceiro, com R$ 31,2 bilhões.
Qual é a cidade mais rica do Espírito Santo?
Serra, na Grande Vitória, com PIB de R$ 37,6 bilhões em 2023, segundo o IBGE. A capital, Vitória, ficou em segundo, com R$ 28,3 bilhões, mas tem PIB per capita maior, de R$ 87.520.
Qual é o PIB de Ribeirão Preto?
Ribeirão Preto (SP) teve PIB de R$ 52,3 bilhões em 2023, o 26º maior do país, com PIB per capita de R$ 74.869, segundo o IBGE.
Qual cidade de Minas Gerais tem o maior PIB depois de Belo Horizonte?
Betim, com R$ 52,6 bilhões em 2023, seguida de Uberlândia, com R$ 51,1 bilhões, segundo o IBGE. Belo Horizonte lidera o estado com R$ 130,2 bilhões.
Qual é a segunda cidade mais rica da Bahia?
Camaçari, com PIB de R$ 27,4 bilhões em 2023, atrás de Salvador, com R$ 76,7 bilhões, segundo o IBGE. São Francisco do Conde vem em terceiro, com R$ 26,5 bilhões.
Qual é a cidade mais rica do Pará?
Belém, com PIB de R$ 40,5 bilhões em 2023, segundo o IBGE. Parauapebas vem em segundo, com R$ 26,4 bilhões, e Canaã dos Carajás em terceiro, com R$ 16,6 bilhões.
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1. Qual município teve o maior PIB per capita do Brasil em 2023?
Saquarema teve R$ 722.441,52 por morador, à frente de São Francisco do Conde (BA) e de Maricá, segundo o IBGE.
2. Quantas unidades da federação têm PIB maior que o da cidade de São Paulo?
Só os estados de São Paulo (R$ 3,44 trilhões) e do Rio de Janeiro (R$ 1,17 trilhão) superaram o R$ 1,07 trilhão da capital paulista em 2023, pelo IBGE.
3. Qual capital tem o maior PIB per capita do país?
Brasília teve R$ 129,8 mil por morador em 2023, à frente de São Paulo (R$ 93,2 mil) e de Vitória (R$ 87,5 mil), segundo o IBGE.
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